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“Nunca fiquei sentado atrás da mesa”, diz diretor que assume o comando do Presídio Central após saída da BM

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Luciano Lindemann, 46 anos, afirma que foco inicial é garantir o tratamento penal adequado aos detentos  

BRUNA VIESSERI GZH

De agente penitenciário a novo diretor do Presídio Central de Porto Alegre, Luciano Lindemann passou por áreas diferentes antes de escolher a segurança pública como missão. Trabalhou em imobiliária, em escritório de advocacia, atuou com licitação de contratos do Estado e foi responsável pela renovação de concessão de serviços de radiodifusão. Mas foi dentro de casas prisionais gaúchas que encontrou propósito: reintegrar pessoas presas ao convívio a sociedade. Agora, no comando da cadeia que já foi considerada a pior do país, defende o diálogo aberto, mas sério, junto aos encarcerados, e diz que esse trabalho trará benefício a todo RS.

Ele assume a casa em um momento simbólico: em breve, a antiga estrutura do Central, dividida em pavilhões, não vai mais existir. No espaço, são montados módulos que prometem dar estadia mais digna ao detento. Outra mudança que ficará marcada na história da cadeia é a saída da Brigada Militar da administração, que deveria ser provisória mas perdurou por 28 anos.

Em uma ação cheia de significados, a substituição dos PMs por agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) foi concretizada em uma conferência de presos, na sexta-feira (1º), em operação conjunta entre as duas instituições.

Anunciado na quinta-feira (31), Lindemann assumiu o cargo de diretor, na prática, na sexta. Ele chega ao Central com uma equipe de 30 servidores, que vai trabalhar na gestão da casa. O grupo, “altamente qualificado”, já participou de aberturas de demais casas prisionais do Estado, diz o diretor. Há ainda 180 agentes que passam a atuar em segurança, logística e comunicação com presos.

Currículo

Aos 46 anos, Lindemann traz experiências múltiplas. Ainda na adolescência, trabalhou no escritório de advocacia do pai, nas áreas cível e trabalhista, e também teve passagem pela imobiliária da mãe. Serviu o Exército, formou-se em Administração Pública e passou pelo Ministério das Comunicações, atuando na área de concessão de serviços de radiodifusão, em 1999.

Em 2002, se tornou servidor do Estado e passou a atuar na área de licitação em contratos de compras da secretaria de Administração. Em 2006, decidiu prestar concurso público e entrou para a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Passou pela preparação e assumiu como agente penitenciário em 2007.

 Atuou na Penitenciária Modulada Estadual de Osório e na inteligência da Susepe dentro da Secretaria da Segurança Pública (SSP-RS). Depois, foi alçando posições dentro na instituição: chefiou o então Instituto Penal de Canoas e presídios na região do Vale do Sinos.

Foi chefe na 1ª Delegacia Penitenciária Regional do Vale do Sinos por cerca de cinco anos e acompanhou a construção da Penitenciária Estadual de Canoas 1 (Pecan 1) e, depois, do complexo (que reúne Pecan 2, 3 e 4).

Na Capital, passou pelo Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier e, por último, dirigiu o Instituto Psiquiátrico Forense. Fez também uma pós-graduação em Segurança Pública Integrada.

Foi dentro de casas prisionais gaúchas que encontrou propósito: reintegrar pessoas presas ao convívio com a sociedade.

— De todos os lugares que passei, tenho certeza que o Central será o mais marcante. Ele foi um símbolo para a sociedade de forma negativa por algum tempo. Mas estamos empenhados em transformá-lo em uma casa modelo.

Casado e pai de três filhos (uma menina de oito anos e dois jovens, de 25 e 26), o novo gestor nasceu e mora em Porto Alegre.

Futuro da cadeia

Com vasta experiência dentro de unidades prisionais, tem uma visão clara do que pretende dentro do novo Central:

Nosso foco inicial é garantir o tratamento penal adequado para as pessoas presas. Assim que começar a ocupação dos módulos novos, queremos que os presos tenham acesso a educação, saúde e ao trabalho.

LUCIANO LINDEMANN

— Nosso foco inicial é garantir o tratamento penal adequado para as pessoas presas. Assim que começar a ocupação dos módulos novos, queremos que os presos tenham acesso a educação, saúde e ao trabalho. Em especial, vamos focar na qualificação profissional da pessoa que está aqui, para que ao retornar para a sociedade tenha um caminho já pré-traçado, consiga se sustentar e possa mostrar para a sociedade que está apto a voltar ao convívio social. É a nossa grande missão.

O diretor ressalta que o preso, no Central, tem acesso ao Núcleo de Educação de Jovens e Adultos (Neja) e a Unidade Básica de Saúde (UBS).

