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Bebê engasgada é salva por policiais em Erechim

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Ação rápida foi realizada na madrugada desta sexta-feira, em posto de combustível

MATHEUS MORAES GZH

Uma bebê de quatro meses foi salva por policiais do 3º Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) da Brigada Militar, em Erechim, no norte do Estado, na madrugada desta sexta-feira (21). 

Os policiais estavam com a viatura em um posto de combustível, localizado às margens da BR-153, quando um veículo chegou e os pais desceram pedindo por socorro, em razão da bebê ter se engasgado com medicamento.

Ao sair do carro, a mãe da bebê entregou a criança aos policiais. O soldado Rodrigo Ferreira realizou a manobra de Hemlich para desobstruir as vias aéreas da bebê. Após reanimar a criança, os pais foram orientados a levar a filha para o atendimento médico, no hospital de Erechim.

De acordo com o soldado Rodrigo Ferreira, foi gratificante ter ajudado a salvar a bebê. Ele relata que os pais fizeram contato, posteriormente, e informaram que a criança está em casa e passa bem.

— Eles chegaram rápido pedindo socorro. Fizemos a manobra e ela (bebê) retornou rapidamente. Uma menina linda, de olho azul, abriu um sorrisão. É muito gratificante, ficamos muito felizes em ajudá-la — declara.

Ugeirm Sindicato anuncia paralisação de 48 horas dos policiais civis nos dias 8 e 9 de agosto no RS

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Segundo a entidade de classe, o objetivo é sensibilizar o governo para abrir uma negociação com a categoria

Correio do Povo

A Ugeirm Sindicato anunciou que o Conselho de Representantes decidiu realizar uma paralisação de 48 horas dos policiais civis nos próximos dias 8 e 9 de agosto. Segundo a entidade de classe, o objetivo é sensibilizar o governo para abrir uma negociação efetiva com a categoria. “A situação atual chegou ao seu limite: já são mais de um ano e meio sem promoções; são mais de cinco anos com apenas 6% de reposição salarial; quebra da equiparação salarial entre os comissários de Polícia e os capitães da Brigada Militar; reforma do IPE que confisca parte dos salários dos policiais civis e, para agravar ainda mais a situação, a base do governo tentando barrar a tramitação do PL da Paridade e da Integralidade na CCJ”, manifestou-se em um comunicado a Ugeirm Sindicato.

“Há sete anos, a sociedade gaúcha enfrentava uma das maiores crises da sua história na área da segurança pública. O medo era uma constante na vida da população do nosso estado. Os índices de violência batiam recordes sucessivos, com casos de latrocínios e homicídios explodindo a cada mês. De lá para cá, um trabalho incansável das forças de segurança, conseguiu conter a onda de violência que assolava o nosso estado. Operações de inteligência da Polícia Civil, conseguiram desbaratar grupos criminosos e enfraquecer o poder do crime organizado. O resultado foi uma queda recorde nos índices de violência, com o aumento da sensação de segurança e muitas vidas poupadas”, recordou a entidade de classe.

“Infelizmente, todo esse trabalho não foi reconhecido pelo governo. Nos últimos cinco anos, os policiais civis tiveram apenas 6% de reposição salarial, percentual que não repõe as perdas nem do último ano. Com essa postura, o governo mostra que não reconhece o valor do trabalho policial no nosso estado. Se, por um lado divulga para a população as conquistas obtidas na área da segurança pública, não reconhece que, por trás desses números, está o trabalho de profissionais que arriscam diariamente suas vidas para garantir a segurança da população”, frisou.

“Nos dias 8 e 9 de agosto, vamos parar as nossas atividades e ir para as ruas dialogar com a população. Se o governo se nega a negociar com o sindicato, não nos resta outra alternativa a não ser pedir o apoio da sociedade, que reconhece o trabalho de excelência prestado pelos policiais civis. Estaremos na frente das delegacias e diante do Palácio da Polícia conversando com a população, explicando os motivos da paralisação e pedindo o apoio à nossa luta”, afirmou o presidente da Ugeirm Sindicato, Isaac Ortiz.

