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Polícia Penal gaúcha passa a integrar força-tarefa do Ministério da Justiça

Força Penal Nacional une policiais de diferentes estados para o enfrentamento de crises no sistema penitenciário

Marcel Horowitz Correio do Povo

Polícia Penal do RS passou a integrar a Força Penal Nacional (FPN), criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública | Foto: Rafa Marin/ Ascom Polícia Penal / CP

A Polícia Penal gaúcha passou a integrar a Força Penal Nacional (FPN), criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A iniciativa tem o objetivo de promover a cooperação entre diferentes esferas de governo federal e agências no enfrentamento de crises no sistema prisional.

Representam o estado Everton Moraes, coordenador do Grupo de Intervenção Rápida da 2ª Região Penitenciária (GIR-2), e Denis Renan dos Santos, membro do Grupo de Ações Especiais (Gaes). Se somam a eles, Olávio Dummer e Joice Aline Borges, integrantes dos GIRs 5 e 8, respectivamente.

O quarteto embarcou para Recife, onde vai permanecer atuando em conjunto com as forças penais pernambucanas por três meses. “O trabalho integrado entre policiais penais contribui para o aprimoramento das práticas, visando à manutenção da ordem no sistema penitenciário e o combate à criminalidade”, afirmou o superintendente dos Serviços Penitenciários, Mateus Schwartz.

A força tarefa é uma iniciativa de ações conjuntas entre a União e os estados, estabelecida mediante convênio e desenvolvida em caráter episódico e planejado. Seu principal propósito é executar atividades para a preservação da ordem pública e a segurança das pessoas e do patrimônio no sistema penitenciário nacional.

O lançamento do projeto ocorreu na primeira quinzena de novembro. Na ocasião, o ministro Flávio Dino declarou que para combater o crime organizado é preciso superar as crises no sistema prisional.

“Para enfrentar a situação, precisamos descapitalizar as facções, manter a cooperação federativa e estruturar o sistema penitenciário. O objetivo é enfraquecer a capacidade de comando dessas organizações, dentro e fora do sistema penitenciário”, destacou o ministro.

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