Em relação ao trabalho dentro da cadeia, Lindemann afirma que um grupo, que reúne psicólogos, assistentes sociais, equipe jurídica e demais integrantes do governo, planeja formas de oferecer aos detentos capacitação profissional. Como os presos no Central são provisórios — ainda não tiveram julgamento e sentença — as atividades devem ser rápidas, como cursos de dois, três ou seis meses.

Em 2011, quando dirigia o Instituto Penal de Canoas (IPC), Lindemann já trabalhava no objetivo de reintegrar os encarcerados. Naquele ano, um projeto que inseriu presos no mercado de trabalho ganhou força e 90% das pessoas do regime semiaberto da casa realizavam atividades, oferecidas em parceria com a prefeitura do município. À época, o então administrador da casa prisional afirmou que quase 30 mil pessoas do IPC iriam, na sequência, “retornar ao convívio social”.

— Sempre acreditei que, se a sociedade estiver envolvida no tratamento e na oportunização de trabalho, a pessoa presa tem mais condições de voltar à sociedade de maneira saudável, de não reincidir. Acho que parte da gente, enquanto ser humano, entender que é preciso acreditar nas pessoas. Tenho esse sentimento como missão, e o levei por todos os lugares que passei.

Contato com preso

Lindemann diz que não tem perfil de chefia que “fica sentada atrás da mesa”:

— Em todos estabelecimentos que administrei, nunca fiquei sentado atrás da mesa. Sempre fui até o preso, no pátio, na conferência, já estive em audiências. Eu e minha equipe sempre atendemos, até porque é um direito deles.

O gestor afirma que o primeiro contato com detentos do Central — cerca de 800 homens ainda estão detidos do pavilhão B — ocorreu junto da agora ex-diretora da casa, major Ana Maria Hermes. Segundo Lindemann, os encarcerados “estão tranquilos em relação à mudança na direção e sobre a futura transferência”, necessária para conclusão da nova estutura do Central.

Da troca que teve ao longo da trajetória, o gestor lembra do episódio em que um detento foi chamado por uma empresa para atuar em São Paulo, logo após ganhar liberdade. O homem havia ficado preso por cerca de três anos, e trabalhou durante metade desse período. O caso ocorreu em 2009, quando Lindemann dirigia o IPC.

— Ele fazia parte do projeto que previa trabalho laboral aos detidos e já atuava nesta empresa havia algum tempo. Quando estava para sair, lembro que me falou que a empresa iria abrir filial em São Paulo, e que o dono da empresa disse que queria levar ele junto, porque trabalhava muito bem. Me lembro dele emocionado. É algo gratificante, um dos casos que mais me marcou, é o sinal de que quando fazemos esse trabalho bem feito, ele dá resultados. Cada pessoa que volta para um convívio correto e harmonioso representa uma vitória para a sociedade.

Diante do novo desafio, Lindemann celebra o retorno de agentes da Susepe ao presídio, “retomando sua atribuição de cuidar do sistema prisional gaúcho”. Ele também destaca que, dessa forma, policiais militares “qualificados para o trabalho ostensivo” retornam para suas posições, contribuindo para a segurança nas ruas.

Luciano Lindemann foi escolhido pelo governo gaúcho como novo diretor do Presídio Central Jefferson Botega / Agencia RBS

Cães de busca e salvamento dos Bombeiros recebem treinamento para certificação

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Atividade visa preparar animais para etapa nacional, prevista para o fim deste mês

O Corpo de Bombeiros Militares (CRM) do Rio Grande do Sul realizou, nesta semana, um treinamento destinado para a prova de certificação dos cães de busca e salvamento pertencentes à corporação. A atividade ocorreu no Parque de Eventos Olmiro Brandão, em Nova Santa Rita, na região Metropolitana.

“Para que os cães possam atuar no Rio Grande do Sul, com busca e salvamento, eles devem ser aprovados antes”, explica a capitã da Companhia Especial de Busca e Salvamento (CEBS), Cátia Cilene Silveira Gonçalves.

O objetivo do treinamento era o nivelamento do conhecimento e o melhoramento das atividades de busca, salvamento e resgate com cães, visando a certificação nacional dos animais, prevista para o fim deste mês.

O treinamento de obediência e destreza envolvia atividades como transposição de obstáculos e direcionamento. Já as buscas foram treinadas em áreas de mata nativa e reflorestamento.

Foto: Divulgação/UFP

FONTE Ricardo Pont Rádio Guaíba

Um herói que morre, outro que é condecorado

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Na semana em que PM foi assassinado ao impedir feminicídio, outro policial militar recebe honraria, anos após resgatar família vitimada por desastre

HUMBERTO TREZZI GZH

Lincke (à direita) e Gabriel, no dia do resgate Tiago Lincke / Arquivo Pessoal

O policial militar Marcelo Wille Thurow honrou o lema da profissão: “servir e proteger”. Foi ao impedir um feminicídio em Nova Prata, no último fim de semana, que ele acabou baleado na cabeça. O tiro levou à sua morte, dias depois.

