“Dez VIDAS eu tivesse, dez vidas eu daria” derradeiras palavras do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, Patrono das Polícias Militar e Civil, que tem ecoado através dos séculos em todos os POLICIAIS valorosos e obstinados que servem à Sociedade Brasileira. Soldado PM CIPOLATO, em ato humanitário de excelsa grandeza espiritual, ainda que extinta sua existência terrena no fiel cumprimento do dever, possibilitou sobrevida a outras 12 pessoas que há muito sofriam, mas agora carregarão dentro de si, uma parte do que foi em vida o amigo, colega, filho, irmão, esposo e pai, não o Alferes Tiradentes e sim o Brigadiano CIPOLATO do 20 BPM da Brigada Militar!!
O significado do fim da vida é uma das perguntas que mais movimentam a existência humana. No caso do soldado Roniclei Luciano Graef Cipolato, que faleceu em serviço pela Brigada Militar na noite do sábado (25/3), o fim da sua jornada encontrou significado no recomeço de outras vidas. Por meio da doação de órgãos do policial, 12 pessoas que estavam na fila de espera foram contempladas e receberam a chance de seguir em frente.
O soldado Cipolato tinha 46 anos. Ele ingressou na Brigada Militar em 2004 e estava lotado na seção de Inteligência do 20º BPM, responsável pelo policiamento de parte da Zona Norte de Porto Alegre. Durante ação policial no bairro Costa e Silva, ele foi baleado. Foi socorrido, mas, infelizmente, não resistiu.
Ao ingressar na BM, o policial militar presta o juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço e à segurança da comunidade, mesmo com risco à própria vida. Exemplar, o soldado Cipolato cumpriu as suas palavras até depois da morte. Que o seu exemplo e a sua memória permaneçam vivos não só nos 12 receptores dos órgãos doados, mas em cada um de nós.
Doação de órgãos
A doação de órgãos após a morte ocorre com qualquer pessoa em morte encefálica, vítima de dano cerebral irreversível. Para ser um doador não é preciso deixar nada por escrito nem registrado em documentos. A doação só acontece após a autorização familiar.
Doar órgão salva vidas e é o maior ato de amor e generosidade que você pode ter.
A equipe do Jornal Correio Brigadiano e Rádio Studio 190, está com programação sendo transmitida diretamente do local do evento, como nossos comunicadores Gilson Noroefé, Marco Rodrigues e Clésio Gonçalves.
O Correio Brigadiano ressalta a importância da Copa para a categoria Brigadiana, bem mais que um evento esportivo e de confraternização, é momento de difusão e troca de informações, papel que o Jornal exerce junto ao público da segurança púbica.
Teremos programação durante os três dias do evento, com Lives ao vivo, entrevistas e programação musical.
Estúdio montado para entrevistas
GALERIA DE FOTOS
Entrevista com Presidentes
Rádio Studio 190 e Correio Brigadiano na 19ª Copa Tiradentes da ASSTBM – Entrevista com Presidente Santellano, Presidente Eleito ABAMF, Galvan, Diretor Ricardo Agra e Diretor Presidente Zibetti
Na quarta-feira (29), a AOFERGS realizou eleição para sua Diretoria Executiva e para o Conselho Administrativo da entidade. A votação ocorreu de forma inovadora utilizando-se de um aplicativo (https://www.aofergs.com.br/app/) o que permitiu ampla participação associadas de todas as regiões do Estado que puderam votar a partir do aplicativo da associação, o que proporcionou agilidade no processo de votação e também na divulgação do resultado. Foi uma disputa acirrada, consagrando-se vencedora a chapa 1, liderada pelo Tenente Paulo Ricardo da Silva, eleito presidente da Diretoria Executiva e o Tenente Roberto Jose Larrossa como vice. Já para o conselho administrativo venceu a chapa3.
A posse dos eleitos acontece dia 21 de abril, em horário a ser posteriormente divulgado.
Na madrugada desta quarta-feira (29/3), policiais militares do 21° Batalhão de Polícia Militar (21°BPM) realizaram o salvamento de um recém-nascido, durante a execução da operação Choque de Ordem, na área de atuação do 20°BPM.
Os policiais estavam deslocando para a delegacia após a prisão em flagrante de um homem por tráfico de drogas quando, na Rua dos Maias, no bairro Santa Rosa, depararam-se com uma mulher e seu filho recém-nascido, que estava engasgado. Os militares realizaram a manobra de Heimlich no local e tiveram sucesso em reanimar o bebê. Posteriormente, quando o neném já se encontrava fora de risco de vida, mãe e criança foram atendidos no Hospital Cristo Redentor.
Texto: Comunicação Social 21°BPM Foto: Divulgação BM
Alunos-soldados são vistos em vários pontos estratégicos, principalmente em esquinas e perto de escolas, reforçando o policiamento a pé nas ruas e dando uma maior sensação de segurança para a comunidade. Eles também atuam na fiscalização, participam de barreiras e operações. “Podem participar de todas as atividades de forma supervisionada. É um reforço muito importante para suprir a necessidade de efetivo”, destaca o comandante do 5º BPM de Montenegro, tenente-coronel Oberdan do Amaral Silva.
