Ladrão foi detido pela Força Tática do 2º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2°BPAT)
Correio do Povo
A Brigada Militar prendeu um criminoso que saiu do sistema prisional na noite dessa segunda-feira e assaltou três vítimas na manhã desta terça-feira em Tramandaí, no Litoral Norte. Conforme a BM, o indivíduo, de 23 anos, possui extensa ficha de antecedentes criminais, como roubo a pedestre, furto simples, furto de telefone celular, tráfico de entorpecentes, apreensão de objeto, lesão corporal, perturbação do sossego, ameaça e dano.
Horas depois de deixar a Penitenciária Modulada Estadual de Osório, o suspeito atacou com uma faca uma mulher na avenida Fernandes Bastos. Depois, ele roubou uma outra vítima na Barra. Por fim, o ladrão abordou um motociclista, ameaçando-o até de morte. Documentos, dinheiro, telefones celulares e pertences pessoais foram levados pelo ladrão.
Acionada, a Força Tática do 2º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2°BPAT) realizou buscas e localizou o suspeito em fuga na esquina das avenidas Beira Rio e Engenheiro Ubatuba de Faria. Preso, ele foi encaminhado para a Polícia Civil.
A Liga Gaúcha de Ciclismo realizou uma prova para auxiliar a soldado Cristiane Bassichetti, do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar, na luta contra um câncer agressivo. O evento solidário ocorreu no distrito de Itapuã, em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no dia 23 de julho.
Segundo o presidente da Liga, Gilmar Zenger, a prova alcançou o seu objetivo e foi “uma demonstração de carinho e solidariedade por parte dos atletas que compareceram em bom número”.
A brigadiana ficou emocionada com a mobilização dos atletas. A policial, de 36 anos, é natural de União da Vitória (PR). Ela vive há 15 anos no Rio Grande do Sul.
O câncer iniciou nas mamas e, rapidamente, se espalhou para outros órgãos. O alto custo dos medicamentos dificulta o tratamento da doença. O dinheiro arrecadado com as inscrições dos ciclistas foi doado para a soldado.
A prova teve um desfecho tranquilo e sem quedas. O vencedor no geral, Vilarbo Junior, percorreu os 82 quilômetros em 2h03hmin, com velocidade média de 40,15 km/h.
Já o veterano Mário Flôres, de 60 anos, surpreendeu por sua performance, conquistando a terceira colocação no geral e o segundo lugar na sua categoria.
Resultado por categorias:
Categoria Principal
1° Lug. Everson Camilo
2° Lug. Amílcar do Amaral
3° Lug. Reginaldo Vasconcelos
4° Lug. Bernardo Barcelos
5° Lug. Maicon Michelon
Categoria Master B
1° Lug. Vilarbo Junior
2° Lug. Mário Flores
3° Lug. Karli Heller
4° Lug. Alencar Wachter
5° Lug. Evaldo Conceição
Categoria Master C
1° Lug. Ivo Birigui
2° Lug. Flávio Machado
3° Lug. José Albenir
4° Lug. Paulo Alves
Categoria Estreante
1° Lug. Matheus Krupp
2° Lug. Artur Pereira
3° Lug. Andress Viera
4° Lug. Alexandre Estima
Categoria Speed Feminino
1° Lug. Daniela Chiaramonte
2° Lug. Fernanda Castro
3° Lug. Priscila Corso
Categoria Veteranos
1° Lug. Arizelmar Silva
2° Lug. Pedro Cardoso
3° Lug. João Luiz
Categoria mtb Masculino
1° Lug. Regis Machado
2° Lug. Leandro Machado
3° Lug. Maicon Machado
Cristiane Bassichetti (C), do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar, ficou emocionada com o carinho dos atletas
Foto: Divulgação
Autor: Letícia Klusener e Maria Júlia Corrêa Diario de Santa Maria
O policial militar da Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), Patrick Bastos Reis, 30 anos, morto na última quinta-feira (27), foi enterrado no cemitério da Rota em São Paulo na sexta-feira (28).
