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Suspeito de atirar em policial no Litoral Norte morre em confronto com a BM

Morte ocorreu depois que o homem voltou a atirar contra policiais, que buscavam por ele após o primeiro crime, registrado cerca de uma hora antes em Balneário Pinhal

Guilherme Sperafico Correio do Povo

O homem suspeito de atirar contra um policial militar morreu após um segundo confronto com Brigada Militar (BM). Os dois casos foram registrados na tarde desta sexta-feira, com um intervalo de pouco mais de uma hora, em Balneário Pinhal, no Litoral Norte gaúcho.

Tudo teve início por volta das 16h10min, quando, durante patrulhamento, o policial foi surpreendido pelo indivíduo que atirou e o atingiu na perna, antes de fugir do local. O crime aconteceu a uma quadra da orla.

O soldado atingido pertence ao efetivo do 1º Batalhão de Polícia de Choque (1º BPChq), que está em reforço no Litoral para o trabalho de buscas aos envolvidos nos homicídios ocorridos durante a chacina Cidreira, na última quarta-feira.

Ele foi atingido na perna esquerda, na altura da coxa, e recebeu os primeiros atendimentos em Balneário Pinhal, antes de ser conduzido ao hospital de Tramandaí. Depois, um helicóptero do Batalhão de Aviação (BAV) aterrizou no campo de esporte do Clube Beira Mar, para transferir o policial para Porto Alegre. O local onde ele está internado não foi informado, mas seu quadro de saúde é estável.

De acordo com a BM, ele foi atingido durante ações policiais, pelo homem que se encontrava em atitude suspeita e que, após o disparo, evadiu-se do local. A guarnição socorreu o PM ferido e outras equipes foram acionadas para buscas ao autor do disparo.

Por volta das 17h20min, o indivíduo foi localizado e, conforme a BM, voltou a entrar em confronto com os policiais, que precisaram reagir e atingiram o suspeito com tiros. Ele chegou a ser sorrido e levado a uma unidade de saúde, mas teve morte confirmada às 17h28min.

O nome do suspeito não foi informado pelas autoridades. Conforme informações, ele teria antecedentes criminais por ameaça (Lei Maria da Penha) e furto de telefone celular. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil e também não informações sobre uma eventual participação do sujeito nos crimes registrados em Cidreira.

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