O autor do disparo foi um homem enfurecido, Guilherme Mariano, que ameaçava a namorada, uma policial civil, com a própria arma dela. A mulher foi bastante agredida, até que vizinhos ouviram seus gritos e chamaram a BM.

Os PMs foram recebidos a tiros e revidaram. Mariano morreu na hora, Thurow na quarta-feira (31), apesar das cirurgias a que foi submetido.

A verdade é que o serviço policial é feito de urgências cotidianas, como os gritos desesperados da mulher que era espancada pelo marido ciumento. E a morte pode estar à espreita num episódio banal.

Na maioria das vezes, policiais morrem não em grandes operações preparadas contra o crime organizado, mas em ocorrências para as quais foram chamados às pressas.

Thurow é um herói e foi assim saudado, pelos colegas e pela comunidade, só que após a morte. Felizmente, alguns policiais conseguem receber honrarias em vida.

É o caso do soldado Tiago Israel Lincke, que nesta semana foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Três Coroas. O motivo é um ato de bravura do qual ele foi protagonista, em 3 de fevereiro de 2019.

Lincke resgatou uma família que estava presa dentro de um Voyage capotado numa ribanceira às margens da RS-115, em Gramado, na serra gaúcha. O veículo ficou pendurado em uma árvore, sobre um abismo.

O policial estava de folga, quando viu um grupo de pessoas na estrada tentando retirar do carro Maico Presse, a esposa dele, Paula, e o filho Gabriel, de sete anos. O veículo capotou durante uma chuvarada e estava suspenso num despenhadeiro, com rodas para cima, por ter parado na copa de uma árvore.

O Voyage balançava e qualquer movimento brusco poderia fazê-lo rolar penhasco abaixo. O soldado se esgueirou por baixo do carro e conseguiu pegar o menino, ainda com o Voyage balançando. Foi usado um cinto para suspender Gabriel até um voluntário, civil, que estava na parte de cima do barranco. Minutos depois chegaram bombeiros, que amarraram o veículo com uma corda e ajudaram a resgatar os pais do garoto, ainda presos no carro.

Lincke já foi homenageado algumas vezes por vereadores e prefeitos, mas aguarda há mais de quatro anos que a BM lhe conceda promoção por bravura, para o posto de sargento. Uma sindicância recomendou a honraria, mas a Comissão de Avaliação e Mérito da BM negou depois, por duas vezes, o reconhecimento do ato.

A situação do soldado sensibilizou o Comandante da Brigada Militar, coronel Cláudio Feoli, que considera ter ocorrido um ato de bravura. Semana passada ele recomendou à Comissão de Avaliação e Mérito da BM que faça reanálise do caso.

Será que enfim o heroísmo de Lincke será reconhecido em vida?

Em manhã de homenagens e reconhecimentos, Brigada Militar se despede do Presídio Central

Ato contou com troca de guarda entre militares e policiais penais e passagem da chave da unidade entre comandantes; quase 200 brigadianos agora devem reforçar patrulhamento nas ruas

LUIZ DIBE GZH

Ato teve PMs e policiais penais se cruzando em marcha Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Chamada pelo Estado em 1995 para disciplinar a maior cadeia do Rio Grande do Sul, a Brigada Militar (BM) marchou, na manhã desta quinta-feira (31), pela última vez sobre os paralelepípedos do Presídio Central de Porto Alegre. A despedida ocorreu em ato solene o qual reuniu o grupo de 180 brigadianos remanescentes da missão que interrompeu série de rebeliões em 1994 e deveria ter durado 180 dias, mas perdurou por 28 anos.

A troca da guarda teve ato simbólico, com a retirada dos policiais militares e ingresso dos agentes da Polícia Penal do Estado, igualmente em marcha, diante das colunas do antigo prédio administrativo. A major Ana Maria Hermes, ex-diretora da penitenciária, entregou a chave do Central para o novo dirigente, agente penitenciário Luciano Lindemann.

A cerimônia foi conduzida pelo governador do Estado, Eduardo Leite, e contou com a presença de autoridades e servidores estaduais das forças de segurança.

— O Estado trabalha para qualificar sua estrutura prisional, para que não ocorra mais a liberação de presos que trazem risco para a sociedade, sob a argumentação equivocada de que não há vagas — declarou o governador.

Leite comentou a construção de duas novas penitenciárias, em Porto Alegre e Charqueadas, que juntas disponibilizarão mais de 3,5 mil vagas, com investimento de cerca de R$ 300 milhões. O governador também citou a convocação de 400 aprovados em concurso para que se tornem novos soldados da BM.

