Marco Antônio Moura dos Santos[1] O Brasil voltou a discutir facções criminosas, mas ainda não está discutindo segurança pública. Embora isso represente um passo importante, falta direção coerente, técnica e institucional. A realidade que se impõe exige reflexão séria: o … Continue lendo A segurança pública não pode ser refém de palanques: o debate antifacção e a omissão federal no enfrentamento do crime organizado
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