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Bombeiro de Caxias do Sul participa de missão humanitária no Chile

Apaixonado pela profissão, Rodrigo Piccoli relata suas motivações e atuação como militar na Serra Gaúcha

(Foto: Arquivo pessoal)

Alice Corrêa Portal Leouve

Na última semana, a Força Nacional de Segurança Pública brasileira reuniu cerca de 36 militares de distintos estados para uma missão humanitária em apoio aos Bombeiros do Chile, país vizinho na América do Sul. Um dos integrantes dessa importante missão é Rodrigo Piccoli, de 40 anos, 2º Sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul, com atuação há aproximadamente 16 anos, lotado em Caxias do Sul, que está atualmente Mobilizado na Força Nacional de Segurança que atua em diversos estados do Brasil afora.

Natural do município de Barracão, Piccoli veio para a Serra Gaúcha ainda criança. Com 22 anos dedicados ao Serviço Militar, seis foram atuando no Exército Brasileiro em Caxias do Sul. Ele conta sobre suas inspirações para entrar no Serviço Militar e atuar como bombeiro militar, na missão de salvar e proteger.

“O que me motivou a entrar para o Corpo de Bombeiros foi a afinidade com a profissão, que visualizei no momento em que atuei no Exército. Isso me motivou a prestar concurso na época, para a Brigada Militar, e depois, houve a separação em 2018, quando se tornou Corpo de Bombeiros militar do Estado do Rio Grande do Sul (CBMRS). Essa motivação me deu no dia a dia de conhecer a profissão, de verificar e admirar muito os profissionais, a corporação, saber o quão grande é esse tipo de trabalho e querer fazer esse tipo de trabalho para sua vida. A partir daí, me preparei para todas as etapas do concurso até o curso de formação. Isso foi cada vez mais me fazendo crescer a chama e o amor de ser bombeiro. Isso a gente escolhe para a vida da gente, em fazer parte daquela instituição, como uma família. É uma dedicação exclusiva, em trabalhar para salvar vidas e ajudar o próximo”.

Os 36 militares brasileiros se deslocam via terrestre com a Força Nacional de Segurança Pública, visando realizar a ajuda humanitária aos colegas de profissão do Chile. Com eles há equipamentos e materiais para auxiliar tanto bombeiros como outros órgãos que atuam no país. Piccoli relatou que a seleção de militares ocorre por competências e habilidades desenvolvidas ao longo da carreira, além disso, a experiência de cada um, conta bastante para missões desse nível.

Sobre a missão humanitária, Rodrigo pontua suas motivações para continuar. “A carreira do militar é edificada por experiências e procuro sempre estar pronto para qualquer missão, para nós é um orgulho e a realização de um sonho em fazer parte de uma missão internacional, todo trabalho como bombeiro é muito gratificante, ficamos muito emocionados. Atuei em muitas missões sempre motivado para continuar fazendo o trabalho melhor possível, sempre cada vez mais ajudar o próximo”.

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