O governador ainda prestou agradecimentos aos milhares de policiais militares que prestaram serviço no Central ao longo dos 28 anos (estima-se cerca de 10 mil) e ofereceu condolências à família do soldado da BM Marcelo Wille Thurow, falecido nesta quinta-feira, após ser baleado durante o atendimento a uma ocorrência de violência doméstica em Nova Prata.

Secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Luiz Henrique Viana, também prestou seu reconhecimento à Brigada Militar pela contribuição nos últimos 28 anos.

— Estas paredes na nossa frente abrigaram um dos capítulos mas terríveis da história do Estado, que espalhou pânico pelas ruas da Capital e obrigou o governo a convocar a Brigada  — apontou, se referindo às rebeliões e fugas ocorridas nos anos 1990.

Viana, no entanto, afirmou que a nova cadeia pública representará uma grande mudança na forma como a sociedade gaúcha se relaciona com aqueles que estão em conflito com a lei.

Em sua manifestação no ato, o chefe da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Mateus Schwartz dos Anjos, lembrou que o Presídio Central era motivo de “vergonha” para a sociedade.

PMs que saem do Central devem reforçar policiamento

Os mais de 180 policiais militares dispensados da missão com a troca da guarda no Central receberão novas funções, que poderão ser de policiamento ou apoio administrativo, de acordo com as demandas existentes nos batalhões para onde forem designados.

Conforme o comandante-geral da corporação, coronel Cláudio dos Santos Feoli, a preparação dos brigadianos que até então realizavam atividades de guarda prisional, para que possam reintegrar as tarefas típicas de policiamento ostensivo e de apoio à gestão, ocorrerá dentro do programa de educação continuada, o qual desenvolve ações de capacitação para a tropa.

— A função que será dada a cada um destes servidores dependerá do perfil, da aptidão e da demanda em cada unidade para onde forem realocados — explicou Feoli.

A expectativa é que os policiais estejam à disposição para as novas atividades a partir de 11 de setembro.

Em sua análise, o secretário da Segurança Pública, Sandro Caron, definiu que o sistema de segurança do Estado sai fortalecido com a renovação e a ampliação das vagas prisionais e com a reintegração dos policiais militares, associadas a outros investimentos.

Na avalição do Sindicato da Polícia Penal do Rio Grande do Sul, entretanto, faltam 5 mil agentes para se somarem aos cerca de 6 mil da ativa.

— Somente do último concurso, há mais de 2,7 mil aprovados aptos para assumirem suas funções, mas para que sejamos chamados será preciso que o governo amplie a quantidade de vagas prevista em lei — destacou Karina Carvalho Bernardes, representante de um grupo de concursados que cobra a abertura e preenchimento das vagas.

Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
Ato também teve protesto de aprovados em concurso para a Polícia Penal, que cobram chamamentoRonaldo Bernardi / Agencia RBS

Morre policial baleado durante confronto em Nova Prata

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Marcelo Wille Thurow foi baleado ao tentar libertar policial civil que era ameaçada pelo namorado em apartamento

ALINE ECKER PIONEIRO

Foto: reprodução

O policial militar Marcelo Wille Thurow, 42 anos, morreu nesta quinta-feira (31) após passar quatro dias internados no Hospital Pompéia, em Caxias do Sul, depois de ser baleado no rosto ao atender uma ocorrência em Nova Prata na madrugada de domingo (27). Na mesma ação morreu Guilherme Dallazem Mariano, 32, que ameaçava a namorada com uma arma, dentro de um apartamento. A morte do soldado da Brigada Militar (BM) foi divulgada na rede social oficial da corporação.

O confronto foi registrado por volta da 1h do domingo, na Avenida Conego Peres, no centro de Nova Prata. De acordo com informações da polícia, a BM foi acionada por vizinhos sobre um caso de violência doméstica. Ao chegar ao endereço, os policiais ouviram gritos de uma mulher, uma policial civil de Nova Bassano e namorada de Mariano.

Conforme  a corporação, ela era refém do homem e pedia socorro, já que era ameaçada com arma de fogo. Ainda segundo a polícia, a equipe da BM tentou negociar com Mariano para que libertasse a vítima e entregasse a arma. Ele não obedeceu e disparou contra os brigadianos, que revidaram. Mariano morreu no local. 

Já o soldado Wille foi baleado no rosto e, em seguida, foi removido em estado grave para atendimento e internação em Caxias do Sul. A mulher, que havia sido agredida pelo companheiro, foi conduzida para atendimento médico. Segundo a polícia, Mariano tinha antecedentes criminais por porte ilegal de arma, posse de drogas, furto de veículo, desacato, perturbação da tranquilidade, violação de domicílio e histórico de violência doméstica.