“A Ugeirm Sindicato passou todo o primeiro semestre tentando o diálogo, apresentando as nossas reivindicações, mas, infelizmente, a postura por parte do governo sempre foi de intransigência, se negando a atender às nossas reivindicações. Por isso, estamos convocando a nossa categoria a defender os seus direitos e exigir do governo o reconhecimento do valor do nosso trabalho. Nos dias 8 e 9 de agosto, vamos paralisar a Polícia Civil em todo o Estado mostrando que nosso trabalho tem valor e precisa ser respeitado”, concluiu o dirigente.

Promoções e reposição salarial são algumas das reivindicações | Foto: Ugeirm Sindicato / Divulgação / CP

Confira as principais mudanças do novo decreto de armas assinado nesta sexta(21)

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Pistolas 9mm .40 e .45 ACP voltam a ser de uso restrito e redução da validade dos portes.

novo decreto de armas assinado nesta sexta-feira, 21, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva altera uma série de quesitos envolvendo a aquisição, registro, porte e uso de armas de fogo. Entre as mudanças estão a retomada da restrição para alguns tipos de calibre, um maior limite na aquisição de armas e munições, a criação de regras para instalação e funcionamento de clubes de tiro. O tempo de validade do registro e a necessidade de autorização para o transporte de armas e para a caça de espécies exógenas também estão entre as mudanças.

A seguir, veja como era e o que muda no controle de armas de fogo a partir do novo decreto.

Defesa Pessoal

Pelo novo decreto, a aquisição de armas para defesa pessoal deverá passar por uma comprovação de “efetiva necessidade”. O total de armas e munições caiu.

Como era

Permitia até quatro armas sem precisar comprovação de efetiva necessidade. Havia ainda a possibilidade de ampliação desse limite. Anualmente, era possível adquirir até 200 munições por arma.

Como fica

Limite de duas armas de uso permitido, com comprovação de efetiva necessidade. Limite de munições por arma cai para 50 por ano.


Caçadores, atiradores, colecionadores

O decreto assinado nesta sexta-feira define um limite maior para o total de armas e munições permitidas a caçadores, atiradores e colecionadores. Atiradores esportivos foram divididos em três níveis, de acordo com a experiência acumulada.

Como era

Caçadores podiam ter até 30 armas, sendo 15 de uso restrito. Por ano, eram permitidas até mil munições por arma de uso restrito e cinco mil munições por arma de uso permitido.

Colecionadores, por sua vez, podiam ter até cinco armas de cada modelo, sendo vedadas as proibidas, automáticas, não-portáteis ou portáteis semiautomáticas cuja data de projeto do modelo original tivesse menos de 30 anos.

Atiradores desportivo podiam ter até 60 armas, sendo 30 de uso restrito, mil munições por arma de uso restrito e cinco mil munições por arma de uso permitido por ano, além de 20kg de pólvora.

Como fica

Caçadores excepcionais poderão ter no máximo seis armas, podendo ser acrescida de mais duas de uso restrito em casos específicos e sob autorização do exército e da Polícia Federal. Limitado a 500 munições por ano. Também será exigido autorização do Ibama.

Colecionadores poderão adquirir uma arma de cada modelo, tipo, marca, variante, calibre e procedência. São vedadas as automáticas e as longas semiautomáticas de calibre de uso restrito cujo 1º lote de fabricação tenha menos de 70 anos.

Atiradores desportivos, por sua vez, serão divididos em níveis:

  • Atirador Nível 1 – Aquele que tiver oito treinamentos ou competições em clube de tiro, em eventos distintos, a cada 12 meses. Poderá ter até quatro armas de fogo de uso permitido e até quatro mil cartuchos por ano. Nos casos de .22 LR ou SHORT, serão permitidos até oito mil cartuchos anuais.
  • Atirador Nível 2 – Aquele que tiver doze treinamentos em clube de tiro e quatro competições, das quais duas de âmbito estadual, regional ou nacional, a cada 12 meses. Nesse caso, poderá ter até oito armas de fogo de uso permitido e até dez mil cartuchos por ano. Nos casos de .22 LR ou SHORT, o limite será de até 16 mil cartuchos, por ano.
  • Atirador Nível 3 – Aquele que tiver até 20 treinamentos em clube de tiro e seis competições, das quais duas de âmbito nacional ou internacional, no período de doze meses. Poderá ter até 16 armas de fogo, sendo 12 de uso permitido e quatro de uso restrito. Nesse caso, o limite será de 20 mil cartuchos, ou de até 32 mil cartuchos por ano nos casos de .22 LR ou SHORT.

