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Comemoração do Centenário da Brigada Militar na Revolução de 1924.

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– Movimento Tenentista –

Promovido pelo Tribunal de Justiça Militar, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico do RS e Brigada Militar, o evento comemorativo ao Centenário  da Brigada Militar na revolução de 1924, chamado Movimento Tenentista, foi comemorado nesta quinta feira 28/11/2024.

A solenidade comemorativa ocorreu no auditório da Federação Gaúcha de Futebol em Porto Alegre.

Além da outorga das medalhas e entrega das challenge coins ocorreu uma Roda de Memória intermediada pelo presidente do IHGRGS, cujo tema era a projeção da Brigada Militar no cenário nacional a partir da sua participação na Revolução de 1924, e que contou com a participação do Cel PM Ref Jerônimo Carlos Santos Braga, Ex-Comandante-Geral da BM e Presidente da Associação dos Amigos do Museu da Brigada Militar e do Professor Dr Romeu Karnikowski, Advogado e especialista em temas históricos militares, especialmente em história da Brigada Militar. O evento foi coordenado pelo Professor Miguel Frederico do Espírito Santo, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do RS.

Na rememoração histórica foi apresentado um painel com aspectos políticos e humanos presentes da revolução, pelo Ex Comandante Geral da Brigada Militar, presidente da Associação Amigos do Museu da BM Jeronimo Braga.

Pelo Dr. Romeu Karnicowski, autor do livro “A Brigada Militar e o Tenentismo”, foi apresentado um painel reportando o Movimento Tenentista de 1924, identificando a participação da Brigada Militar e os  heróis da revolução.

Estiveram presentes o Sr. Secretário de Segurança Pública do RS, delegado federal Sandro Caron, Subcomandante Geral da BM, Coronel Douglas da Rosa Soares, Chefe do Estado Maior da BM Cel. Luigi Gustavo Soares Pereira, comandantes, chefes e diretores da instituição, autoridades políticas, associativas e comunidade em geral.

Homenagem aos policiais

Como as indicações foram feitas coletivamente, ou seja, pelo Instituto Histórico e Geográfico, Brigada Militar e TJM, destaca-se sobremaneira a homenagem aos Policiais
Militares envolvidos em ocorrências de alto risco ou de resgate e salvamento incomum:
TEN CEL PM ALVARO MARTINELI – Ocorrência em Novo Hamburgo
TEN CEL PM FELIPE COSTA SANTOS ROCHA – Alvejado no braço
TEN CEL PM ALEXANDRO DOS SANTOS FAMOSO – Ocorrência em Novo Hamburgo
CAP PM CARINE REOLON – Ocorrência em Novo Hamburgo
2° SGT PM TIAGO AUGUSTO BASTIANI – Resgate de vítima enchente no Rio Taquari.
2° SGT PM JOSEANE MÜLLER – Alvejado no ombro
SD PM CLODOALDO LEAL CARDOSO FILHO – Resgate de vítima enchente no Rio Taquari
SD PM ANDRÉ LUIS MADERS – Resgate de vítima enchente no Rio Taquari.
SD PM EDUARDO DE BRIDA GEIGER – Alvejado no pé
SD PM JOÃO PAULO FARIAS OLIVEIRA – Alvejado na cabeça
SD PM LEONARDO VALADÃO ALVES – Alvejado na cabeça
SD PM WILLIAM DUARTE ARNOLD – Ocorrência em Novo Hamburgo
SD PM RALFI PEREIRA DA ROSA – Ação em ocorrência de tentativa de suicídio
SD PM MARCOS VINICIUS LEITE PINTO – Ação em ocorrência de tentativa de suicídio
SD PM MARCIO VASQUES DOS SANTOS – Ação em ocorrência de tentativa de suicídio
SD PM DEBORA HAAS SPIES – Ação de salvamento a bebê
SD PM MARCO DE FRANCESCHI – Ação de salvamento a bebê
SD PM EMERSON GENTIL DE JESUS – Ferimento por faca em ação
SD PM GUSTAVO RATTAMANN COSTA – Ação em ocorrência com refém
SD PM FERNANDO PAGLIARINI DE MEDEIROS – Salvamento na enchente em Canoas

O evento teve o apoio do corpo docente e alunos da Escola Tio Chico da Brigada Militar.