Nascido e criado em Santa Maria, mais precisamente no Bairro Cohab Fernando Ferrari, saiu de Santa Maria com os pais em 2010. Moraram por sete anos em Porto Alegre. Os pais seguiram para Florianópolis, em Santa Catarina. O filho foi para Quaraí fazer parte do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), aos 17 anos, onde morou por um ano. Durante esse tempo, ele nutria o sonho de ser policial da Rota; então, ele passou no concurso e foi embora para São Paulo.
Patrick era muito apegado aos avós. Enquanto seus pais moravam no Bairro Tancredo Neves, ele passava grande parte do tempo com com eles no Bairro Cohab Fernando Ferrari, segundo conta sua avó, Nilza Bastos:
– Ele não conseguia ficar muito tempo longe da gente, o vô tinha que ir lá na Tancredo Neves buscar ele. Ele passou grande parte da infância entre lá e cá, aí quando ingressou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para Educação Física, morou definitivamente comigo aqui.
Nilza relata que a relação entre Patrick e seu avô era de muito companheirismo e carinho. Ela conta que ele, aos 6 anos, viu seu avô falecer enquanto jogava bola, no Campo do Imembuy:
– Patrick sempre ia ver o vô dele jogar bola. Um dia, enquanto jogava, ele passou mal e acabou falecendo. Patrick tava lá e viu tudo, isso fez muito mal para ele na época, precisou até fazer um acompanhamento psiquiátrico durante alguns anos.
Ao passar no concurso e se mudar para a maior cidade do país para realizar seu sonho, o coração de vó apertou.
– Eu fiquei triste, chorei muito quando ele se mudou porque eu não queria que ele fosse. Eu sei que São Paulo é muito violento, mas era o sonho dele, ele queria estar lá. Ele dizia que queria combater os bandidos – desabafa Nilza.
Ainda com a voz embargada, ela relata que o neto sempre foi muito estudioso:
– Além de passar para uma universidade federal, ele fez o concurso da Escola de Sargentos das Armas (Esa) e passou também. Passou no NPOR e também na Rota.
Desde que Patrick se mudou para São Paulo, construiu uma nova vida por lá. De um primeiro relacionamento em terras paulistanas, com uma policial militar, nasceu Heitor, seu filho. Desde dezembro de 2022, porém, Patrick se casou com outra policial militar paulista, chamada Vitória.
Mesmo não sendo mais casado com a mãe de Heitor, o policial cultivava uma boa relação e era muito presente na criação do filho. Agora, em outro casamento, a mãe de Patrick conta que a relação da madrasta com Heitor é de muito afeto.
Desde 2022, os pais estavam em São Paulo para estar mais próximo do filho e neto Heitor, de 2 anos, que mora com os avós maternos em Riolândia, cidade com pouco mais de 12 mil habitantes, justamente por causa da intensa rotina de trabalho da mãe do bebê. Segundo a avó, a opção por deixar o neto lá é que ele tenha uma vida longe da rotina da Capital, que fica à 177 quilômetros de distância:
— Nossa preocupação era ficarmos mais velhos e estar longe do nosso único filho e neto. Foi isso que nos motivou a ir até São Paulo — conta a mãe de Patrick, Claudia Reis.
Na foto de 2022, Patrick e seus paisFoto: arquivo pessoal
A mãe conta que tinha receio da carreira que o filho tinha escolhido no começo. Mesmo assim, não esconde o orgulho de Patrick. O PM realizou o concurso para a Rota sem o consentimento dos pais:
— Patrick era tenente temporário do Exército. Quando decidiu fazer o concurso, não nos contou. O pai dele e eu não queríamos. Ele dormia na rodoviária de São Paulo, pois não tinha dinheiro para pagar pousada, pedia para os guardas cuidarem das coisas dele. Só um tempo depois que nos contou.
Cláudia explica, ainda, que não conseguiram trazer o corpo para a cidade natal de Patrick.