Distinção entre as armas de uso dos órgãos de segurança e as armas acessíveis aos cidadãos comuns

O governo federal decidiu retomar a restrição de alguns tipos de calibres. Alguns tipos de armas que eram permitidas apenas às forças de segurança haviam sido liberadas para a aquisição de civis. A medida, porém, deixar de valer. Quem adquiriu elas poderá mantê-la em seus acervos mediante alguns critérios. Além disso, será lançado um programa de recompra.

Como era

Armas que antes eram de uso restrito às forças de segurança, incluindo as pistolas 9mm, .40 e .45 ACP, passaram a ser acessíveis ao cidadão comum. A mudança teve impacto na revisão de pena de condenados por posse/porte de armas daquelas armas.

Como fica

Serão retomados os parâmetros que existiam em 2018 para limites de armas curtas. Pistolas 9mm, .40 e .45 ACP voltam a ser de uso restrito. Armas longas de alma lisa semiautomáticas também passam a ser restritas.

Serão garantidas a posse e a possibilidade de utilização das armas adquiridas sob a regra anterior, atendidos os critérios da concessão do registro e do apostilamento da atividade.

O governo também anunciou que deverá ser criado um programa de recompra com foco nas armas que deixaram de ser de uso permitido.


Fim do porte de trânsito municiado para Caçadores, Atiradores e Colecionadores

O transporte de armas de fogo só poderá ser feito com elas descarregadas e mediante autorização prévia. Será preciso informar inclusive o trajeto.

Como era

Havia garantia do porte de trânsito de uma arma municiada, apostilada ao acervo de armas de caçador ou atirador desportivo, para defesa de seu acervo no trajeto entre o local de guarda autorizado e o da prática da atividade.

Como fica

Será necessário emitir uma guia de tráfego por colecionadores, atiradores, caçadores e/ou representantes estrangeiros em competição internacional oficial de tiro realizada no Braisl. As armas deverão estar desmuniciadas e seguir por trajeto preestabelecido, por período pré-determinado e de acordo com a finalidade declarada no correspondente registro.


Restrições às entidades de tiro desportivo

Clubes de tiro desportivo e outras entidades do gênero não poderão se instalar num raio de até um quilômetro de instituições de ensino. Também terão seu horário de funcionamento limitado.

Como era

Não havia critérios expressos sobre restrição de lugar ou horário de funcionamento, também exigência de leis municipais relativas a isso.

Como fica

As entidades de tiro desportivo deverão estar a uma distância mínima de um quilômetro de estabelecimentos de ensino, deverão respeitar condições de uso e

armazenagem das armas e terão horário de funcionamento restrito das 6h às 22h. O prazo para adequação é de 18 meses.


Reforço do caráter excepcional da caça – abate de fauna exógena

A caça de algumas espécies, como o javali, é permitida pelo Ibama por se tratar de uma espécie exógena à fauna brasileira. A partir de agora, porém, ela demandará autorização prévia, com informações precisas sobre o local, as armas utilizadas e o período.

Como era

Número de cidades com permissão de abate de javalis triplicou, saindo de 698 em 2017 para 2010 no ano passado. Fiscais apontaram que em algumas delas houve soltura intencional dos animais para viabilizar a caça.

Como fica

Será preciso apresentar documento que comprove a necessidade de caça de javalis ou outro animal considerado invasor, área em quem será feita a caça, número de pessoas envolvidas e período. O uso de armas de fogo será limitado a duas de uso permitido e seiscentas munições.


Redução da validade dos registros de armas de fogo

O registro de armas de fogo tinha validade de dez anos. O prazo agora irá variar de três a cinco anos, dependendo da finalidade.

Como era

Os registros tinham validade única, de dez anos.