O soldado Wille ingressou na BM em 27 de junho de 2006 e estava trabalhando no 3º Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (3º Bpat). O velório do policial será na Câmara de Vereadores de Nova Prata. O sepultamento será no município de São Lourenço. Em nota, a Brigada Militar se solidarizou com familiares e amigos do soldado e reforçou a importância de combater a violência doméstica: “Em pleno Agosto Lilás, o falecimento do soldado Wille relembra a necessidade da luta diária pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher e reforça o papel das forças de segurança pública e da justiça na proteção às vítimas. O lamentável acontecido também representa uma perda que não é só dos familiares e amigos, tampouco somente da Brigada Militar, mas sim de toda a sociedade, pois cada policial faz a diferença na proteção de todos e na garantia da justiça, da paz e do bem-estar social”.

Senadores anunciam PEC que proíbe militares da ativa em eleições

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NOTA JCB: A proposta INICIALMENTE exclui os Policiais Militares, mas governos estaduais tendo como base a iniciativa do Governo Federal, podem pressionar por uma legislação abrangente que torne os MILITARES BRASILEIROS CIDADÃO DE 2ª CLASSE COM MENOS DIREITOS E MAIS DEVERES. Para a classe Política é um absurdo militares de ficha limpa concorrerem a cargos, mas tudo dentro da normalidade políticos pilhados de processos e até condenados em segunda instância, estarem na política.

Governo e senadores discutiram proposta com Ministério da Defesa e com os comandos das Forças Armadas

Agência Brasil

Um grupo de senadores fechou um acordo com o governo federal para apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que restringe a participação de militares das Forças Armadas em processos eleitorais. A ideia é que, para disputar cargos eletivos, membros tenham que deixar a carreira militar, entrando para a reserva. “Estamos de acordo, enquanto governo vamos apoiar essa iniciativa de senadores, que devem apresentar essa PEC no Senado o mais rápido possível”, destacou o ministro Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais, após uma reunião no Ministério da Defesa. “A proposta de emenda constitucional apresentada pelos senadores se restringe à questão de candidaturas eleitorais. O militar que, estando na carreira militar, queira entrar para o processo político-eleitoral, terá que entrar para a reserva”, acrescentou.

O Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa, em conjunto com os comandos militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea, vinham debatendo propostas de texto com restrições a participação de militares em cargos políticos. Nas primeiras versões, as restrições eram mais amplas e abrangiam até mesmo a nomeação de militares da ativa em cargos como o de ministro de Estado. “Originalmente, tinha a inclusão de ministros e, na evolução do diálogo, se percebeu que isso poderia caracterizar um tom discriminatório, e isso não é objetivo nosso”, ponderou o líder do governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), que será o autor da PEC.

Segundo ele, o texto deve ser apresentado em cerca de duas semanas, já que precisa ter o apoio prévio de pelo menos 27 senadores, por ser uma proposta de emenda constitucional. Wagner foi ao ministério da Defesa acompanhado do senador Otto Alencar (PSD-BA), que é líder da maior bancada partidária no Senado – com 15 senadores -, e também do senador Renan Calheiros (MDB-AL). “Evidentemente, estamos aqui porque não seria razoável adentrar com uma PEC dessa sem consultar o ministro da Defesa e saber como isso seria recebido internamente pelas Forças Armadas. E, felizmente, o ministro nos transmite que há uma pacificação no comando das Três Forças, e do próprio ministério em relação a esse tema, que eles acham positivo para a convivência dentro das forças, que exige, basicamente, como doutrina, a hierarquia e a disciplina”, argumentou Wagner.

Para o senador, “alguém que sai para enfrentar uma campanha é obrigado a estar nos palanques, expressar opiniões, inclusive sobre as forças, e o retorno pode criar algum constrangimento ou mal-estar”. Com o apoio interno das Forças Armadas, o petista vê com otimismo o avanço da proposta no Congresso Nacional. Sobre a possibilidade de militares da ativa poderem assumir cargos como os de ministro de Estado, o parlamentar explicou que, nesses casos, não se trata de um ato voluntário de um militar, mas sim um convite, e ele não poderia ser “penalizado”.

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, reforçou que o assunto está pacificado entre os militares que comandam as Três Forças. “O básico, o que nós desejávamos, e que as forças concordam, na sua totalidade, é que quem quiser ser militar não pode disputar um cargo político e depois voltar para os comandos. Isso é uma coisa que está pacífica”, disse o ministro. “Estamos zelando pelas Forças Armadas e pela classe política. Isso é uma coisa que purifica as relações e deixa cada um no seu quadrado”, completou. 

PM sem restrições

De acordo com o senador Jacques Wagner, a PEC não deve incluir integrantes das polícias militares, já que, para ele, o tema deve ser objeto de projetos de. “Aqui estamos tratando de forças que devem sua hierarquia ao ministro da Defesa e ao presidente da República. As polícias militares têm como comandante em chefe, os seus governadores. Então, seria muito arriscado você tomar uma iniciativa dessa sem fazer uma consulta com os governadores. Nós não vamos misturar as coisas, isso terá que ser discutido pelos governadores de estado”, afirmou o parlamentar.