— Não conseguimos levar o corpo para Santa Maria, e por toda a dedicação, não insisti. É na Rota que ele amava e vai ficar.
Mesmo sem êxito ao trazer o corpo para Santa Maria, Patrick terá uma despedida da cidade que lhe abraçou por anos. Na próxima quarta-feira (2), uma missa de sétimo dia está agendada para iniciar às 18h, na Catedral Metropolitana de Santa Maria.
Pelas ruas do Bairro Cohab Fernando Ferrari, o clima é de saudade. Nilza, relata que Patrick era muito querido por todos:
– Só tenho lembranças boas dele e é isso que eu quero guardar no meu coração.
A proposta que havia sido retirada do projeto de lei orgânica das PMs, aprovado pelos deputados em dezembro do ano passado, foi reativada pela bancada da bala
Correio do Povo
A Câmara tenta, mais uma vez, ressuscitar o projeto de lei que enfraquece os governadores ao estabelecer que eles escolham o comandante-geral da respectiva Polícia Militar a partir de uma lista tríplice elaborada pela própria classe. Além disso, os chefes das tropas estaduais teriam mandato de dois anos.
A proposta era um dos itens mais polêmicos da lei orgânica das PMs, aprovada pelos deputados em dezembro. O trecho foi removido, em um acordo para que a nova legislação geral das polícias, em tramitação desde 2001, fosse votada no fim do governo de Jair Bolsonaro (PL).
Apesar do recuo, a chamada ‘bancada da bala’, composta principalmente por parlamentares ligados ao bolsonarismo, nunca abriu mão da ideia da lista tríplice. Ainda antes da apreciação da lei orgânica no plenário, o grupo já havia manifestado a intenção de manter a tramitação da proposta em projeto paralelo.
No fim do recesso parlamentar do ano passado, parlamentares bolsonaristas também tentaram encaminhar a proposta. À época, às vésperas da campanha eleitoral, houve pressão de comandantes-gerais e o texto não foi à frente.
Em dezembro, a lei orgânica, que estabelece normas gerais para as polícias militares de todos os estados, foi aprovada – o projeto ainda tramita no Senado e tem o apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Agora, há uma intenção de parte da bancada da bala em reativar a discussão da lista tríplice. O projeto entrou na pauta da reunião da Comissão de Segurança Pública, marcada para a tarde desta terça-feira, 1º.
“Alguns deputados, com o mesmo perfil que o meu, entendem que isso é importante”, afirmou ao Estadão o deputado Junio Amaral (PL-MG), relator do projeto no colegiado. O presidente da comissão, deputado Sanderson (PL-RS) garantiu que o texto “irá à votação”.
Apesar da tentativa de ressuscitá-lo, o projeto ainda não é consenso na bancada da bala. “Corre o risco de politizar a polícia. Quem vai querer ser governador sem escolher o nome de sua confiança? Vai engessar o governador. Não acredito que prospere, ainda mais no Senado, uma casa de ex-governadores”, disse o deputado Alberto Fraga (PL-DF).
O projeto de lei foi proposto em 2019 pelo deputado José Nelto (PP-GO). Os favoráveis dizem que o objetivo é reduzir a “ingerência política” e influência partidária dos governadores sobre as polícias militares. Os contrários dizem exatamente que esse é um dos principais riscos. A criação de uma lista tríplice fomentaria uma articulação política interna e reduziria o poder dos governadores sobre as tropas.
Para a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, as forças de segurança ficaram fortemente politizadas nos últimos anos. A instituição de uma lista tríplice aprofundaria esse aspecto.
“É muito grave e me parece uma enganação porque tramitam um projeto de lei orgânica e em separado tramitam esses pontos que são muito polêmicos. A lista tríplice politiza demais as forças de segurança, que já estão excessivamente politizadas. É necessário controle civil sobre o militar. O governador precisa ter autonomia para fazer a escolha”, avaliou.