Como fica

A validade do registro passará a ser de três anos para colecionador, atirador desportivo e caçador excepcional; de cinco para fins de posse e caça de subsistência; cinco anos para as empresas de segurança privada; e terá prazo indeterminado para os integrantes da ativa da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, policiais penais, polícias civis, polícias da Câmara e Senado, das guardas municipais, da ABIN, guardas prisionais, do quadro efetivo do Poder Judiciário e Ministério Público no exercício de funções de segurança, dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, dos auditores fiscais e analistas tributários.


Autorizações

Caberá quase que exclusivamente à Polícia Federal conceder as autorizações para aquisição e uso de armas de fogo no Brasil.

Como era

Cabia ao comando do Exército as competências associadas à definição, normatização e fiscalização das atividades de caça, tiro desportivo, colecionamento desportivos, colecionadores e das entidades de tiro desportivo.

Como fica

Passará à ser competência da Polícia Federal todas as atividades de caráter civil envolvendo armas e munições, incluindo a definição, padronização, sistematização, normatização e fiscalização de atividades e procedimentos.

Dois criminosos morrem e um terceiro fica ferido em confronto com policiais militares em Guaporé

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Um quarto indivíduo fugiu e não foi mais localizado apesar das buscas

Correio do Povo

Dois criminosos morreram e um terceiro ficou ferido em um confronto com policiais militares na noite dessa quinta-feira em Guaporé, na Serra. Um quarto suspeito conseguiu fugiu durante o incidente registrado com o efetivo do 3º Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas das Brigada Militar (3º BPAT). Todos integravam uma facção criminosa que atua na região.

Houve a apreensão de dois revólveres calibre 38, uma touca ninja e mais de 15 estojos deflagrados. Os indivíduos estavam em um Chevrolet Onix, onde depois foram encontrados um galão de gasolina que seria utilizado em alguma ação criminosa, e ainda um conjunto de alça, capacete e pino de uma granada.

Os policiais militares foram mobilizados após os suspeitos efetuarem disparos contra a casa de um suposto rival. Houve perseguição ao veículo dos bandidos, que atiravam contra o efetivo do 3º BPAT.

Na área central da cidade, um segundo confronto ocorreu e três dos criminosos desembarcaram do carro, que encontrava-se em situação de roubo. Um deles, ferido no braço por um disparo, foi preso em seguida. Ele vai responder por tentativa de homicídio contra os policiais militares. 

Um outro insistiu em atirar contra os policiais militares e foi baleado gravemente. Ele morreu depois durante atendimento médico. Entre os antecedentes dele está o envolvimento no passado em um ataque com explosão em agências bancárias em Paraí.

Um terceiro suspeito, igualmente atingido por tiros, foi socorrido, mas teve morte cerebral no hospital. O quarto cúmplice escapou e não foi mais localizado apesar das buscas.

Armados, os suspeitos estavam em um veículo que foi perseguido pelo efetivo do 3º BPAT | Foto: BM / Divulgação / CP

Assaltante morre baleado ao tentar roubar policial militar em Viamão

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Corpo do criminoso foi encontrado depois em Porto Alegre, perto do veículo usado no crime

Correio do Povo

Um assaltante morreu ao tentar roubar um policial militar do 18º BPM, que estava à paisana, na noite dessa quarta-feira em Viamão. O brigadiano estava colocando alguns pertences no automóvel. Ele reagiu e conseguiu atingir o bandido, que ainda conseguiu fugir com dois cúmplices em um Toyota Etios, de cor prata.

Mais tarde, o efetivo do 4°RPMon localizou o veículo abandonado na rua Miguel Costa, no Campo da Tuca, no bairro Vila João Pessoa, em Porto Alegre. O automóvel havia sido roubado no último dia na rua Professor Cristiano Fischer, na Capital.

Perto do carro, os policiais militares encontraram o corpo de um indivíduo, de 19 anos, que foi reconhecido pela vítima como sendo um dos autores da tentativa de roubo. O 19º BPM, que atua na área, compareceu no local.

Homenagem ao Coronel Alvaro Raul Cruz Ferreira

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Em uma iniciativa do Comando  do 11º BPM, foi entregue na tarde do dia 18/07  uma comenda do batalhão ao Coronel RR Álvaro Raul Cruz Ferreira, que foi Subcomandante da unidade na década de 80.

