O exemplo do Governador eleito do RJ, Wilson Witzel no enfrentamento a criminalidade.

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Nota Redação JCB: O Governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, tem encarado com seriedade o histórico e caótico problema de segurança pública daquele estado. Está fazendo tudo que está a seu alcance para por em prática tudo aquilo que se comprometeu em sua campanha eleitoral. Mesmo enfrentando a crítica costumeira de alguns setores da imprensa, de ONGs e da OAB, entidade em que alguns de seus dirigentes demonstram estar mais preocupados com seus ‘clientes” do que com a segurança da população. A seriedade do trabalho de Witzel é uma “façanha a servir de modelo” aos demais estados.

ZH: Governador do RJ sugere fazer uma “Guantánamo” para prender traficantes

Wilson Witzel também reafirmou a disposição de matar bandidos armados de fuzil, o que tem repetido desde a campanha

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse na quinta-feira (3) que traficantes devem ser juridicamente classificados como terroristas, receber penas mais altas, de até 50 anos, e ficar confinados em uma prisão como a da Baía de Guantánamo, mantida pelos Estados Unidos em Cuba.

— Esses que estão de fuzil na mão, nas comunidades, são terroristas. E como terroristas devem ser tratados — disse, na posse do secretário de Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga. — A Lei Antiterrorismo pode dar penas de 50 anos, em estabelecimentos prisionais destacados, longe da civilização. Precisamos ter nossa Guantánamo — afirmou.

Mais cedo, Witzel reafirmou a disposição de matar bandidos armados de fuzil, o que tem repetido desde a campanha.

Presidente da Comissão de Segurança da seção fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Breno Melaragno considera “extremamente problemático” enquadrar traficantes como terroristas. Já a pena de 50 anos, afirma ele, pode ser interpretada como inconstitucional.