Bancada da Bala tem intenção de reativar a discussão da lista tríplice | Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados / Divulgação / CP
Marizan de Freitas foi preso quando almoçava com a companheira em restaurante de luxo, no bairro Pinheiros
As forças de segurança do Rio Grande do Sul anunciaram, nesta segunda-feira, a prisão de Marizan de Freitas, apontado como uma das principais lideranças da facção que atua no Vale do Sinos. Considerado foragido pela Justiça, o traficante de 35 anos foi capturado no domingo, quando almoçava com a companheira em um restaurante no bairro Pinheiros, em São Paulo.
Antes de fugir, o criminoso cumpria pena em regime domiciliar em um condomínio de luxo em Capão da Canoa, no litoral Norte. Mesmo tendo sido condenado a 38 anos de reclusão, por tráfico e homicídio, ele teve o benefício concedido por ‘razões humanitárias’ após alegar que passaria por uma cirurgia.
Segundo o chefe da Polícia Civil, delegado Fernando Sodré, o traficante estava planejando uma fuga para o exterior com o auxílio da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC). “Ele foi preso em um restaurante de luxo. Tínhamos informações que ele iria se ausentar do país, e impedimos isso”, declarou.
No último dia 27 de julho, conforme o secretário estadual Sandro Caron, a Justiça atendeu ao pedido do Ministério Público e revogou o benefício concedido ao criminoso. Ainda segundo o titular da Segurança Pública, Marizan, que já passou por presídios federais, se encontra encarcerado na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc).
A ação contou com a Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal, além de policiais civis do RS e de São Paulo.
Na quinta-feira (27) a programação programação inaugural da Rádio Studio 190 de Passo Fundo (www.studio190pf.com.br) um grande capítulo na história do Correio Brigadiano, passau a estar presente fisicamente numa das mais importantes regiões do Rio Grande do Sul, a Região do Planalto.
Este feito foi possível graças a louvável iniciativa dos nossos colegas Sgt Shimidt, Sgt Juliana, Sgt EliasVaz, Ten Zibetti, Sgt Luiz Barriquel e Sd Felizare e da Regional ASSTBM de Passo Fundo.
Os microfones ecoaram com vozes empolgadas e conteúdos cativantes, trazidos por personalidades da comunidade e especialistas em diversos assuntos relevantes para a região planalto
Ao final do dia, todos se reuniram em um animado jantar de confraternização. Foi uma oportunidade incrível de estreitar laços e compartilhar a alegria de termos mais uma fonte de informação e entretenimento para Passo Fundo e Região.
Mais de 95% das ações policiais são exitosas. Esta a razão da existência do Correio Brigadiano
Gilson Noroefé, diretor-presedente da rede ABC da Segurança Pública, Correio brigadiano, resumiu sua manifestação, justificando um termo por muitas vezes levado a publico pelas autoridades policiais, dando conta que mais de 95% das ações policiais são exitosas.
São vários os motivos da existência de nossa rede de comunicação, mas poderia ser resumido apenas por este fato científico: – a excelência dos serviços prestados pelas instituições policiais e seus servidores. Assim destacou Gilson Noroefé.
COMANDO DO PLANALTO RECONECE A IMPORTANCIA DE MAIS UMA FONTE DE INFORMAÇÃO DAS AÇÕES DA BRIGADA MILITAR.
Reconhecendo a importância da iniciativa do Correio Brigadiano em contemplar Passo Fundo com uma das extensões do Correio Brigadiano, com a sede da Rádio Studio 190 (web) e espaço para publicação no jornal impresso e online, assim, se manifestou o Coronel Marco Antonio dos Santos de Morais, respondendo pelo Comando do CRPO-Planalto e Comando-Geral da BM.
Dentre as formas de ocupação o comando poderá disponibilizar noticias de sua atuação, mas também de informações preventivas de segurança, além de vários programas desenvolvidos pela corporação, ressaltou.
Programa destinado a informações policiais.