A homenagem foi entregue pelo atual Comandante do 11º BPM Ten. Coronel Daniel Araújo em uma clínica da Zona Sul da Capital onde o oficial se encontra.  

Acompanharam os atos de homenagem alguns oficiais e praças dentre eles:

  • Coronel Jerônimo Braga, presidente da Associação do Museu da BM,
  • Coronel Paulo Roberto Mendes – Desembargador da JME
  • Coronel Marcos Paulo Beck, presidente da ASOFBM,
  • Coronel Ataíde Moraes Comandante da Legião Altiva
  • Coronel Estanislau Waldir Wasenkeski e Coronel Aroldo Veriano, da Legião Altiva da BM; dentre outros.

Ainda como representantes dos veteranos do 11º BPM o 1º Ten. Wilson, e Sgt Portela que entregaram uma placa alusiva ao evento realizado em homenagem ao aniversário do Batalhão.

O Comandante Ten. Cel. Daniel Araújo, reputou a visita, como uma homenagem a uma lenda viva da unidade e da Brigada Militar que ainda se emociona com a cançao do 11º BPM.

Após a homenagem, familiares do Coronel Álvaro ofereceram um coquetel aos visitantes.

Imagens/Créditos: Sd Fontoura

IPE Saúde lança aplicativo para que usuários possam ter acesso a serviços por celular

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Governador anunciou o pagamento de mais R$ 73,2 milhões a prestadores de serviços, reduzindo a dívida para R$ 180 milhões 

ROSANE DE OLIVEIRA GZH

A exemplo de hospitais e planos de saúde privados, o IPE Saúde lançou nesta quinta-feira (20) o seu aplicativo para que servidores e dependentes acessem mais facilmente os serviços da instituição. O app já está disponível para telefones com sistema Android (que pode ser baixado na Play Store) e nos próximos dias estará na Apple Store para telefones com sistema iOS.

Pelo aplicativo será possível acessar o resultado de exames, extratos de utilização, boletos e faturas, além de acompanharem o andamento de solicitações. Os usuários também terão acesso ao Guia Médico, com informações sobre os especialistas em cada área, aos canais de atendimento, às dúvidas frequentes e ao simulador de contribuição. 

Inicialmente, estão disponíveis 14 dos 32 serviços oferecidos no site, para o qual os usuários serão direcionados pelo próprio aplicativo quando buscarem serviços que ainda não integram a interface.

No lançamento, realizado no Palácio Piratini, o diretor-presidente do IPE Saúde, Bruno Jatene, destacou a importância desse novo canal de comunicação entre segurados e a instituição:

— O IPE Saúde tem quase um milhão de usuários, e essa plataforma pretende proporcionar uma comunicação a qualquer hora e em qualquer lugar, permitindo mais agilidade e praticidade ao disponibilizar serviços na palma da mão. Esse aplicativo veio ao encontro do que pretendíamos como melhoria para os nossos usuários em termos de comunicação e relacionamento.

O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs). Tanto o IPE Saúde como a Procergs são órgãos vinculados à Secretaria de Planeamento, Governança e Gestão (SPGG).

Pagamento de R$ 73,2 milhões a prestadores de serviços 

O governador Eduardo Leite anunciou a realização de um novo pagamento extraordinário para reduzir a dívida da autarquia com os prestadores de serviços. São R$ 73,2 milhões, provenientes do orçamento do próprio instituto, para reduzir a dívida histórica do sistema.

Leite disse que a reforma do IPE Saúde aprovada junho permitirá a quitação da dívida e a melhoria dos serviços:

— O instituto chegou a acumular R$ 650 milhões em dívidas, mas, com o pagamento de hoje, estamos reduzindo o valor para R$ 180 milhões. Com a reforma que acabamos de fazer, logo estaremos com isso absolutamente regularizado, além de podermos qualificar a prestação dos serviços de saúde para os nossos servidores.

No ano passado, por meio de receitas extraordinárias repassadas pelo Estado, o instituto conseguiu reduzir substancialmente o endividamento. O IPE Saúde pretende saldar, assim que for possível, o débito pendente de R$ 180 milhões. Ao todo, R$ 60 milhões já estão aptos para pagamento, e mais R$ 120 milhões estão em processo de auditoria.