Correio Brigadiano recebe a medalha do Centenário da Brigada Militar na revolução de 1924.

Foram homenageadas com a medalha do centenário, pessoas e/ou instituições que trabalham pela preservação da memória institucional da Brigada Militar, dentre elas a Rede ABC da Segurança Pública – Correio Brigadiano.

Gilson Noroefé, diretor do Correio Brigadiano, acompanhado de diretores e colaboradores definiu como indispensável preservar a história dos heróis do passado e da própria Brigada Militar que se confunde com a própria história do RS.

– O Correio Brigadiano a exatos 30 anos tem demonstrado sua vocação em divulgar feitos de nossos heróis do presente sem jamais se descuidar de quem sedimentou a história rica de Brigadianos do passado.

A direção do Correio Brigadiano, juntamente com o presidente da IBCM ao receber a medalha de reconhecimento solicitou a companhia do herói do presente, soldado João Paulo Farias Oliveira, sobrevivente da ocorrência policial que vitimou com morte cinco pessoas e 08 feridos em Novo Hamburgo.

O Soldado Farias ficou hospitalizado pelo período de 18 dias.

Três são presos e PM fica ferido em confronto após ataque matar outro líder de facção em Canoas

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Traficante conhecido como Tita foi assassinado no bairro Niterói; suspeitos foram presos após confronto com BM

Marcel Horowitz CORREIO DO POVO

Três homens foram presos, no início da tarde desta quarta-feira, após confronto com a Brigada Militar, em Canoas, na Região Metropolitana. Momentos antes, eles teriam assassinado o líder de uma facção. Um policial militar ficou ferido.

De acordo com a Brigada Militar, no final da manhã, os suspeitos teriam cometido um homicídio no bairro Niterói. A vítima é um homem conhecido como Tita, de 44 anos, apontado como líder do tráfico no bairro Passo das Pedras, na zona Norte de Porto Alegre.

Tita foi morto a tiros quando estava em uma oficina mecânica, no bairro Niterói. Os suspeitos fugiram em uma caminhonete Nova Fiat Strada após o ataque.

Uma guarnição do 15º BPM localizou os fugitivos no bairro Olaria, e houve troca de tiros. Três criminosos foram presos. Com eles foram apreendidas duas pistolas e uma carabina calibre. 40.

Durante o tiroteio, um PM foi atingido na perna. Ele recebeu atendimento médico e não corre risco de morrer.

Novos presídios para o Rio Grande do Sul

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O Rio Grande do Sul deverá ganhar novas cadeias em até dois anos. A promessa é do governador Eduardo Leite, que concedeu entrevista à Rádio Gaúcha nesta terça-feira (26) direto da China, onde está em missão internacional.

Passo Fundo, São Borja, Rio Grande e Caxias do Sul serão os municípios a receberem os novos presídios. A ideia é que, até o fim de 2026, estas cadeias já possam ser ocupadas. O governador monitora as ações que estão sendo desenvolvidas pela segurança pública estadual após um preso ter sido morto a tiros dentro da penitenciária de Canoas (Pecan), no último sábado (23).

“Sobrevivi por um milagre”, diz PM que levou seis tiros durante ataque em Novo Hamburgo

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Soldado João Paulo Farias, 26 anos, foi um dos policiais feridos por Edson Fernando Crippa, em ação no dia 22 de outubro. Um disparo atingiu o militar na cabeça. O atirador matou quatro pessoas, entre elas o pai e o irmão, e acabou morto

Jean Peixoto GZH

O relógio marcava 23h quando o policial militar João Paulo Farias, 26 anos, abandonou o jantar para atender a um chamado que vinha da sala de operações. Não havia ainda muitas informações, mas o tom no acionamento dava a entender que tratava-se de uma situação grave.

Farias e um colega embarcaram na viatura. Eles percorreram cerca de 800 metros do 3º Batalhão de Polícia Militar até a Rua Adolfo Jaeger, no bairro Ouro Branco, em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. Ao chegarem ao endereço, os agentes depararam-se com um dos episódios mais violentos registrados na história policial do RS.