Dentre as programações da Rádio Studio 190 (web), haverá um espaço exclusivo para apresentação de atividades das organizações policiais e destaque dos policiais da Região do Planalto.
AÇÕES DE POLÍCIA, será apresentado pela Sgt. Juliana Borges.
DEPUTADO FEDERAL LUCIANO AZEVEDO PRESTIGIOU O EVENTO
Prefeito de Passo Fundo por dois mandatos e atualmente ocupando a vaga de deputado federal, Luciano Azevedo que também é formado em jornalismo participou do ato de inauguração e exaltou a expansão do Correio Brigadiano.
Em um período em que prevalece o fechamento de jornais em grande escala no país, ver o Jornal Correio Brigadiano em uma longevidade de 29 anos e trazido para minha terra é uma vitória importante.
Atualmente, sou um dos poucos deputados que não tem origem nas carreiras policiais, mas escolhido como integrante da Comissão de Segurança Pública da Câmara Federal e por esse motivo somado a estreita relação que tenho com os administradores da regional Gilmar Schimidt, Luiz Barriquel e Zibetti estarei sempre a disposição para o sucesso deste empreendimento. Contem comigo, acrescentou.
O Jornal Correio Brigadiano expressou gratidão a todos que participaram ativamente, tornando possível a viabilidade da Rádio Studio (web) 190 em Passo Fundo. Sem deixar de exaltar nossos apoiadores e parceiros brigadianos de toda hora, ASSTBM, AOFERGS, ABAMF, IBCM, ASOFBM, SiCREDI MIL, MBM, ASPRA-RS. Também foi destacado o prestigio da Associação Nacional de Entidades Representativas dos Militares e Bombeiros, ANERMB e dos órgãos da Segurança Pública local, Brigada Militar, Bombeiros Militares, Polícia Civil, bem como nossos representantes políticos locais.
O PRIMEIRO PROGRAMA
Na inauguração da Radio Studio 190 Passo Fundo, o programa Na Voz do Planalto entrevistou as seguintes autoridades: Ten. Cel. Marco Antônio dos Santos Morais – Resp. p/ Cmdo CRPO Planalto, Del. Rafaela Weiler Bier – Titular da DEAM Passo Fundo, Cel. RR. João Darci Gonçalves da Rosa – Sec. de Seg. Pública de Passo Fundo, Cássio Roberto Gonçalves – Presidente da ACISA Passo Fundo, com os mediadores: Gilson Noroefé e Juliana Borges.
Da mesma forma, em uma segunda rodada de entrevistas foram discutidos assuntos relativo a Representação de Classe, com a participação dos Vereadores de Passo Fundo, Sgt Trindade e Sd Gio Kung, além de lideranças associativas:
ANERMB – Leonel Lucas Lima, presidente da Associação Nacional de Entidades Representativas de Militares Estaduais e Pensionistas;
ASSTBM – Aparício Costa Santellano e Luiz Zibetti, presidentes estadual e regional respectivamente;
ABAMF – Potiguara Galvam, Presidente Estadual;
AOFERGS – José Carlos Joaquim, representando o Sr. presidente Paulo Ricardo.
ASOF-PF – José Idalmir Savian Giuliani
IBCM – Daniel Lopes dos Santos – Presidente da IBCM
PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO NA VOZ DE “OFICIAL E PRAÇA”
O Coronel RR. Gelson Vinadé que terá o programa MATE DE ENCILHA E CLARIM DO RIO GRANDE, transmitidos na Studio 190-PF, juntamente com o Sgt Clésio Gonçalves apresentaram uma pequena amostra do valor cultural trazidos nas grades de programações a partir da inauguração.
Assista o vídeo de inauguração da Rádio Studio 190 – Passo Fundo
Por fim, o Jornal Correio Brigadiano convida a todos para fazerem parte desta jornada, apoiando e seguindo nossa página oficial no Facebook e baixando nosso aplicativo para acompanhar a programação completa e interativa da Rádio Studio 190, para que juntos possamos crescer e fortalecer a voz da segurança pública na cidade de Passo Fundo e região planalto!
