Elvis não morreu!

O rock and roll surgiu nos Estados Unidos nos anos 1950, como uma fusão de diversos ritmos musicais, entre eles: o blues, o gospel e o country, unindo pela primeira vez as influências culturais negra e branca.

Muitos cantores negros gravaram músicas com o novo ritmo, mas sem atingir a população branca americana, pois havia muita segregação racial nas comunidades, com espaços divididos nas escolas, espaços públicos e áreas comerciais.

No dia 05 de julho de 1954, Elvis Presley gravou a música That´s All Right, de Arthur Crudup. A música foi lançada em 19 de julho e foi um sucesso imediato nas rádios de Memphis, mas os ouvintes imaginaram ser um cantor negro.

A revelação de que Elvis era branco abriu espaço para o novo ritmo, com inúmeros artistas gravando o rock and roll, numa onda que invadiu os Estados Unidos e espalhou-se pelo mundo, unindo os jovens americanos na nova música e dança.

Elvis seguiu gravando e em poucos anos tornou-se o Rei do Rock, com seu estilo próprio de cantar e dançar, acabou influenciando diversos novos cantores e bandas, que reproduziam seu modo de se apresentar nos palcos. A formação clássica com duas guitarras, um baixo e uma bateria foi adotada pelas novas bandas de rock.

O Rei do Rock participou de 33 filmes, gravou 750 músicas e fez centenas de shows que lotaram estádios, ginásios e casas noturnas dos Estados Unidos, construindo uma carreira sólida.

No dia 16 de agosto de 1977, há 42 anos atrás, Elvis Presley foi encontrado inconsciente dentro de Graceland, sua mansão na cidade de Memphis, sendo conduzido ao hospital, vindo a falecer no mesmo dia, deixando milhões de fãs ao redor do mundo.

Chegou ao fim uma trajetória de 23 anos de muito sucesso, surgindo inúmeras versões de que a morte de Elvis Presley foi forjada e de que ele está vivo, circulando pelo mundo e aproveitando o anonimato, sendo um senhor de 84 anos que ainda requebra cantando seus grandes sucessos.

Alvorada e seu título

A última divulgação do Atlas da Violência trouxe um triste título para Alvorada: o sexto município mais violento do país em 2017, com uma taxa de 112,6 homicídios para cada 100 mil habitantes. Este número é um dos indicadores da violência, no Brasil tivemos mais de 65 mil homicídios no ano, com um número absurdo de 178 mortes por dia.

Todo o esforço da comunidade para melhorar a imagem da cidade é esquecido, as ações positivas não são valorizadas, além de ser apenas um dos critérios para avaliar a violência, mas a manchete coloca Alvorada como a cidade mais violenta do Rio Grande do Sul.

Infelizmente o preconceito com relação à Alvorada foi construído ao longo do tempo, com incessante cobertura da mídia dos homicídios que ocorrem e sempre relembrando os crimes antigos, o que não acontece com outras cidades da Região Metropolitana, nem com outras do interior.

A Praça Central e seu entorno é um ponto importante, com as famílias convivendo ali nos finais de semana e datas festivas, usando o Chimarródromo para esquentar a água e tomar um chimarrão, observando a movimentação da cidade.

A Lagoa do Cocão também é um espaço para o lazer, com suas belas águas e paisagens, além de termos alguns parques aquáticos que também são muito bons para a diversão no período de verão.

O Distrito Industrial concentra empresas da área de metalurgia, plásticos e outros produtos, além da cidade possuir uma rede de serviços, com bons restaurantes e lojas, que atendem às demandas da população. O Pórtico recebe os visitantes e moradores, enquanto que a Morada dos Quero-queros, com sua estrutura, permitem que atletas treinem rotineiramente.

Alvorada é uma cidade com muitas qualidades, com um povo trabalhador, que acolhe bem e está localizada num ponto estratégico para a instalação de indústrias, com acesso a estradas para escoar a produção.

Infelizmente este título vem a prejudicar a chegada de investimentos e a geração de mais empregos no município.

