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Cão da BM é ferido por cachorro que “protegia” drogas em terreno baldio

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Homem foi preso na ação, além de droga apreendida pela Força Tática da Brigada Militar

Por REDACAO PORTAL GAZ

Cachorro da BM foi atacado durante a ocorrência Foto: Guilherme Athayde

Um homem de 19 anos foi preso em uma ação da Força Tática da Brigada Militar na tarde desta quinta-feira, 23, por tráfico de drogas. Na prisão, um cão policial foi ferido por outro cachorro, que estava “protegendo” drogas em um terreno baldio em Santa Cruz do Sul.

Conforme a Brigada Militar, os policiais identificaram uma movimentação relacionada ao tráfico de drogas em dois pontos próximos um do outro: em um terreno baldio, o homem buscava drogas; na Rua Adolfo Pritsch, os entorpecentes eram comercializados.

Acompanhando uma dessas idas ao terreno baldio, os policiais surpreenderam o homem. No terreno, o cão policial farejou drogas, mas foi atacado por um cachorro que servia de “guarda” da área. O animal da BM ficou ferido e foi encaminhado para atendimento na Clínica Wazlawick. O ferimento foi suturado e ele não corre risco de morte.

O homem foi preso por tráfico. No terreno, foram encontradas e apreendidas 54 petecas de cocaína (23,3 gramas). O preso foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para registro do caso.

Suicídios de policiais

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Artigo

O ser humano é a única espécie que retira a própria vida, pois todos os animais lutam para sobreviver, já que possuímos a característica de pode imaginar e ter medo do abstrato, assim criamos situações futuras, as quais podem ser boas ou ruins para nossa existência.

Nossa sociedade tem o poder de causar pressão sobre os indivíduos, através de uma série de mecanismos e possibilidades infinitas de divulgação, pois existem tecnologias, de acesso irrestrito e imediato, sem filtros e com controle limitado.

Não se pode esquecer das demandas de consumo apresentadas, por estas tecnologias e que pressionam as pessoas para adquirirem mais e mais, visando se ajustarem ao modelo imposto pela sociedade.

Outro aspecto a considerar é o isolamento em que passamos a viver, devido a essas tecnologias, potencializadas pela pandemia, dificultando a comunicação interpessoal e a socialização.

O suicídio de policiais é uma realidade, pois esses profissionais lidam com todos os problemas crônicos da sociedade, trabalhando com a morte, de várias formas, precisando suportar a pressão psicológica desencadeada pelo seu cotidiano.

Muitos buscam alívio em drogas, lícitas ou ilícitas, fugindo da realidade, mas aliado a tudo isso há também a pressão institucional para serem infalíveis nas suas decisões.

Os familiares sofrem pela ausência, sentem a irritabilidade, devido à impotência dos profissionais, perante um sistema legal que os faz repetir diversas vezes o mesmo trabalho.  

Aliado a tudo isso falta nas instituições um serviço psicológico eficiente para ajudar os policiais a lidarem com as frustrações, dramas pessoais e profissionais, além dos traumas decorrentes dos enfrentamentos com os criminosos.

E quando o policial mata o que acontece com sua mente, qual o resultado de voltar ao mesmo local novamente, continuando a trabalhar pouco tempo depois de ter suas mãos sujas pela morte. A sociedade e as instituições precisam pensar nisso, senão mais suicídios virão a acontecer.

Gaúchos integram grupo que tenta reduzir letalidade em operações policiais 

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Entre eles estão o secretário da Segurança Pública e o comandante-geral da Brigada Militar 

Diminuir a necessidade de confrontos e uso de armas é um dos desafios que será estudado pelo grupo de especialistasRonaldo Bernardi / Agencia RBS

HUMBERTO TREZZI GZH

O secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Sandro Caron, e o comandante-geral da Brigada Militar, Cláudio Feoli, integram um Grupo de Trabalho (GT) instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tentar reduzir os índices de letalidade em operações policiais. Com 35 membros, o GT se intitula “Polícia Cidadã – Redução de Letalidade Policial” e foi instituído no final de dezembro. 

Caron é o único secretário estadual de Segurança presente no grupo e foi indicado pelo Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública. Feoli representará o comando das PMs do país. O grupo conta também com magistrados, defensores públicos, cientistas sociais e representantes de entidades privadas e públicas. Foi criado após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). 