Ministro Alexandre Padilha | Foto: Valter Campanato / ABr / Divulgação CP

Colégios Tiradentes da BM abrem inscrições para processo seletivo 2024

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Entre as novidades do certame, vagas para alunos atletas e dependentes de militares do Exército Brasileiro

A Brigada Militar lançou o edital para o preenchimento de 558 vagas para o ano letivo 2024 dos Colégios Tiradentes. As vagas são para o 1º ano do Ensino Médio, nos municípios de Porto Alegre, Passo Fundo, Santa Maria, Ijuí, Santo Ângelo, São Gabriel, Pelotas e Caxias do Sul. As inscrições começam no dia 28 de agosto e podem ser realizadas até o dia 29 de setembro, pelo link https://secure.upf.br/apps/web/tiradentes/inscricao.php.

Do total de vagas, 198 são destinadas a dependentes de policiais da Brigada Militar (BM) e 29 são para dependentes de bombeiros do Corpo de Bombeiros Militares (CBMRS). Nesses dois casos, os dependentes só podem participar do certame caso os responsáveis estejam na ativa ou, desde que com remuneração, na condição de reserva ou reformados.

Nas vagas para a comunidade em geral, 109 são para egressos do ensino público, desde que tenham cursado integralmente os últimos três anos do ensino fundamental em escola pública, e 186 são para ampla concorrência. Neste ano, também estão previstas oportunidades para dependentes de militares do Exército Brasileiro (8 vagas) e para atletas (16 vagas).

O processo seletivo será composto por três etapas, sendo elas prova escrita (exame intelectual), exame de saúde e exame físico. A primeira etapa será composta por 25 questões de Língua Portuguesa e 25 questões de Matemática e realizar-se-á no dia 22 de outubro, às 8h30, em cada uma das unidades dos Colégios Tiradentes. A segunda etapa será no dia 9 de novembro, das 8h às 11h. Já a terceira etapa será nos dias 29 e 30 de novembro e contará com flexão de braço, teste de resistência abdominal e corrida de 12 minutos.

Inscrições – As inscrições serão realizadas ao valor de R$ 200. Os pedidos de isenção da taxa deverão ser solicitados pelo envio do formulário presente no edital, para o e-mail da unidade para a qual o candidato se inscreveu, junto aos documentos que comprovem a inscrição como beneficiário dos programas sociais do Governo Federal, até o dia 29 de setembro.

Resultados e matrícula – O resultado final dos aprovados será divulgado no dia 15 de dezembro, pelo site da Brigada Militar. As matrículas poderão ser realizadas entre os dias 19 e 22 de dezembro, em locais divulgados posteriormente por cada colégio.

Edital – As informações sobre a seleção podem ser consultadas no edital, disponível no link https://www.bm.rs.gov.br/colegios-tiradentes-2024.

Serviço:
Colégio Tiradentes | Processo seletivo 2024
Cidades: Porto Alegre, Passo Fundo, Santa Maria, Ijuí, Santo Ângelo, São Gabriel, Pelotas e Caxias do Sul;
Investimento: R$ 200;
Inscrições: www.brigadamilitar.rs.gov.br/colegio-tiradentes-2024;

Calendário:
Inscrições: 28 de agosto a 29 de setembro;
Prova escrita: 22 de outubro;
Exame de saúde: 9 de novembro;
Exame físico: 29 e 30 de novembro;
Resultado final: 15 de dezembro;
Matrículas: 19 a 22 de dezembro.

Texto: jornalista Ícaro Ferreira/PM5/Brigada Militar
Imagens: comunicação da Brigada Militar

Seleção será realizada por meio de exame intelectual, exame de saúde e exame físico – Foto: Estagiária Sthéfani/PM5

Novo mapa estratégico reforça entrosamento entre polícias Civil e Brigada Militar no RS

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Regionais Integradas de Segurança Pública são primeiro passo para instalação de centros unificados de Comando e Controle

HUMBERTO TREZZI GZH

Desde junho, o Rio Grande do Sul conta com Regiões Integradas de Segurança Pública, um projeto antigo, mas que jamais tinha sido implementado. Criadas pelo governo Eduardo Leite por meio do decreto 57.060, elas propõem um novo arranjo na divisão em microrregiões dentro do Estado, em que as polícias e os demais órgãos da área de segurança contemplem cidades com demandas comuns.

Ainda existem 33 delegacias regionais da Polícia Civil e 21 comandos regionais da Brigada Militar, mas em grande parte deles a ideia é unificar as decisões estratégicas, com a criação de Centros Integrados de Comando e Controle (CICC). Esses locais terão presença de todos os órgãos de segurança, possibilitando customizar políticas à realidade local, potencializando a ação das autoridades e racionalizando recursos.