Em reunião nesta segunda-feira, cúpula da segurança estadual vai analisar impacto das propostas
PAULO EGÍDIO GZH
No retorno do recesso parlamentar, os deputados estaduais do Rio Grande do Sul devem votar dois projetos que alteram a lei do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (Piseg). Esse programa permite às empresas destinarem até 5% do ICMS devido à compra de armas, equipamentos e viaturas.
As duas propostas, que constam na ordem do dia da sessão de terça-feira (1º) da Assembleia Legislativa, visam ampliar o escopo do programa.
Ex-chefe de polícia, Nadine Anflor (PSDB) propôs que os recursos do Piseg sejam utilizados também na reforma, construção e modernização de prédios e áreas da segurança pública. Por sua vez, Rodrigo Zucco (Republicanos) quer estender o repasse à aquisição de equipamentos e veículos para as guardas municipais.
De acordo com o líder do governo, Frederico Antunes (PP), o Palácio Piratini ainda está analisando os impactos das iniciativas.
— São projetos que têm como o governo atender, ao menos parte deles. Mas estamos analisando tecnicamente a questão da origem (se esse tipo de proposta pode partir de deputados) e a meta de cada um — relata.
Os dois projetos serão avaliados na reunião semanal da cúpula da segurança estadual, na manhã desta segunda-feira (31). Do encontro, deverá sair a avaliação sobre o impacto das alterações propostas pelos deputados, que dará base para eventuais mudanças nos textos, a serem negociadas com os autores.
Internamente, há duas preocupações latentes com a aprovação dos textos. A primeira, com relação ao projeto de Nadine, é a possibilidade de liberar verbas para reformas e construções de prédios sem a garantia de que haverá dinheiro no orçamento para custear toda a obra.
A segunda, que diz respeito ao projeto de Zucco, é a dúvida sobre a viabilidade de destinar recursos do Estado para as guardas municipais, visto que as corporações devem ser sustentadas pelas prefeituras. Neste caso, uma solução possível é de que o valor de ICMS compensado pelas empresas seja descontado da parcela do imposto que o Estado repassa aos municípios.
Aliás
Conforme o último balanço divulgado pela Secretaria da Segurança, com dados contabilizados até o fim de maio, as empresas já destinaram mais de R$ 107 milhões para o Piseg desde que a iniciativa foi lançada, em outubro de 2019. No período, foram mais de 5,6 mil compensações de ICMS de quase 700 empresas. Até maio, haviam sido encaminhadas as compras de 248 viaturas, 1,9 mil armamentos e mais de 500 equipamentos de proteção.
Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi atingido próximo ao tórax na comunidade da Vila Zilda, em Guarujá, no litoral de São Paulo.
O tiro que atingiu e matou o policial militar Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi disparado a uma distância entre 50 e 70 metros, do alto de uma comunidade em Guarujá, no litoral de São Paulo. A informação é do secretário de Segurança Pública do Estado, Guilherme Derrite.
Segundo ele, quatro suspeitos da participação na morte do policial já foram identificados, sendo que dois deles estão presos. Durante a busca pelos suspeitos, um homem foi morto após um confronto com a Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota).
Patrick Bastos Reis foi baleado em local próximo ao tórax por um projétil calibre 9 milímetros, segundo informado pelo secretário. Após a morte de Patrick, foi iniciada a ‘Operação Escudo’ nas comunidades da Vila Júlia e Vila Zilda, em Guarujá, que conta com aproximadamente 600 policiais.
De acordo com o secretário, o suspeito de atirar no PM estava em uma posição privilegiada, no alto do morro, onde observava a movimentação sem ser visto.
“Temos a plena convicção de que ninguém aperta o gatilho se não estiver com a intenção de matar”, disse o secretário sobre o autor do disparo, que ainda não foi preso.