Transporte coletivo

A frota de ônibus, da maioria das cidades, está com muitos anos de uso, com veículos antigos e sem conforto para os passageiros. Além disso, o número de ônibus é insuficiente para dar conta da demanda da população, sendo comum a superlotação e atrasos nas viagens.

Ainda podemos notar que a parada dos ônibus, normalmente, não têm condições adequadas para que os usuários possam esperar com dignidade pela sua condução, nos deslocamentos de rotina, seja para trabalho e outras atividades, inclusive lazer.

Os preços cobrados para o serviço prestado são exagerados, uma vez que os bancos são desconfortáveis, estreitos e sem segurança adequada, pois cintos de segurança não existem, sem esquecer dos aparelhos de ar-condicionado, exigência de muitos editais, não são colocados.

Os trajetos existentes são, com raras exceções, os mesmos de antigamente, não havendo uma modernização para atender a expansão dos espaços urbanos, sendo que as empresas de transporte coletivo são as mesmas há muito tempo.

A criação de novos modais de transporte coletivo, como o metrô e trens, não acontecem, pois há uma tradição de uso de ônibus e muita pressão para manter este modelo atuando nas cidades.

Os corredores de ônibus, nas cidades onde existem, também estão defasados porque não evoluíram, muitos construídos na década de 1980, mantendo as mesmas características por décadas.

Para quem precisa utilizar mais de uma linha para deslocamentos diários, estes problemas são multiplicados, ainda mais quando envolvem várias cidades limítrofes, cada uma com suas frotas e legislações específicas.

Assim a realidade de quem precisa utilizar o transporte coletivo é esta: ônibus antigos, superlotados, sem cumprimento de horários, itinerários insuficientes e sem nenhuma notícia da atualização dos modais.

Tomara que haja, no futuro, a modificação desta realidade, com governantes interessados em melhorar as condições do transporte coletivo em nossos municípios, tornando mais fácil a vida de quem precisa utilizar os ônibus para deslocamentos diários.

Dias de chuva

Na última semana as chuvas chegaram a níveis muito altos, com inúmeros casos de alagamentos nas ruas das cidades, devido à falta de infra-estrutura e de educação, numa rotina que se repete a cada nova temporada de chuvaradas.

Trafegar pelas ruas em dias de chuva é um risco, pois não se consegue visualizar os inúmeros buracos, há a possibilidade de acidentes e estragos nos veículos, além de ser muito difícil para pedestres caminhar pelas calçadas, tomadas pelas águas.

As estruturas de esgoto, tanto pluvial como cloacal, não dão conta da demanda dos resíduos residenciais e das chuvas, devido à expansão desorganizada dos espaços urbanos, com aumento de loteamentos clandestinos.

Nossas cidades não foram planejadas, porque antes de qualquer estrutura, deveriam ser colocados os encanamentos para condução da água das chuvas e também dos esgotos, depois a definição das ruas e redes de água e luz.

A construção das casas deveria ser o último passo de uma urbanização, porém acontece tudo ao contrário, primeiro as pessoas levantam suas residências e depois pedem a infra-estrutura urbana.

Aliada a todos estes problemas urbanos, os nossos rios, açudes e riachos vão sendo assoreados com terra e lixo, largados por populações que não se preocupam com o meio ambiente.

Na maioria das cidades a rede de esgotos é antiga, construída para atender uma população, mas que cresceu, sem haver a expansão dos encanamentos. Sem esquecer que todo o lixo largado nas vias, acaba indo para os esgotos, entupindo todo o sistema.

As construções irregulares nas margens de arroios e nas encostas de morros também são um agravante, porque muitos desses locais são áreas com solo inadequado para receber estruturas urbanas.

As necessidades de moradia acabam levando pessoas para estes espaços, além de outros que não tem infra-estrutura, somando-se à falta de educação das pessoas, formando um conjunto de fatores, os quais aliados ao clima, resultam nas ruas e casas alagadas por esgoto.

