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08 de agosto, dia de homenagem os policiais mortos em serviço

A portaria 643/EMBM de 2016 Instituiu o dia do Policial Militar Tombado em Serviço

A referida portaria que neste dia cada Órgão de Polícia Militar deve, a critério de seu comandante reunir, de forma voluntária, seu efetivo, convidar a comunidade local e familiares dos PM, e fazer a citação dos que tombaram em serviço, seus históricos funcionais e descrever como se deram os fatos que o levaram a óbito. Também ficou estabelecido que sempre que houver o evento morte de Policial Militar em serviço ou em decorrência da sua função, no horário estabelecido para o sepultamento será prestado um minuto de silêncio nos quarteis da BM para que os efetivos prestem as continências.

Já a lei Nº 15.156, DE 24 de 25 de abril 2018, Instituiu os Dias Estaduais em Homenagem ao Policial Civil e ao Policial Militar Mortos em Serviço, e os inclui no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul. Ficando definido o dia 2 de dezembro para homenagem aos policiais civis e 08 de agosto aos policiais militares.

Ato lembra 33 anos da morte do CB Valdecir em confronto com sem-terra no RS

Da esquerda para a direita: TC Jorge Alvorcem, Vice-Pres AsOfBM, Cel Mendes, Desembargador Militar e Ex-Cmt Geral da BM, Cel Jorge Bengochea, TC Newton Henrique Ledur, Cel Moraes, Cmt Res Altiva da BM, Cel Ibes Pacheco, Cel João Gilberto Fritz e Cel Sérgio Pastl.

Policias da Brigada Militar e colonos entraram em conflito em 1990. Cabo Valdeci de Abreu Lopes foi morto com golpe de foice no pescoço.

O confronto entre manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e policiais da Brigada Militar ocorreu em 8 de agosto de 1990. Tiros de festim, gás lacrimogêneo, foices e pedras transformaram o centro da cidade em uma praça de guerra.

O conflito agrário mais sangrento da história gaúcha – que começou a se desenhar ainda na madrugada, quando cerca de 600 colonos se instalaram na Praça da Matriz, diante do Palácio Piratini – se prolongou por oito horas e resultou em 72 feridos e um morto.

Por volta das 11h30 daquele dia, o cabo Valdeci, então com 27 anos, foi atingido com um golpe de foice no pescoço na esquina das avenidas Borges de Medeiros e Andradas. Seis pessoas foram condenados como coautores do crime. Os autores nunca foram identificados.

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