Derrite informou que o suspeito, já identificado, será indiciado por homicídio doloso [quando há a intenção de matar] e associação ao tráfico de drogas. “Tenho certeza certeza que tanto o Ministério Público quanto o Poder Judiciário vão corroborar com essa linha de investigação”.
Operação Escudo
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte do policial Patrick Bastos Reis nas redes sociais, por volta das 7h15 desta sexta-feira (28). Segundo o secretário, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes.
“Iniciamos na noite de ontem [quinta-feira] a Operação Escudo, para capturar os criminosos que atiraram contra dois policiais de Rota no Guarujá. Infelizmente, um deles morreu. Não vamos descansar enquanto não acharmos os responsáveis por esse crime”, escreveu ele.
Ataque
Reis era soldado das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) e veio para o litoral paulista para realizar um patrulhamento na região. Ele e outros policiais foram atacados por criminosos armados, que efetuaram disparos de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (27), na comunidade da Vila Zilda.
O soldado foi atingido próximo ao tórax e morreu no Pronto Atendimento da Rodoviária (PAM). Além de Reis, um outro policial foi baleado na mão esquerda e encaminhado para um hospital da cidade.
SSP
Em nota a Secretaria de Segurança Pública lamentou a morte de um soldado da Polícia Militar, durante patrulhamento na comunidade Vila Zilda, no Guarujá. Na ocasião, um cabo também ficou ferido. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil para o registro dos fatos.
Dados divulgados pelo 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de organizações criminosas do país. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), são pelo menos 15 grupos disputando o poder em cidades gaúchas.
O Estado alcançou 2.154 mortes violentas intencionais no ano passado. Em 2021, foram 2.073 mortes. Os números indicam um crescimento de 3,8%. Porto Alegre registrou um aumento de 24,8% no número de mortes violentas intencionais, sendo o terceiro maior aumento percentual do país, segundo dados do anuário.
O aumento das mortes violentas intencionais está relacionado ao acirramento dos conflitos entre as organizações que disputam o poder no Estado. As mortes teriam atingido o ápice em 2017 com o conflito deflagrado das facções e, a partir de 2019, o cenário começa a se arrefecer.
De acordo com o coordenador do Observatório de Segurança Pública da Escola de Direito da Pontifica Universidade Católica (PUCRS), Rodrigo Azevedo, há sinais de um recrudescimento entre os grupos que impacta no número de mortes. Pois esses grupos estabeleceriam acordos entre si para controlar o número de mortes no Estado.
As duas maiores facções do Estado são os Balas na Cara e os Manos, enquanto a disputa no Estado se dá em função do mercado local para o consumo de drogas. A região norte do Brasil se tornou um ponto forte de disputa pelo domínio sobre o corredor de drogas, enquanto o Rio Grande do Sul estaria isolado, sem o interesse de outras facções em “investir no Estado”.
Outro ponto reforçado pelo estudo é a “interiorização” das organizações criminosas, escolhendo cidades estratégicas para atuar; isso explica porque dois municípios gaúchos estão entre as 50 cidades mais violentas do país com mais de 100 mil habitantes: Rio Grande, no sul do Estado, ficou em 24º lugar, com uma taxa de 53,2 mortes violentas por 100 mil habitantes, e Alvorada, na região metropolitana, figura em 41ª posição, com taxa de 44,8.
Facções
Entre os principais grupos estão Manos, Bala na Cara e os Antibala, este último seria uma espécie de união entre grupos contrários aos Bala na Cara. Entre as organizações menores estão: os Abertos, Tauras e V7. Por fim, há ainda outros grupos como Comando Pelo Certo, Farrapos, Unidos pela Paz, Vândalos, Mata Rindo, Grupo K2, Cebolas, PCI e PCC.
Conforme o estudo, o grupo Bala na Cara (BNC) surgiu nas ruas de Porto Alegre, e não no interior dos presídios, e sua marca registrada seria a violência extrema. Já Os Manos ostentam um armamento mais pesado em comparação aos outros, possuem níveis de hierarquia e costuma realizar roubos a instituições financeiras no interior do Estado, não somente na capital.
