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Governo estabelece diretrizes do Plano Estratégico da Gestão Estadual 2023-2026

No encontro em Canela, governador conduziu as discussões sobre o planejamento estratégico dos quatros anos do segundo mandato – Foto: Gustavo Mansur / Secom

O governador Eduardo Leite, o vice-governador Gabriel Souza, os secretários de Estado e seus adjuntos estabeleceram, no sábado (18/3), as diretrizes do Plano de Gestão Estratégica 2023-2026 do Rio Grande do Sul. O trabalho é resultado de dois dias de atividades realizadas no Workshop de Lideranças do Governo, que iniciou na tarde de sexta-feira (17/3), em Canela.

“O encontro promoveu o alinhamento do planejamento estratégico e da cultura organizacional, definindo os direcionamentos para garantir o novo ciclo de governo, com mais resultados, mais velocidade e melhor direção para atender a sociedade gaúcha”, definiu Eduardo Leite.

O encontro foi organizado pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) para fortalecer o alinhamento estratégico dos representantes da alta gestão do Executivo estadual. De acordo com a secretária da SPGG, Danielle Calazans, as atividades possibilitaram a construção conjunta da estratégia que orientará a ação da gestão nos próximos quatro anos.

“Foi um momento importante para trabalhar as questões da cultura organizacional, fortalecendo a noção de pertencimento e de integração, e também o compromisso com o planejamento da administração que vai se desdobrar no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA)”, destacou a secretária.

Conforme Calazans, o Estado tem uma política de gestão de pessoas publicada em 2022 e o objetivo é efetivamente implementá-la para todos os servidores do governo, alinhada às políticas de desenvolvimento do RS.

Prioridades do Governo

  • Na Educação: desenvolvimento do nosso capital humano, para reduzir desigualdades e preparar a nossa força de trabalho para a nova economia.
  • Na Saúde: alavancar a nossa infraestrutura e capital humano para tornar o estado uma referência em um setor que será muito demandado na área pública, ao mesmo tempo que criará muitos empregos de alta qualidade no setor privado.
  • Na Inovação: avançar para uma economia de maior valor agregado e de alta produtividade, em um mundo que se descarboniza e onde a mão de obra é cada vez mais escassa.
  • No combate à pobreza: foco na pobreza infantil, imperativo moral, além de auxiliar toda criança a ter as condições de se desenvolver plenamente.
  • Na Irrigação: decisiva para a produtividade do agro seguir crescendo, ante a desafios climáticos.

Fonte: Adriana Ferrás/SPGG

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