A vida passa…

Na simples observação das pessoas, nas ruas das cidades, é possível verificar que muitas caminham sem olhar para o redor. Estão focadas nas telas de seu celulares, descuidando de ver o que acontece, havendo alguns esbarrões nas calçadas e até mesmo acidentes na travessia das ruas.

Também os motoristas estão desatentos no trânsito, muitos mexendo nos aparelhos celulares enquanto dirigem, sem prestar atenção nas sinaleiras e placas, com muitas infrações sendo cometidas, inclusive com inúmeros acidentes por esta conduta inadequada dos condutores.

Nas mesas de bares e restaurantes a situação também se repete, com os clientes sentados em grupos ou isolados, atentos em suas telas, digitando e olhando o que acontece no mundo digital. Pessoas conversando e degustando suas refeições, trocando olhares e interagindo são cada vez mais raras.

Já nos espaços públicos, como praças e parques, também há preocupação intensa em registrar os momentos com fotos e postar nas redes sociais, além de verificar mensagens e focar nas suas telas, sem ver as paisagens e as demais pessoas, inexistindo conexão com a realidade.

Dentro das casas, os momentos de convivência das famílias tornam-se raros, pois cada integrante tem, no mínimo, um aparelho celular para ficar envolvido, não interagindo, sem dividir com os demais as suas opiniões e ideias.

Assim avançamos no tempo, passando por dias, meses e anos, perdendo muitas oportunidades de conversar com outras pessoas, trocar experiências e compartilhar sentimentos.

Este novo momento da civilização tecnológica está separando os seres humanos, transformando muitos de nós em verdadeiros zumbis, que não notam a passagem do tempo, ficando envolvidos com fatos, pessoas e lugares que, talvez, nunca venham a conhecer de verdade.

Toda esta alienação está sendo uma constante no nosso cotidiano, com cada vez mais celulares sendo adquiridos e com maior tecnologia, usados para acessar uma realidade virtual, muito diversa da vida real.

A morte que nos rodeia

Ao acordarem pela manhã os policiais militares não sabem o que os espera no próximo turno de trabalho. Alguns trabalham durante o dia e outros no período noturno no serviço de policiamento, que nunca pára, pois a criminalidade é constante em nossas cidades.

O patrulhamento das ruas é um inibidor dos delinqüentes, pois quanto mais policiais militares atuando, menores os índices de criminalidade. Porém, às vezes, os confrontos ocorrem, porque alguns criminosos resolvem enfrentar a polícia, ocorrendo mortes em ambos os lados deste conflito.

No mundo do crime a morte é uma constante, seja para manter a liderança, subjugar comunidades e matar pessoas nas ações criminosas, sejam elas cidadãs ou policiais. Enquanto que no trabalho policial a prioridade é preservar a vida e a liberdade de todos, tanto dos que cumprem a lei, como daqueles que atuam no crime.

Assim cada policial militar tenta evitar o uso da arma letal, somente em casos extremos, quando se esgotam os recursos não-letais ou nos confrontos inevitáveis. Sair de casa é sair para o desconhecido, podendo ser um dia tranqüilo ou de morte e sangue, depende das circunstâncias e daquilo que cruzar o caminho do profissional de segurança.

A morte violenta é um das possibilidades, que nenhum treinamento ou aula poderá evitar, pois morrer é uma das faces do arriscado trabalho de garantir a segurança das pessoas. No entanto, o matar é o que se evita em cada ocorrência, a tentativa de negociar, conter e cessar as ações criminosas sem usar armas letais, que é o último recurso para salvar e preservar outras vidas.

Descansem em paz os soldados Rodrigo da Silva Seixas e Marcelo de Fraga Feijó, mortos num beco da rua Paulino Azurenha, quando atuavam para combater a prática de crimes. Eles não puderam retornar às suas casas e deixaram duas famílias e a Brigada Militar de luto.