A turma que está atualmente em curso na Escola de Formação e Especialização de Soldados (EsFES) se forma em 20 de abril. Até esta data, os alunos seguem trabalhando nas ruas, como forma de estágio e apoiando o policiamento. Atualmente são nove turmas, num total de 264 alunos de várias cidades do Rio Grande do Sul e até de outros Estados. “Estão sendo empregados nas ruas todos os dias, inclusive em finais de semana, quando são encaminhados para cidades maiores, como da Serra Gaúcha, Vale do Sinos e Região Metropolitana”, diz o tenente Fernando Pastorio, coordenador do curso. Ainda não se sabe quantos ficarão no Vale do Caí após a formatura.
Existe a previsão de uma nova turma ingressar ainda neste primeiro semestre no Curso Básico de Formação Policial da Brigada Militar, mas não se sabe o número de alunos, o que depende da definição do Departamento de Ensino, com base no chamamento da segunda turma do concurso de janeiro do ano passado. A expectativa é de um número de alunos semelhante ao da turma atual. Antes disso estão previstas melhorias na estrutura da escola. Inclusive, foi instalado um refeitório, que antes a EsFES não possuía.
O atual curso iniciou em agosto do ano passado, com sete meses de duração, em carga horária de 1.730 horas-aulas, nas modalidades de ensino a distância e presencial. Conforme o diretor da EsFES, major Oscar Bessi Filho, a partir do segundo ciclo os alunos já podem atuar no policiamento de rua. Agora a turma atual já está no terceiro e último ciclo. Os estágios ocorrem não só em Montenegro e região, sendo aproveitados também em eventos pelo Estado, como ocorreu em Gramado, Caxias e Porto Alegre. Recentemente também atuaram no carnaval da Capital e em jogos do Gauchão, incluindo o Gre-Nal. “Os treinamentos de polícia ostensiva, repassados em sala de aula, são vivenciados na prática”, frisa Bessi.
Batalhão Escola Na última semana o comando da Brigada Militar no Estado anunciou a criação de Batalhões Escola, formados por alunos-soldados. Assim, eles deverão atuar também em cidades maiores, como Porto Alegre, Santa Maria, Canoas e litoral.
Os alunos-soldados da EsFES de Montenegro vão atuar em Canoas, sob comando de alunos-oficiais do curso de capitães (CSPM). De acordo com o major Oscar Besi, nem a escola e nem o batalhão de Canoas terão intervenção no planejamento dessa atuação. “O objetivo é dar aos alunos-soldados a oportunidade de atuar com regularidade em áreas de maior índice de criminalidade, dar aos alunos-oficiais a possibilidade de planejar e gerenciar esse tipo de policiamento e dar a essas comunidades um trabalho focado na redução dos índices de crimes violentos.
A terça-feira foi de muito treinamento e instruções para 20 policiais do 1º Regimento de Polícia Montada (1ºRP Mon) da Brigada Militar (BM). Eles se habilitaram para trabalhar com espingarda calibre 12, com munição de impacto controlado, também chamada popularmente de bala de borracha.
O treinamento aconteceu na Sociedade Concórdia Caça e Pesca (Socepe) no município de Itaara. Policiais militares receberam instruções para que possam usar com segurança armas de fogo com munições de impacto controlado, usadas pela Brigada Militar, com utilização da espingarda calibre 12, de forma eficaz e segura. Essas munições, são também chamada de antimotim e são apropriadas para o uso diferenciado da força como instrumento de menor potencial ofensivo, que possibilita o policial a tomar o controle de uma situação sem ferir gravemente o suspeito a ser imobilizado e detido.
O Tenente Leandro Neves de Oliveira, ministrou as orientações com o objetivo de treinar, capacitar e habilitar os militares para a utilização das munições dentro da legislação vigente. Os militares também receberam orientações sobre as diferentes configurações, referências, e especificações técnicas, sobre as distâncias de emprego, de segurança e de utilização.
CBMRS inicia 1º CMAUT da Corporação. – Foto: CBMRS
O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) deu início, nesta segunda-feira (27/3), ao 1º Curso de Mergulhador Autônomo de Busca e Resgate (CMAUT) totalmente gerenciado pela Corporação.
O CMAUT visa capacitar bombeiros militares no serviço de busca e resgate subaquático, atendendo a demanda operacional das unidades que possuem atividade de mergulho. A formação de novos profissionais é fundamental para recomposição das guarnições de mergulhadores autônomos existentes no CBMRS, garantindo a execução do serviço de busca e resgate de pessoas ou a localização de objetos necessários ao interesse público.