Em outubro começam a valer as novas regras do IPE Saúde aprovadas pela Assembleia Legislativa em junho deste ano. O governo estima aumentar a arrecadação anual em R$ 720 milhões. Com a ampliação da receita, a autarquia terá corrigido o seu déficit estrutural e poderá investir na melhoria da prestação de assistência aos segurados.

Diretor-presidente do IPE Saúde, Bruno Jatene (à esquerda, de pé) apresentou aplicativo nesta quinta-feira Gustavo Mansur / Palácio Piratini

MJSP divulga lista dos 163 municípios prioritários do Pronasci

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Cidades escolhidas concentram 50% das mortes violentas intencionais do Brasil; ações visam prevenir, reprimir e controlar a criminalidade

O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci 2) foi lançado em março de 2023 e segue como um dos principais programas do Governo Federal de prevenção, controle e repressão da criminalidade. As ações estão focadas em 163 municípios brasileiros que concentram 50% das mortes violentas intencionais. O objetivo nesses territórios, além de prevenir, é intensificar uma cultura de paz, de apoio ao desarmamento e de combate sistemático aos preconceitos de gênero, étnico, racial, geracional, de orientação sexual e de diversidade cultural.

De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2021, o país registrou 47.503 vítimas de mortes violentas intencionais – categoria que agrega vítimas de ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, feminicídio, mortes decorrentes de intervenção policial e vitimização policial. O levantamento exclusivo do Fórum foi feito especialmente para o Pronasci para mapear os territórios mais vulneráveis e direcionar as ações. 

Para reduzir esse número e os índices de violência, foram estabelecidos cinco eixos no escopo do Pronasci, com foco em políticas públicas de prevenção de violência contra as mulheres, territórios vulneráveis, educação e trabalho para presos e egressos, apoio às vítimas da criminalidade e combate ao racismo estrutural.

“Acreditamos que é fundamental, nessa etapa do Pronasci, construir mecanismos e critérios para atuar em territórios que estão mais vulneráveis seja por uma perspectiva social, seja pelo aumento da violência. Por isso, a importância de concentrar os esforços das políticas públicas de prevenção e segurança cidadã nesses municípios que representam 3% do total de cidades do país, mas que concentram 50% das mortes violentas intencionais”, explicou a coordenadora do Pronasci, Tamires Sampaio. 

De acordo com Tamires Sampaio, o perfil das vítimas apresentado no levantamento é um ponto de atenção determinante para as ações. “Além disso, ao avaliar o perfil das vítimas e perceber que 82% são negros e que destes municípios 9 possuem 100% das vítimas negras fica explícito a necessidade de um eixo focado no combate ao racismo estrutural.”

O ministro Flávio Dino lembra que é essencial a adesão de estados e  municípios aos editais para fortalecer a segurança pública nos territórios mais vulneráveis, que são foco do Pronasci. “Temos editais abertos para segurança nas escolas, guardas municipais e para projetos culturais nos municípios atendidos pelo Pronasci. É importante que, além do governo do estado, as prefeituras participem dos nossos editais. É fundamental que essa integração se dê nos três níveis do governo”, declarou.

Conheça os 163 municípios prioritários do Pronasci:

Os eixos estão alinhados com o Plano Nacional de Segurança Pública, que prevê a redução da taxa nacional de homicídios para abaixo de 16 mortes por 100 mil habitantes até 2030; redução da taxa nacional de lesão corporal seguida de morte para abaixo de 0,30 morte por 100 mil habitantes até 2030; redução da taxa nacional de mortes violentas de mulheres para abaixo de duas mortes por 100 mil mulheres até 2030; aumento de 185% do quantitativo de presos que exercem atividade laboral ou educacional até 2030.

Dentre os destaques do Pronasci 2, está a Casa da Mulher Brasileira, parceria com o Ministério das Mulheres e com o Programa Mulher Viver sem Violência, que presta atendimento humanizado às mulheres em situação de violência doméstica; e o edital que prevê fomento de R$ 30 milhões para coletivos de cultura nos 163 municípios prioritários. Além disso, há ações de acolhimento às mães, de combate ao uso e tráfico de drogas e de reforço da Patrulha Maria da Penha.