— Dentro deste seleto grupo multidisciplinar, que conta com profissionais de diferentes áreas, poderemos compartilhar o dia a dia dos profissionais da segurança pública no Brasil. É vital para auxiliarmos neste enfrentamento diário vivido pelas polícias em todo país — destaca Caron. 

Caron é delegado federal. Já foi superintendente regional da PF, adido da PF em Portugal, coordenou o serviço antiterrorismo nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 e comandou a pasta da Segurança no Estado do Ceará. 

Outro gaúcho que integra o grupo é o advogado Alberto Kopittke, especialista em questões de segurança pública e redução de criminalidade. 

Pesquisas indicam que em países onde não há suspeitas de abuso de força por parte da polícia, apenas 5% das mortes violentas são causadas por agentes do estado. Quando a porcentagem ultrapassa 10%, já haveria indícios dessa prática. No Brasil, em 2021, 136 pessoas foram mortas pela polícia para cada policial morto, o que explica a intenção de reduzir a letalidade, feita pelo CNJ.  Uma das hipóteses em debate é o uso de câmeras corporais por parte dos policiais.

O grupo criado pelo CNJ vai avaliar o Plano de Redução de Letalidade Policial apresentado pelo Estado do Rio de Janeiro e, a partir dele, sugerir ações similares em outros Estados brasileiros. O relatório final deverá ser concluído em um ano. 

Homem toma arma de policial militar, dispara três vezes, e acaba morto em São Leopoldo

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Caso aconteceu na noite de quinta-feira no bairro Feitoria

JEAN PEIXOTO GZH

Um homem de 21 anos foi morto a tiros após tomar a arma de um policial militar e disparar três vezes, no bairro Feitoria, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. O caso aconteceu por volta de 22h20min de quinta-feira (16), mas foi divulgado na sexta (17) pela Brigada Militar.

Conforme a BM, populares estavam agredindo o suspeito, que teria sido flagrado cometendo furtos na comunidade. O “jovem”(TERMO ZH) tinha antecedentes criminais por estupro de vulnerável, furto simples em residência, tráfico de drogas, entre outros.

Os policiais militares do 25º Batalhão de Polícia Militar foram até o local, na Rua Suriname, na Cohab Feitoria, resgataram o homem e o algemaram. Ao colocá-lo na viatura, uma parte da algema se soltou. O homem tomou a arma de um dos policiais e disparou na direção dos agentes.

Segundo a BM, um adolescente foi atingido de raspão, mas saiu do local sem pedir atendimento. Um dos policiais reagiu, atirando cinco vezes e acertando o tórax e os braços do suspeito. Ele foi encaminhado ao Hospital Centenário, onde já chegou morto.

A BM deve abrir um inquérito para investigar internamente o caso, bem como solicitar a perícia da algema que apresentou defeito.

Em nota, o 25º BPM diz que “independente do desfecho da investigação, a Brigada Militar, como instituição dedicada à proteção e à segurança de toda a sociedade, reafirma seu compromisso com a comunidade em defesa da vida, seus direitos e garantias fundamentais”. O caso também será investigado pela Polícia Civil.

IPE Saúde: usuários de plano de saúde de servidores do RS relatam cobranças indevidas de médicos

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Instituto diz que prática é proibida, e MP afirma que existe crime nessa cobrança. Médicos sustentam que honorários pagos pelo IPE Saúde estão defasados.

Por Giovani Grizotti, RBS TV

Usuários do plano de saúde dos servidores do Rio Grande do Sul, o IPE Saúde, relatam cobranças indevidas de médicos por consultas e até cirurgias. As denúncias recebidas pelo instituto mais que dobraram nos últimos dois meses. Segundo o Ministério Público (MP), existe um crime de extorsão.

Em maio de 2022, o IPE Saúde criou uma ouvidoria para receber queixas dos usuários. As denúncias de cobranças passaram de 18, em dezembro, para 38 em janeiro.

OUVIDORIA DO IPE SAÚDE

  • (51) 3288-1538
  • 0800-541-6136 (opção 7)
  • De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h

Prática proibida

O presidente do órgão, Bruno Jatene, diz que a prática de cobrança indevida é proibida.