Após oito anos sem novos especialistas na área, a execução do Curso marca um grande passo para a Corporação. Segundo o Comandante-Geral do CBMRS, Coronel Eduardo Estêvam Camargo Rodrigues, “é importante não só por ser o primeiro CMAUT do CBMRS como instituição independente, mas também por ser o início de um portfólio de cursos do Corpo de Bombeiros Militar”, citando que este é o primeiro dos mais de 60 cursos já programados para 2023.
O Curso, que tem carga horária de 360 horas/aula, tem previsão de 45 dias de duração com disciplinas de física do mergulho, técnicas de busca subaquática, operações de mergulho, busca e resgate emergencial e adaptação fisiológica à atividade de mergulho, por exemplo. Para isso, os 31 alunos entrarão em um regime de dedicação exclusiva. “A atividade demanda esforço, dar o sangue. Esse espírito é o que move o CBMRS”, finalizou o Coronel Estêvam.
Nos últimos sete dias foram dois casos, que elevou para seis somente nos três primeiros meses do ano. Associação cobra contratação de profissionais de saúde psicológica
Foto: Banco de Imagens
Por CRISTIANO SILVA Portal Gaz
O terceiro mês de 2023 vem chegando ao fim com a marca de seis suicídios de policiais da Brigada Militar (BM). Nessa segunda-feira, 27, o primeiro-sargento Pedro Vargas Moreira, que estava na reserva remunerada em Tramandaí, no Litoral Norte, atirou contra a cabeça com um revólver calibre 38 da marca Taurus registrado em seu nome.
Na segunda-feira da semana passada, o tenente Marcos Antônio do Amaral, do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM) de Caxias do Sul, também se suicidou com um tiro na cabeça. A situação vem preocupando a categoria. Em entrevista à Gazeta do Sul, o soldado José Clemente da Silva Corrêa, que é presidente da Associação Beneficente Antônio Mendes Filho (Abamf), lamentou o momento e afirmou que a situação atual dos servidores da BM não está normal.
“A tropa está doente. O que tem nos preocupado é infelizmente termos que tocar neste tema delicado que é o suicídio, em que temos o maior indicador do Brasil. Desde 2021, quando 12 militares tiraram a vida, essa situação vem se agravando. Em 2022 foram nove e agora já chegamos a seis em apenas três meses”, disse o soldado.
Natural de Uruguaiana e com uma passagem de três anos por Santa Cruz do Sul, entre 1995 e 1997, Clemente preside a entidade que representa a grande massa de policiais militares no Rio Grande do Sul, com 8 mil associados, desde soldados até coronéis. Ao todo, são 16 sedes regionais, incluindo Santa Cruz do Sul.
José Clemente da Silva Corrêa é presidente da Abamf
Para ele, os atendimentos psicológicos dentro dos batalhões surtem pouco efeito, uma vez que as vítimas tratam com oficiais superiores dentro da própria BM e não se sentem confortáveis em expor as situações. Segundo Clemente, há descontentamentos diversos dentro da tropa em relação ao Estado, desde a cobrança e pressão por resultados, passando por assédio moral até o plano de carreira, que não atende aos anseios dos policiais de linha de frente.
“Temos tentado buscar, por meio do comando da Brigada, uma solução. A saúde mental dos policiais militares está muito fragilizada e requer atenção. O governo precisa providenciar de forma urgente a contratação de profissionais de saúde mental e descentralizá-los do Estado, para que o militar não enxergue o oficial na sua frente mas sim o profissional médico”, disse o presidente da Abamf.
Mais um homicídio de PM na Capital
Na entrevista à Gazeta, o presidente da Abamf também comentou o caso do policial militar assassinado por um criminoso na noite de sábado, em Porto Alegre. O soldado Roniclei Luciano Graef Cipolato, de 46 anos, foi morto com um tiro no tórax enquanto perseguia um indivíduo em cima de um telhado, no Bairro Costa e Silva, em um ofensiva contra o tráfico de drogas. Em 11 de janeiro, outro PM, Lucas de Jesus Lima, de 27 anos, foi morto a tiros durante um assalto, também na Capital do Estado.
“Estamos vendo a exposição dos policiais militares nesses locais onde o tráfico impera e a violência está aumentando, pois o delinquente busca enfrentar a polícia. As abordagens precisam ter uma cautela e nossos colegas devem contar com maior atenção, pois casos assim vêm aumentando no nosso Estado. Temos que ter a percepção real desse cenário”, salientou o soldado José Clemente da Silva Corrêa.
Um homem entrou em confronto com policiais militares e acabou morto, na noite dessa terça-feira, na zona Sul da capital. O efetivo abordou o suspeito na rua Upamaroti, no bairro Cristal, depois que usuários de um ônibus informaram a guarnição de que ele havia entrado no coletivo, da linha Cohab/165, portando uma arma de fogo.
Os PMs abordaram o veículo, mas o homem já havia descido, na altura da avenida Divisa. O setor de inteligência da corporação localizou o suspeito e, quando o policiamento ostensivo chegou, ele disparou várias vezes contra os militares, que conforme o registro da ocorrência, revidaram. Não identificado até o fim da noite, o homem morreu na hora.