Um dos entusiastas, que batalhou para elaborar o decreto, é o presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (ASOFBM), tenente-coronel Roger Vasconcellos. A justificativa, pondera ele, é que o crime organizado não tem fronteiras, então as polícias devem também se adaptar.

Até o momento, elas prestam serviço num modelo tradicional, cada polícia agindo com sua atribuição. Mas é preciso combinar estratégias de policiamento.

O Rio Grande do Sul tem microrregiões muito específicas, é preciso ressaltar. Os CICC deverão customizar políticas à realidade local. A resposta aos eventos de segurança será técnica e colegiada, com preponderância momentânea do órgão mais apto a lidar com o evento (liderança situacional).

— Quando há demanda de desastre natural, o comando fica com a Defesa Civil. Uma demanda de investigação, coordenação da Polícia Civil. Controle de distúrbios, coordenação da BM. E assim por diante. Tudo isso auxiliado por videomonitoramento, perícia e outros aparatos.  Hoje o cenário padrão é de unidades autônomas, que pouco conversam entre si. É preciso uma ruptura desse parâmetro — analisa Vasconcellos, um estudioso do tema.

O comandante da BM, coronel Cláudio Feoli, ressalva que o entrosamento já foi alcançado informalmente em grande parte das regiões gaúchas. A ideia dos CICC é que isso seja sistematizado, inclusive com chefias atuando num mesmo prédio de comando, para maximizar os recursos.

— As Regiões Integradas são um avanço para segurança pública, que já colhe frutos, perpetuando a integração entre as forças policiais (estaduais e municipais) e o sistema de persecução penal — elogia Feoli.

O objetivo é mesclar uma cultura de integração e de inteligência com as demandas locais, alcançando o ápice da prevenção ao crime. Inclusive já existem Centros Integrados em Porto Alegre, Santa Maria e Canoas, por exemplo, além de um em implantação em Caxias do Sul,  mas não ainda com toda a abrangência desejada para modelo dos CICC.

No futuro, as centrais devem integrar também órgãos do sistema de Justiça Criminal, pois MP, Defensoria e a OAB, além do Juizado de Garantias, poderão atuar em tempo real e conhecer as demandas e ações adotadas, opina Vasconcellos.

Autoridades debatem durante construção do Centro Integrado de Segurança Pública em Caxias do Sul, a ser inaugurado este ano Rodrigo Rossi / Divulgação

Governo sanciona lei que dá incentivos para investimento nas Guardas Municipais

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Estado fica autorizado a repassar recursos do Piseg para municípios investirem em suas guardas municipais

Por Redação Rádio Pampa

O governador Eduardo Leite sancionou a Lei 15.989/2023, que altera o Piseg (Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública no Rio Grande do Sul).

A lei, resultado de um projeto do deputado Delegado Zucco (Republicanos) aprovado pela Assembleia Legislativa, inclui as guardas municipais no programa de incentivo a investimentos.

Esse programa vem garantindo investimentos nas forças de segurança do Estado. Atualmente, mais de 40 cidades gaúchas contam com Guardas Civis, contemplando uma população de 6,5 milhões de pessoas.

O deputado Delegado Zucco comentou a decisão do governador afirmando que “esse é, sem dúvida, um momento histórico para a segurança pública do Estado. A sanção do projeto na íntegra demonstra o comprometimento do governo com a pauta da segurança pública. As cidades que já contam com Guarda Municipal poderão fortalecer seu efetivo, adquirindo armamento, viatura e equipamentos. Já as cidades que não implantaram GM, terão agora uma forma importante de financiar uma guarda civil para atuar de forma unificada com as forças de segurança”, celebrou o parlamentar.

Como funciona

Através do Piseg, as empresas poderão destinar até 5% de débitos de ICMS para que as guardas civis adquiram viaturas e invistam em armamento, coletes e equipamentos. Em vigência desde 2019, o programa já destinou mais de R$ 100 milhões para aquisição de viaturas, coletes, capacetes e itens de tecnologia da Brigada Militar e Polícia Civil.

Aplicativo para servidores do Estado passa a contar com simulador de tempo de aposentadoria

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Novidade foi apresentada em evento de comemoração dos três anos do Servidor RS

No lançamento da funcionalidade, participantes ressaltaram importância de se atentar para demandas dos usuários – Foto: Robson Nunes/Ascom Sefaz

Servidores do Estado agora contam com mais uma ferramenta para planejarem o futuro: o simulador de tempo de aposentadoria. A funcionalidade passou a ser oferecida no aplicativo Servidor RS, que conta com mais de 83 mil usuários, entre colaboradores ativos, inativos e pensionistas. A novidade foi anunciada nesta terça-feira (29/8), em evento para servidores de diferentes áreas no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre. O encontro marcou o aniversário de três anos do aplicativo.