“Sabemos que isso acontece e estimulamos que as pessoas façam denúncia por meio do nosso canal de ouvidoria, exatamente pra poder depois converter isso numa advertência, numa suspensão e até mesmo em descredenciamento do corpo clínico, do médico”, diz.

Pelas regras, o plano garante assistência médica numa rede conveniada de hospitais e consultórios mediante coparticipação. Para ter direito, o governo do estado desconta de cada servidor 3,1% do salário, dinheiro repassado ao IPE Saúde. Contudo, na hora da consulta, alguns médicos estariam cobrando além do valor legal estipulado pelo plano.

Foi o que aconteceu com uma dona de casa de Passo Fundo, no Norte do estado, que prefere não ser identificada. Ela buscou atendimento pelo IPE Saúde para a filha, que é dependente de servidor público.

“Era cobrado um valor separado, bem a mais, bem a mais do que a tabela diz. É um abuso contra a população, contra a pessoa que é descontada o valor pelo IPE”, lamenta.

Sede do IPE Saúde, em Porto Alegre — Foto: Reprodução/RBS TV

Sede do IPE Saúde, em Porto Alegre — Foto: Reprodução/RBS TV

O que dizem autoridades e médicos

Para o MP, cobrar a mais por atendimentos prestados pelo IPE configura, em tese, concussão, que é exigir vantagem indevida para si ou para outra pessoa.

“Na condição de credenciado do IPE, tendo o conceito de funcionário público no Código Penal, que abrange essa situação, que é bastante amplo, ele acaba sendo considerado funcionário público e, por isso, incidiria nesse crime”, explica o promotor Flávio Duarte.

Mais de mil pensionistas podem ter benefício suspenso no RS

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Pensionistas e inativos do IPE Prev nascidos em janeiro devem fazer a prova de vida até 28/2

Cerca de mil recadastramentos ainda estão pendentes

Termina em 28 de fevereiro o prazo para realização da prova de vida dos pensionistas e inativos do IPE Prev nascidos em janeiro. Como não há renovação automática, o recadastramento evita a suspensão do pagamento do benefício e de atendimentos no IPE Saúde. Até o momento, estão pendentes de regularização cerca de mil cadastros.

O período para prova de vida é de três meses: mês de aniversário, um mês antes e um mês depois. O recadastramento pode ser feito por reconhecimento facial pelo aplicativo Servidor RS ou, presencialmente, nas agências do Banrisul, com apresentação de carteira de identidade emitida a partir de 2006 e que contenha o CPF ou de carteira de motorista atualizada, desde que sejam documentos emitidos no Rio Grande do Sul.

O aplicativo Servidor RS está disponível para pensionistas e inativos como principal forma de realização do recadastramento anual por celular ou tablet, de forma fácil e ágil, sem exigência de documentação. Ele atende a todos os graus de dependência, exceto pensionista estudante, que deve realizar a renovação semestral, e pensionista filho menor e equiparados. Um pré-requisito para a prova de vida pelo aplicativo é que o benefício esteja ativo.

APP do Servidor

Como usar o APP Servidor RS:

  • Baixar/acessar o APP Servidor RS
  • Realizar login pelo gov.br
  • Clicar no botão “Recadastramento”
  • Concordar com o termo de uso
  • Atualizar obrigatoriamente os dados de contato (e-mail e celular)
  • Permitir acesso a fotos e vídeos pelo celular
  • Realizar a validação facial
  • Conferir o comprovante do recadastramento

Após finalizar a prova de vida pelo Servidor RS, e a qualquer momento, o pensionista e o inativo podem conferir o comprovante do recadastramento no próprio aplicativo.

Pensionistas e inativos que não conseguirem utilizar o aplicativo podem ir a uma agência do Banrisul.

Aqueles que não conseguirem fazer a prova de vida pelo Servidor RS e residirem em cidade sem agência do Banrisul ou no exterior devem consultar o site do IPE Prev, para obter mais informações.

Os inativos e pensionistas que não conseguirem se recadastrar pelo aplicativo e residirem em cidade sem agência do Banrisul deverão preencher o Formulário de Atualização Cadastral. Esse documento precisa conter a assinatura reconhecida por autenticidade em cartório e deve ser enviado para a Secretaria da Fazenda, juntamente com cópia da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. O Aviso de Recebimento vale como comprovante de entrega da documentação. O endereço para envio é: Divisão de Gestão da Folha (Rua Caldas Júnior, 120/13º andar – Secretaria da Fazenda – Porto Alegre – CEP 90018-900).