Compromisso com a verdade

No dia 20 de junho de 1989 saiu a primeira edição do jornal A SEMANA, nascido na família Pfluck, tendo como esteio o pastor Ari, que incentivou e orientou os filhos para que criassem um impresso, com a finalidade de levar informação de qualidade para a cidade de Alvorada.

O caminho percorrido chegou aos 30 anos, com mais de 1500 edições publicadas e o sonho de divulgar a verdade nos quatro cantos da cidade tornou-se uma realidade, aliando-se a uma plataforma digital que leva as notícias de Alvorada para todo o mundo.

Assumi como colunista na edição de 10 de agosto de 2010, passando a escrever semanalmente sobre os mais diversos assuntos, sem nenhum tipo de censura, com liberdade de mostrar minha opinião, assumindo o compromisso com a verdade que é o slogan do jornal.

Na noite de 02 de julho, na Câmara de Vereadores, pude ver a importância deste jornal para a comunidade, os inúmeros discursos salientando a imparcialidade, a correta informação trazida pelos responsáveis pelas edições, numa justa homenagem pelos 30 anos de circulação.

Hardo é um dos fundadores que está há 30 anos condução do jornal, enquanto seu filho Matheus, que nasceu no ano da primeira edição, está agora à frente da edição, sendo a segunda geração da família a manter o jornal circulando.

Não é fácil manter um jornal familiar, numa cidade da Região Metropolitana, que diariamente é invadida por jornais de Porto Alegre, mas os Pfluck conseguem, semanalmente, botar A SEMANA em circulação, montando, fazendo a impressão e distribuindo aos fiéis assinantes e colocar nas plataformas digitais, levando ao mundo as notícias de Alvorada.

Parabéns a todos que contribuíram e contribuem para que A Semana conseguisse percorrer estes 30 anos de vida, esperando que se mantenha esta caminhada por muito mais tempo e mantendo sempre o COMPROMISSO COM A VERDADE, firmado em 1989.

Dez anos sem Michael Jackson

A morte do Rei do Pop ocorreu em 25 de junho de 2009, em Los Angeles, após ser medicado com uma injeção de propofol, que causou uma parada cardíaca e o colocou em coma e, mesmo levado para um hospital, faleceu, por intoxicação, com apenas 50 anos.

A carreira de Michael Jackson iniciou em 1964, quanto tinha cinco anos, cantando junto com seus irmãos no Jackson 5, assumindo como vocalista principal em 1968 e dois anos depois o grupo alcançava o sucesso mundial.

Quando tinha 13 anos, em 1971, veio a carreira solo, lançando seus primeiros sucessos e sendo reconhecido mundialmente. Seus discos de maior sucesso foram Off the wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e History (1995), sendo que Thriller, com 110 milhões de cópias vendidas, tornou-se o álbum mais vendido da história.

Os números de Michael Jackson são extraordinários, sendo o artista mais rico do mundo, com uma fortuna estimada de 8 bilhões de dólares, vendendo após a sua morte, mais outro bilhão de dólares.

A vida do Rei do Pop foi marcada por polêmicas, com várias acusações de abuso de crianças, um casamento, em 1994, com a filha de Elvis Presley, Lisa Marie. Tendo vivido muitos anos isolado em seu rancho Neverland, numa alusão ao clássico Peter Pan, o que veio a ser vinculado ao fato de Michael Jackson não querer envelhecer e tornar-se adulto.

Sua mudança de aparência também era alvo de especulações, inclusive com mudança da cor de sua pele, chegando a ficar bem clara, além de inúmeras cirurgias para modificar seu rosto, com um novo formato e alterações no nariz e cabelos.

O talento natural levou Michael Jackson a receber inúmeros prêmios por sua obra, sendo reconhecido mundialmente como o Rei do Pop, com seu nome gravado, em 1984, na Calçada da Fama de Hollywood, numa justa homenagem ao grande cantor, dançarino e compositor, que deixou uma obra que continua produzindo frutos, após 10 anos de sua morte.