Entre a noite daquela terça-feira, 22 de outubro, e a madrugada de quarta (23), Edson Fernando Crippa, 45, feriu à bala nove pessoas e matou outras três. Entre os mortos estavam o pai do atirador, Eugênio Crippa, 74, o irmão, Emerson, 49, e o policial militar Everton Kirsch Júnior, 31 anos. No dia seguinte, o PM Rodrigo Weber Volz, 31 anos, que foi um dos primeiros a chegar ao local, faleceu no hospital.

— O que a gente visualizou quando se aproximou da residência eram três indivíduos baleados pro outro lado do portão e um deles na calçada. O indivíduo da calçada estava com um sangramento bem massivo. Todas as vítimas pediam socorro. Eu lembro que a cena foi bem dramática — recorda o soldado Farias, que sobreviveu após ser atingido por seis tiros, sendo um deles na cabeça.

João Paulo Farias ficou 18 dias hospitalizado. Foram sete dias na UTI do Hospital Municipal de Novo Hamburgo e dois no Hospital da Brigada Militar, em Porto Alegre. Ele teve alta no dia 9 de novembro. Na sexta-feira (22), o PM recebeu a reportagem de Zero Hora na sua casa e falou publicamente sobre o caso pela primeira vez.

Primeiro contato com as vítimas

O PM conta que a percepção inicial no atendimento foi de que se tratava de um assalto, em que os proprietários da casa haviam sido baleados.

— Quando chegamos, nós nunca imaginaríamos que a ocorrência fosse daquele tipo. Nunca imaginaríamos que fosse o caso de um atirador. Eu lembro que a mãe, a cunhada e o irmão dele (do atirador) estavam vivos. O pai dele, a gente não ouvia a voz. Eles pediam socorro. Eles imploravam que socorressem eles. Que chamassem a ambulância — pontua.

Eles estacionaram a viatura em frente à casa da família Crippa, mas do lado oposto da rua. João e o colega foram orientados pelo comandante da Força Tática a ficar em frente ao local, enquanto as equipes averiguavam os arredores em busca do atirador.

Atingido na cabeça

Em um dos momentos em que Edson Crippa efetuou disparos contra a polícia, Farias acabou baleado cinco vezes. Um tiro atingiu seu intestino, dois o braço, um a perna e um as nádegas. Ferido e sangrando, o PM caiu no chão. Ainda assim, reagiu aos ataques.

— Estava de frente para a residência, de frente para o atirador. E eu, por dedução, acreditava que ele estava no segundo andar, na janela da sacada. Então eu saquei minha pistola e comecei a atirar contra a referida sacada. Eu descarreguei um carregador, fiz a troca, descarreguei outro carregador — lembra.

João conta que tentou realizar a terceira troca de carregador, mas não conseguiu porque o carregador havia sido atingido por um projétil e acabou se despedaçando. O PM recorda que ficou deitado quando ouviu dois estampidos. Foi quando um projétil o atingiu na cabeça. Ele perdeu a consciência durante alguns instantes. Contudo, tem lembranças vívidas de cada momento.

— No segundo estampido eu lembro que minha visão ficou preta. Eu não tinha mais movimentos, eu lembro que eu só olhava uma tela preta, mas ainda estava consciente. E tinha certeza de que havia tomado um tiro que seria fatal, que eu morreria em breve. Então, naquele pouco momento de consciência, eu passei a rezar, implorando a Deus o perdão pelos meus pecados — recorda.

Certeza de que morreria

Com a voz embargada, Farias conta que tinha certeza de que não sobreviveria. Ele lembra de ter visto uma luz à sua frente, antes de recobrar os sentidos.

— Eu lembro que no fundo dessa tela preta tinha uma luz branca bem pequena. E essa luz ela trocou, ficou amarela e começou a se ampliar. A sensação que eu tinha é que eu estava caindo lentamente ao passo que essa luz amarela se ampliava. Quando ela se ampliou totalmente, eu passei a enxergar e a ouvir tudo ao meu redor — relata.