Para acessar o formulário ou para obter mais informações, clique aqui.

MAIS INFORMAÇÕES

Inativos: atendimento.dgf.te@sefaz.rs.gov.br
Pensionistas: www.ipeprev.rs.gov.br

Texto: Ascom IPE Prev
Edição: Secom

IPE Prev

Projetos que aumentam em 18% subsídios do Judiciário, MP e Defensoria começam a tramitar na Assembleia

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Projetos que aumentam em 18% subsídios do Judiciário, MP e Defensoria começam a tramitar na Assembleia

PAULO EGÍDIO GZH

Foram apresentados nesta sexta-feira (17) à Assembleia Legislativa três projetos de lei que reajustam em 18% os subsídios de membros do Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública do Rio Grande do Sul. As propostas elevam a remuneração do topo das carreiras, de forma escalonada, dos atuais R$ 35,4 mil para R$ 41,8 mil em 2025.

Os reajustes beneficiam diretamente desembargadores do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Justiça Militar, procuradores do MP e defensores públicos de classe especial. No entanto, como o subsídio do topo das carreiras serve de referência para os demais níveis, todos os membros desses órgãos deverão receber aumentos.

Os servidores de carreira, por outro lado, não estão contemplados.

As propostas tomam por base o aumento de 18% concedido aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no final do ano. O subsídio dos ministros serve como referência para o teto das carreiras jurídicas em todo o país.

Além da correção nos vencimentos, os projetos encaminhados à Assembleia estabelecem uma regra de automaticidade para a correção no salário. A intenção é de que os membros dos poderes ganhem aumentos imediatamente sempre que houver reajuste para os ministros do STF, sem a necessidade da aprovação de novas leis no futuro.

A votação da automaticidade chegou a ser cogitada no final do ano na Assembleia, mas acabou não indo adiante por falta de apoio entre as bancadas.

Como os projetos estão começando a tramitar, não há data prevista para votação no Legislativo.

Veja detalhes do que preveem os projetos:


1 – Reajuste escalonado nos subsídios

Como é hoje:
R$ 35.462,00. 

Como ficaria:

  • R$ 37.589,96 a partir de 1º de abril de 2023
  • R$ 39.717,69 a partir de 1.º de fevereiro de 2024
  • R$ 41.845,49 a partir de 1.º de fevereiro de 2025

 2 -Automaticidade

Como é hoje: as leis atuais que versam sobre os subsídios determinam que a alteração do valor depende de lei especifica

Como ficaria: essa regra deixaria de existir e o mesmo percentual de reajuste concedido a ministros do STF seria aplicado imediatamente às carreiras jurídicas estaduais, sem a necessidade de aprovação de novas leis.

Nova estratégia

Ao decidirem enviar projetos de lei à Assembleia, os comandos do Judiciário, MP e Defensoria Pública adotam estratégia diferente da aplicada em 2019, quando foi implementado o último reajuste para seus membros.

Na época, a correção de 16,38% foi aplicada por atos administrativos, sem aprovação de leis específicas, o que provocou atrito com outros poderes. O governo do Estado ingressou no STF para anular os aumentos, mas conseguiu vetar apenas a correção para a Defensoria Pública. Judiciário e MP encontraram guarida em seus respectivos conselhos nacionais, que deram sinal verde para o reajuste via canetada.

Na época, a Assembleia também se movimentou. O então deputado Sebastião Melo (MDB), hoje prefeito de Porto Alegre, apresentou requerimentos para a votação de projetos de decreto legislativo (PDL) que suspendiam os reajustes. No entanto, a tramitação foi suspensa por decisão do Tribunal de Justiça.