20 anos da duplicação da RS 118

A RS 118 possui um total de quase 70 quilômetros, iniciando na BR 116, em Sapucaia do Sul, passando pelas cidades de Esteio, Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada e Viamão, tendo como ponto final o portão do antigo Hospital Colônia Itapuã.

As obras da duplicação de parte da RS 118, aproximadamente 22 quilômetros de extensão, entre Sapucaia do Sul e Gravataí, têm se estendido por quase duas décadas, pois o projeto surgiu no governo de Antônio Brito, chegando ao sexto sucessor sem finalizar os trabalhos de criação de uma segunda pista dupla.

De Gravataí até Viamão a rodovia permanece com pista simples e muitos problemas, asfalto defeituoso e concreto com rachaduras, sem previsão de investimentos para melhorar a situação, sendo inúmeros os casos de acidentes e problemas mecânicos dos veículos.

Após o entroncamento com a RS 040, onde atualmente há obras de um viaduto, a RS 118 segue até Itapuã, com muitos locais sem pavimentação, situação que deve permanecer inalterada, visto não haver interesse dos governos em investir para melhorar as condições do trânsito neste trecho.

Sucessivas administrações federais e estaduais investiram enormes cifras para a realização de duplicação desta pequena distância, em obras continuamente interrompidas, com prejuízos aos usuários da rodovia, muitas empresas obtendo lucro nas várias retomadas das atividades.

Além disto, a cada parada, novas famílias acabam invadindo as áreas que deveriam ser a nova pista, gerando novas despesas para a destruição das residências irregulares e remoção das pessoas.

Mais uma vez anunciam que, com investimento de 112 milhões de reais, será possível concluir a obra em 2020, numa nova promessa, já repetida diversas vezes ao longo destes quase 20 anos, em que já se investiram enormes cifras naquele pequeno trecho da estrada.

Mais uma vez a população da Região Metropolitana tem a previsão do final das obras de um projeto antigo, o qual, se concluído, estará defasado, não atendendo às necessidades das cidades de Alvorada e Viamão.

Celulares são perigosos

 

As notícias mais destacadas dos últimos dias têm, como elemento comum, as mensagens trocadas através dos aparelhos celulares dos envolvidos nos fatos. O suposto crime de Neymar foi exposto por vídeo, mostrando uma discussão, gravado pela modelo Najila, que alega ter sido estuprada, em Paris, pelo jogador num quarto do hotel Sofitel Arco do Triunfo.

Em sua defesa Neymar usou vídeos, fotos e conversas que estavam no seu celular e colocou nas redes sociais, num contraponto às acusações, alegando que o encontro e as relações sexuais foram feitos de forma consensual, portanto sem acontecer o estupro.

Depois da denúncia Neymar lesionou-se e ficou de fora da Copa América, inclusive tendo a perda de alguns patrocinadores que desistiram de ter como garoto-propaganda um suposto estuprador.

Por aqui, o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol tiveram suas conversas, trocadas via celular, obtidas ilegalmente por um site de notícias, divulgadas pela mídia, mostrando um suposto ajuste, entre a acusação e o julgador, para obter as provas e ajustar detalhes para condenação dos investigados pela Operação Lava-Jato.

Para se defender o procurador postou um vídeo alegando ter sido vítima de um crime, pois houve uma invasão clandestina de sua privacidade, expondo suas falas fora de um contexto, tentando desqualificar o trabalho de combate à corrupção.

Moro perde credibilidade na sua luta contra a criminalidade à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública e pode não ser indicado, futuramente, para o Supremo Tribunal Federal (STF).

São dois casos emblemáticos e que dominam as conversas da população e os espaços da mídia, afinal envolvem dois ídolos de nosso país, o craque Neymar e o juiz Moro, ambos amplamente amados e odiados, por suas ações e atitudes nas suas áreas de atuação.

Agora um é acusado de ter praticado estupro e o outro de agir de forma não ética, com enormes prejuízos às suas imagens públicas, tendo como instrumento de acusação materiais que estavam em pequenos aparelhos celulares.