O soldado lembra que ficou praticamente duas horas aguardando socorro. Segundo ele, os colegas que tentaram se aproximar para resgatá-lo precisaram se proteger contra os disparos do atirador. 

Eu acreditava que ia morrer. Eu acredito que sobrevivi por um milagre.

JOÃO PAULO FARIAS, 26 ANOS

PM sobrevivente do ataque a tiros em Novo Hamburgo.

Recuperação

Agora em casa, João se recupera afastado do trabalho. Ele segue com acompanhamento médico, fazendo fisioterapia, além de tratamento psicológico e psiquiátrico em razão do trauma sofrido.

— Estou tomando medicação pra dormir. Pra dor, eu não estou tomando mais. Estou fazendo fisioterapia e já venho apresentando resultado. Já consigo caminhar de forma independente e não tenho mais dores — pontua.

Além dele, a sargento Joseane Muller, 38, atingida no braço, precisou ser hospitalizada, mas já está em casa se recuperando. O guarda municipal Volmir de Souza, 54, recebeu alta após duas semanas internado.

Os PMs Eduardo de Brida Geiger, 32, Leonardo Valadão Alves, 26, e Felipe Costa Santos Rocha também receberam atendimento médico após serem atingidos de raspão, mas foram liberados na sequência.

A mãe do atirador, Cléris Crippa, 71, e a cunhada Priscila Martins, 41, que também foram baleadas no ataque, seguem hospitalizadas em São Leopoldo. O atirador foi morto pela BM na manhã após o ataque.

Daqui para a frente

Natural de Três de Maio, no noroeste do RS, Farias ingressou na Brigada Militar em Santa Rosa. Há três anos, mudou-se para Novo Hamburgo, onde vive com a esposa e um filho de um ano e dois meses. Após a recuperação, ele pretende retomar as atividades junto à família e à BM.

— Daqui pra frente eu tenho a intenção de continuar a minha vida. Continuar o meu trabalho na Brigada Militar, que é a profissão que eu escolhi e me vejo trabalhando nela. Quero viver com a minha família, como a vida que eu levava antes do ocorrido. E tentar pelo menos minimizar as lembranças dessa tragédia — projeta.

Subcomandante diz que BM está preparada para eventual onda de violência relacionada à morte de líder de facção na Pecan

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Coronel Douglas Soares afirma que mensagens que circulam nas redes sociais, inclusive com supostas ordens de toque de recolher, são falsas. Corporação tem reforço de 520 policiais, nas ruas e de prontidão, para eventuais ocorrências, principalmente em Porto Alegre e Região Metropolitana

GZH

O subcomandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Douglas Soares, assegurou que a comunidade gaúcha não tem motivos para acreditar nos rumores de uma onda de violência decorrente do assassinato do apenado Jackson Peixoto Rodrigues. O crime, ocorrido no sábado (23), no interior da Penitenciária Estadual de Canoas 3 (Pecan), é atribuído pelas autoridades a disputas de poder entre facções e resultou no afastamento de agentes e do diretor da unidade.

— Entendemos que poderia acontecer o que está acontecendo, que é a disseminação de notícias falsas, como toques de recolher. Também entendemos que a ostensividade (presença policial) é que vai fazer com que as pessoas se acalmem. E, por isso, já fizemos esse lançamento de efetivo no terreno de maneira antecipada. Não temos nenhum fato concreto que dê conta para que as pessoas fiquem com medo — pontuou em entrevista ao programa Estúdio Gaúcha, na noite desta segunda-feira (25) (ouça abaixo).

O subcomandante-geral destacou que a corporação atua com 520 policiais militares a mais no patrulhamento e de prontidão para entrar em ação em áreas da Capital e da Região Metropolitana, estrategicamente definidas pelo serviço de inteligência policial do Estado.

— Peço que as pessoas se tranquilizem e, em havendo qualquer anormalidade, liguem para o fone 190, que nós teremos guarnições disponíveis para verificar e constatar o grau de problema que nós possamos ter. Estamos, assim, bem mobilizados e preparados para qualquer coisa — garantiu o oficial.

Soares declarou, por mais de uma vez, que até a noite desta segunda-feira não há nenhuma notícia que dê conta de eventual quebra da ordem ou algo que possa alterar a rotina da população nos próximos dias.