Impacto nas contas

Nos anexos dos projetos de lei, constam as seguintes estimativas de impacto orçamentário no exercício de 2025, quando todos os reajustes estiverem integralizados:

  • Tribunal de Justiça: R$ 82,8 milhões
  • Tribunal de Justiça Militar: R$ 1,6 milhão
  • Ministério Público: R$ 102,6 milhões
  • Defensoria Pública: R$ 42,8 milhões

Governo propõe reajuste de 7,8% no salário de servidores públicos federais

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Ideia é que reajuste comece a valer a partir de 1º de março; vale-alimentação também pode ser reajustado em 43%

Sede do Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios | Foto: PEDRO FRANÇA / AGÊNCIA SENADO

R7

O governo federal propôs a representantes de sindicatos um reajuste salarial linear de 7,8% para todos os servidores públicos federais a partir de 1º de março. A proposta também inclui um aumento de R$ 200 no vale-alimentação dos funcionários públicos da União. Nesse caso, o benefício seria reajustado em 43,6%, passando dos atuais R$ 458 para R$ 658.

A proposta foi discutida em uma reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente, realizada em 16 de fevereiro. O R7 teve acesso ao documento, que também trata de pautas não remuneratórias e do tratamento dos pleitos e propostas de interesse dos servidores em 2024.

Na reunião, os sindicatos de servidores também pediram a revogação das medidas antissindicais de governos anteriores, como a revogação do Decreto 10.620/2021, que transfere as atividades de concessão e manutenção de aposentadorias e pensões servidores públicos ao INSS.

Proposta de reajuste salarial 2023      /        Foto: IMAGEM CEDIDA AO R7

Governo prepara programa de recompra de armas que ficarem acima do teto no recadastramento

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Prazo para atualização do cadastro de armas vai até o fim de março e não deve ser estendido

Parte das armas de uso permitido passarão a ser de uso restrito | Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

Agência Brasil

O governo deve criar um programa de recompra após o término do recadastramento de armas no sistema da Polícia Federal. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou que já foram recadastradas 68.488 armas dos chamados CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) de uso permitido e 2.464 de uso restrito.

Segundo o ministro, parte das armas de uso permitido passarão a ser de uso restrito e a quantidade de armas de uso restrito vai ser reduzida. O que ultrapassar esse limite é o que deve entrar no programa de recompra, mas é preciso esperar a conclusão do recadastramento para definir o tamanho do programa. O Ministério da Justiça vai fazer audiências públicas para tratar do tema.

Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, suspendeu as ações que questionavam o decreto do governo federal para limitar o acesso de armas pela população.
Flávio Dino disse que a decisão garante a continuidade do recadastramento, que segue até o fim de março.

Segundo o ministro da Justiça, não há previsão de aumentar o prazo para recadastramento das armas.

Polícia Civil prende um dos autores da morte de filho de PM aposentado em Imbé

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Criança, de seis anos, foi baleada por criminosos que invadiram casa do policial militar em agosto do ano passado

Câmera de monitoramento registrou atentado | Foto: Correio do Imbé / Especial / CP Memória

Correio do Povo

A Polícia Civil anunciou a prisão de um dos autores do homicídio do filho pequeno de um policial militar aposentado, durante ataque de criminosos em agosto do ano passado, em Imbé, no Litoral Norte. O suspeito, 35 anos, possui diversas ocorrências criminais e encontrava-se atualmente recolhido na Cadeia Pública de Porto Alegre (antigo Presídio Central), decorrente de envolvimento com o tráfico de drogas.

A ordem de prisão preventiva foi cumprida nessa quinta-feira pela equipe do delegado Rodrigo Nunes. “Após longa e qualificada investigação, foi possível identificar um dos envolvidos no crime, sendo representado por sua prisão preventiva, a qual foi deferida pelo Poder Judiciário”, ressaltou. “As investigações prosseguirão com vistas a identificar e responsabilizar os demais envolvidos no delito”, adiantou.

Brayan Vidal Ferreira, de seis anos, era filho do sargento da reserva Alexandre de Jesus Ferreira, 50 anos. Ambos foram baleados na residência da família. O atentado foi cometido por três criminosos armados e encapuzados que invadiram a moradia, situada na rua Getúlio Vargas, na área central da cidade.

Atingida por dois tiros, no braço e na cabeça, a criança estava internada no Hospital de Pronto Socorro (HPS), em Porto Alegre, mas não resistiu aos graves ferimentos. Já o policial militar da reserva ficou ferido no braço direito. Outras quatro pessoas estavam na casa no momento do ataque.

Após os disparos, os bandidos fugiram em um Ford Ka, de cor preta. O veículo foi localizado abandonado e em chamas pelo efetivo do 2° Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (2°BPAT) da Brigada Militar na rua Taquara, ainda em Imbé.