Até então, o simulador só podia ser acessado via computador ou notebook, por meio do Portal do Servidor. Agora, passou a ser ofertado dentro do aplicativo, com um design mais simples e acessível. Com ele, é possível simular o tempo já trabalhado no serviço público e na iniciativa privada, a partir da base de dados já incluídos previamente no sistema de recursos humanos do Estado.

Clicando na aba “Períodos averbados”, os servidores podem conferir se já adicionaram todas as suas passagens por outras empresas ou órgãos públicos antes de ingressarem no Estado. Na aba “Simulador”, é possível ver a contagem de dias necessários até a aposentadoria, conforme cada uma das regras disponíveis, como idade ou tempo de serviço. O aplicativo também informa quais requisitos ainda precisam ser preenchidos. Para servidores que possuem mais de um vínculo com o governo, é possível ver cada um separadamente.

Nesta primeira versão, as regras vigentes são as do Regime Jurídico Único. Categorias que possuem regimes diferentes, como magistério, Brigada Militar e Polícia Civil, ainda não estão contempladas. Técnicos estão trabalhando para poder oferecer a funcionalidade também para esses grupos.

Durante o evento, o subsecretário do Tesouro do Estado, Eduardo Lacher, destacou a parceria entre diferentes áreas do governo para chegar à versão atual do aplicativo. Para ele, a discussão com servidores fez com que a ferramenta passasse a ter cada vez mais aprovação pelos usuários.

“Temos de devolver para a sociedade aquilo que ela espera. A tecnologia existe para as pessoas. Estamos sempre buscando entender o que é de maior valor para os servidores”, afirmou.

A diretora de Soluções Digitais do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs), Karen Maria Gross Lopes, reforçou os três eixos principais do Servidor RS – inovação, experiência do usuário e relacionamento –, lembrando que, por muitos anos, o governo trabalhou sem tanto contato direto com o público. “Fomos constantemente desafiados pelo Tesouro a fazer diferente. A missão foi desenvolver o melhor aplicativo de relacionamento com o governo”, enfatizou.

Demanda de usuários

O simulador foi desenvolvido a partir da demanda de servidores, que participaram de pesquisas e de uma série de oficinas de experiência do usuário. Antes de chegarem ao público geral, as soluções foram validadas pelos colaboradores.

A professora Karen Sartori Frederico, docente na Escola Técnica Parobé e supervisora da Escola de Ensino Normal Primeiro de Maio, ambas em Porto Alegre, foi uma das servidoras a participar das oficinas. Para ela, a preocupação do Estado em ouvir os usuários contribuiu muito para que uma versão melhor do aplicativo, que está em constante atualização, fosse desenvolvida. “Nós pudemos experimentar os recursos, fomos provocados a pensar. E, assim, melhoraram o layout, por exemplo. Com o aplicativo, consigo aproveitar mais o meu tempo, sem ter que sair de casa para buscar uma informação”, relatou.

Escriturário do Instituto-Geral de Perícias (IGP), o servidor Júlio Cesar Escouto Gouvea também foi uma das pessoas que contribuíram com as atualizações. “O diferencial é que nossas demandas foram escutadas”, elogiou.

Recursos

A nova funcionalidade é a 15ª disponível. Os recursos variam conforme o perfil do usuário:

  • simulador de aposentadoria;
  • contracheque;
  • comprovante de rendimentos;
  • consignações;
  • férias;
  • indenização de férias e licença-prêmio;
  • frequência e afastamentos (somente consulta);
  • licença-prêmio (somente consulta);
  • Requisição de Pequeno Valor (RPV);
  • teletrabalho;
  • dependente previdenciário;
  • histórico funcional;
  • recadastramento de inativos;
  • recadastramento de pensionistas;
  • fale conosco.

Outras três funcionalidades já estão sendo planejadas e devem ser as próximas disponibilizadas, ainda sem data definida: autorização de consignações, registro de frequência e solicitação de licenças e afastamentos.

Lançado em 20 de agosto de 2020, o Servidor RS já registrou mais de 6 milhões de interações. Em 2023, o aplicativo ficou entre os 20 finalistas da categoria “Governo estadual” do prêmio iBest – premiação que reconhece projetos pioneiros na internet a partir da votação popular e de especialistas.

O Fórum dos Patrocinadores, responsável pelo aplicativo, reúne servidores do Tesouro e de demais áreas da Secretaria da Fazenda (Sefaz), além da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), da Secretaria de Comunicação (Secom), da Procergs e do IPE Prev.

Como acessar

O aplicativo pode ser baixado em dispositivos móveis na Play Store (Android) e na App Store (iOS). Para uso em computador ou notebook, é possível acessar o site do Servidor RS, a partir do login da conta gov.br. São necessários os selos prata ou ouro.

Texto: Bibiana Dihl/Ascom Sefaz
Edição: Felipe Borges/Secom