Mensagens em redes sociais são falsas

O coronel da BM também respondeu a questionamento sobre áudios que circulam pelas redes sociais, que teriam objetivo de atemorizar a sociedade, disseminando informações sobre acirramento nas disputas territoriais por grupos criminosos.

— A nossa inteligência já constatou que é um áudio (o mais compartilhado) que é um áudio do ano passado que, em algum momento, foi divulgado, e que agora está sendo replicado novamente. Assim como prints de tela, de mensagens dando conta para que as pessoas, a partir de um determinado horário, se recolham, também são notícias falsas — esclareceu.

O subcomandante-geral comentou, ainda, que o momento da segurança pública no Estado é de indicadores de criminalidade “em queda”. Mencionou que o declínio das ocorrências de crimes decorre do trabalho preventivo que todas as forças de segurança vêm realizando de forma coordenada.

— Tão logo surgiu esse ponto de ameaça na nossa sociedade, as forças de segurança se movimentaram. E é dentro dessa lógica que nós estamos trabalhando. Já estamos no terreno de maneira antecipada para evitar que o nosso modo de vida seja alterado de qualquer maneira — citou.

Ouça a entrevista completa

O que é mais absurdo, a morte de um traficante no presídio ou apenas quatro Policiais Penais para cada módulo de 400 apenados

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Nesta manhã o Governador Eduardo Leite disse ser INADMISSÍVEL a morte do apenado e líder de facção Nego Jackson, dentro da Penitenciária Estadual de Canoas (ver matéria da morte). Segundo Eduardo leite , essa situação merece a mais profunda investigação afirmou ele. Não discordamos disso, mas desconhece o Governador a realidade dos presídios brasileiros, a guerra de facções é rotina dentro desses ambientes, e não é nada extraordinário isso acontecer.

Agora, o que achamos inadmissível é segundo informações dos próprios agentes, que a média é de quatro policiais penais de serviço para cada módulo com 400 apenados. Ou seja, existiriam cem vezes mais detentos do que agentes para monitorar os movimentos deles.

Os servidores do sistema penitenciário reclamam que esse complexo penal, que surgiu para ser modelo, não tem muros, que as telas são cortadas com alicate, que esquadrilhas de drones manipulados por criminosos enxameiam ao redor da prisão e que um desses aparelhos levou a pistola usada para matar o chefe criminoso.

Segundo os agentes o complexo prisional de Canoas tem hoje mais de 380 integrantes da facção Bala na Cara e outro contingente semelhante de presos ligados aos Manos, Família do Sul (a facção chefiada pelo Nego Jackson) e Abertos. Os policiais penais dizem que, dos quatro módulos da Pecan, só um não tem detentos faccionados (a Pecan1). E esta penitenciária nasceu como modelo para não abrigar presos de facções.

Por fim, esperamos que mais uma vez, toda a responsabilidade não cais sobre os policiais penais, que sobre extrema tensão tem que cuidar primeiro da sua segurança e depois cuidar dos demais, sem meios para isso.

Pacote cria idade mínima de 55 anos para militar se aposentar

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NOTA JCB: Ainda que essa proposta seja INICIALMENTE apenas para os militares das forças armadas, isso acende o farol de alerta para os militares estaduais, pois como sabemos, a maioria dos governadores são morosos e RESISTENTES em aceitar benefícios das legislações federais, mas ÁVIDOS em replicar o que é ruim.

O pacote de corte de gastos em preparação pela equipe econômica, sob coordenação de Fernando Haddad (Fazenda), deve atingir os militares. A maior novidade deve ser a criação de uma idade mínima de 55 anos para aposentadoria dos integrantes das Forças Armadas. Hoje, o sistema é regulado pela Lei nº 13.954, de 2019, e basta comprovar o tempo de serviço (pelo menos 35 anos). Ao se aposentar, o militar mantém o salário integral –e sempre recebe aumento quando os da ativa também são promovidos….