Investimento

Mais de R$ 18 milhões já foram investidos na destinação de viaturas para o reforço do policiamento ostensivo nos estados. Além disso, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), também do MJSP, mais de R$ 35 milhões foram investidos em equipamentos, drones e munições.

MJSP

Secretário de Segurança Pública Sandro Caron defende mudanças na legislação penal

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Titular da SSP-RS foi um dos convidados do evento Tá na Mesa, promovido pela Federasul

Correio do Povo

“Não estamos aqui procurando culpados, mas para encontrar soluções”. Desta forma, o secretário de Segurança Pública do RS, Sandro Caron, abriu o evento Tá na Mesa, nesta quarta-feira, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do RS (Federasul).

Com o tema “A lei, a jurisprudência, e a impunidade em crimes violentos”, o encontro também recebeu o presidente da Associação do Ministério Público do RS (AMP/RS), João Ricardo Tavares, e o integrante da 1°Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RS (TJRS) e ex-diretor da escola da Ajuris, Jayme Weingartner Neto.

Caron defende uma revisão na legislação penal, especialmente no que tange aos crimes que mais chocam a sociedade. “Cito homicídios e, ainda, os roubos, que coloco no mesmo nível de importância porque o medo de todo cidadão comum é ver sua família ser envolvida em um latrocínio, roubo seguido de morte”, opinou. O titular da SSP-RS acrescenta um terceiro, que chama de “crime-mãe”: o tráfico de drogas. “Sabemos que 80%¨dos crimes que acontecem têm esta motivação”, afirma Caron, que defende um endurecimento de punição à tríade de violações da lei.

“Não sou a favor do encarceramento generalizado, mas sou a favor do encarceramento para homicida e assaltante”, reiterou Caron, lembrando que é preciso melhorar o sistema prisional brasileiro. “Não sou contra a ressocialização. Mas a progressão de penas tem que ser mais justa, assim como as liberdades provisórias”.

Caron (ao centro) elenca homicídios, roubos e tráfico de drogas como crimes violentos | Foto: Maria Eduarda Fortes

Confronto entre policiais e criminosos deixa cinco mortos no bairro Nonoai, em Porto Alegre

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Brigada Militar agiu durante troca de tiros entre as facções V7 e os Balas

Correio do Povo

Cinco pessoas morreram após uma disputa territorial entre as facções V7 e os Balas na tarde desta quarta-feira. Estaria para ocorrer uma ataque da facção V7 contra os Bala Na Cara, porém o grupo que pretenderia atacar a gangue adversária foi interceptado pela Brigada Militar antes de atacar os rivais, iniciando o confronto. Quatro armas curtas e duas armas longas foram apreendidas junto de fardas da BM e drogas.

Nas últimas três semanas, uma crescente disputa territorial entre os dois grupos criminosos fez aumentar o temor e a revolta por parte dos moradores do local de que ocorresse um tiroteio. Os dois lados disputam a hegemonia no tráfico de drogas. Conforme a BM, as tensões na disputa territorial atingiram um novo ápice nesta quarta-feira, quando integrantes do V7 supostamente organizaram um ataque contra os membros dos Balas no Alameda do Sorriso.

Conforme a BM, as tensões na disputa territorial atingiram um novo ápice nesta quarta-feira, quando integrantes do V7 supostamente organizaram um ataque contra os membros dos Balas no Alameda do Sorriso. O trabalho policial interceptou o ataque dos V7 e agiu antes. Esta ação teria iniciado o tiroteio.

A BM segue realizando buscas intensivas na região com o objetivo de capturar um homem que fugiu após o confronto. Além disso, os moradores locais, em uma manifestação de indignação e protesto contra a violência, colocaram fogo em pneus, exigindo justiça pela morte de três adolescentes durante o recente confronto.

No bairro Parque dos Maias, na zona Norte, outro confronto entre criminosos e PMs, causou a morte de duas pessoas.

Foto: Mauro Schaefer

Brigada Militar agiu durante troca de tiros entre as facções V7 e os Balas | Foto: Mauro Schaefer