Uma parte dessas organizações teria nascido na Cadeia Pública de Porto Alegre e os primeiros indícios de organização surgem no fim dos anos 80, com a criação da Falange Gaúcha, inspirada no Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. A partir dela, nasceram os Manos e os Brasas no interior do presídio.
Resposta do Governo do Estado
O governo do Rio Grande do Sul afirma que “a maioria das mortes violentas no Estado está associada ao tráfico de drogas e a disputa entre grupos criminosos.” A Secretaria de Segurança Pública informou que “devido ao reforço das ações de segurança e aumento dos investimentos no combate à criminalidade, o estado vem reduzindo, mês a mês, os índices, como verificado no primeiro semestre de 2023.”
Marizan de Freitas, que voltou neste ano de uma temporada em penitenciária federal, fugiu após realizar cirurgia e ficar alguns dias em casa
HUMBERTO TREZZI GZH
As polícias civil e militar gaúchas mais uma vez estão atrás de um chefe criminoso que deveria estar preso. Marizan de Freitas, 35 anos, um dos cabeças da facção Os Manos (natural do Vale do Sinos), fugiu da residência de luxo que ocupava num condomínio em Capão da Canoa, onde deveria cumprir prisão domiciliar.
Marizan, que age no Vale do Sinos, não é um sujeito qualquer no crime. Cumpre penas que, somadas, alcançam 38 anos de prisão (dos quais já cumpriu 13 anos) por tráfico e tentativa de homicídio, mas responde a diversos outros processos (inclusive por homicídio). Em um dos casos, numa gravação interceptada pela Polícia Civil, ele ordena de dentro da prisão a morte a tiros de um desafeto. Até por isso, Marizan é definido pelo Ministério Público como “indivíduo de alta periculosidade”.
Ele é tão influente na sua facção que foi transferido em 2020 para uma penitenciária federal, fora do Rio Grande do Sul, de onde retornou um ano depois. Aí, foi transferido para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), a mais fortificada do Estado. Lá, Marizan teve recentemente a prisão preventiva decretada (mesmo já estando preso) por falta grave: uso de celular em sua cela, onde estava até o início deste mês.
Em maio, o advogado de Marizan pediu que o cliente fosse transferido para prisão domiciliar. O motivo: precisava fazer uma cirurgia. Devido a um antigo ferimento a bala em uma das pernas, sofria dores e necessitava de cirurgia. Autoridades judiciais concederam a ele o direito de ficar em casa após a operação, “por razões humanitárias”. Marizan deu como endereço um condomínio de luxo em Capão da Canoa. Por precaução, PMs foram até o local informado. Não localizaram o preso, que sequer tinha informado qual casa ocuparia. Ninguém com o nome dele estava no residencial, conforme relatórios repassados à Justiça, aos quais a coluna teve acesso.
O Ministério Público então pediu, na quinta-feira (27), o fim da prisão domiciliar do líder da facção e o retorno dele à Pasc. Tarde demais. Marizan não foi localizado. Agora, uma operação conjunta de busca foi organizada por Polícia Civil (Delegacia de Capturas) e Brigada Militar.
É apenas mais um dentre vários casos recentes de presos soltos por “razões humanitárias” que aproveitaram para fugir. Em fevereiro, Sandro Alixandro de Paula, o Zoreia, ganhou direito a cumprir a pena em casa, apesar de condenado a 243 anos de prisão. Fugiu e só foi localizado nesta semana, pela Polícia Civil, em Belém (Pará), após passar por Argentina e Paraguai.
Em 2020, um outro presidiário, condenado a 90 anos por roubos e estupros, foi libertado pelas autoridades judiciais como precaução contra a covid-19 (ele era de um grupo de risco). Em liberdade, ele assaltou, estuprou e espancou uma manicure, conforme relato dela mesma a GZH. Hora de os magistrados olharem com atenção a quem andam libertando.