A seguir, as 4 principais medidas que estão para ser anunciadas:

1) Previdência dos militares – será fixada uma idade mínima em 55 anos. Hoje, não existe idade mínima, mas só tempo de serviço, que é de 35 anos para quem entrou depois da aprovação da Lei nº 13.954, de 2019;

2) “morte ficta” – deve acabar. Ocorre hoje quando militares são considerados inaptos para o serviço e são expulsos. São considerados como mortos, mas seus familiares mantêm os benefícios, recebendo o salário. O “morto ficto” (morto fictício) surgiu com a aprovação da Lei nº 3.765, de 1960, que trata de pensões dos militare…

3) contribuição para o plano de saúde – serão equalizados os valores cobrados de todos os integrantes das Forças Armadas. Hoje, há quem pague até 3,5% sobre o salário. Mas esse percentual é menor em vários casos. Tudo seria igualado a partir da implantação do corte de gastos;

4) transferência de pensão – prática será limitada ao máximo. Embora essa transferência tenha acabado a partir do ano 2001 (pela MP 2215), quem já havia contribuído anteriormente seguiu mantendo o benefício. Para militar que contribuiu, quando há caso de morte, a pensão fica para a viúva. Se a viúva morre, as filhas as filhas recebem. Se uma filha morre, a outra fica com a parte integral. É isso que se pretende acabar agora.

65º Festival Hípico Noturno

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Paralelo as comemorações do 187º aniversário da Brigada Militar, acontece na sede do 4º Regimento de Policiamento Montado o 65º Festival Hípico Noturno, que iniciou no dia 22 de novembro até o dia 24.

A primeira edição do festival ocorreu no ano de 1960 com o objetivo de unir os integrantes de unidades de cavalaria pela prática do hipismo.

Atualmente o festival é normatizado pela Federação Hípica Sul-riograndense e reconhecido internacionalmente como um dos maiores do país com participação de competidores de outros estados da federação.

O festival tem a participação de cavaleiros militares e civis, do exercito, da Brigada Militar e de polícias militares do país e do Cone Sul, constando no calendário oficial da Confederação Brasileira de Hipismo.

A denominação do Festival Hípico Noturno é em virtude de parte das competições serem realizadas a noite, contando todos os anos com diversas atividades recreativas e culturais com animação de grupos musicais de renome nacional.

Em entrevista ao Jornal Correio Brigadiano o Comandante do 4º RPMon Ten. Cel. Luiz Felipe Medeiros dos Santos definiu que a cada edição o festival conta com a participação de maior numero de competidores e a adesão de novas pessoas e empresas que fazem do festival o maior do país.

Em entrevista, ex comandantes do Regimento e integrantes da comissão organizadora definem a 65ª edição como uma das maiores realizações do calendário de eventos do RS.

O Festival é aberto ao público que pode prestigiar em um ambiente seguro e com toda infraestrutura aos que admiram as atividades hípicas.

Acompanhe a programação:

Acompanhe Entrevistas.

65º Festival Hípico Noturno

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Paralelo as comemorações do 187º aniversário da Brigada Militar, acontece na sede do 4º Regimento de Policiamento Montado o 65º Festival Hípico Noturno, que iniciou no dia 22 de novembro até o dia 24.

A primeira edição do festival ocorreu no ano de 1960 com o objetivo de unir os integrantes de unidades de cavalaria pela prática do hipismo.

Atualmente o festival é normatizado pela Federação Hípica Sul-riograndense e reconhecido internacionalmente como um dos maiores do país com participação de competidores de outros estados da federação.

O festival tem a participação de cavaleiros militares e civis, do exercito, da Brigada Militar e de polícias militares do país e do Cone Sul, constando no calendário oficial da Confederação Brasileira de Hipismo.

A denominação do Festival Hípico Noturno é em virtude de parte das competições serem realizadas a noite, contando todos os anos com diversas atividades recreativas e culturais com animação de grupos musicais de renome nacional.

Em entrevista ao Jornal Correio Brigadiano o Comandante do 4º RPMon Ten. Cel. Luiz Felipe Medeiros dos Santos definiu que a cada edição o festival conta com a participação de maior numero de competidores e a adesão de novas pessoas e empresas que fazem do festival o maior do país.

Em entrevista, ex comandantes do Regimento e integrantes da comissão organizadora definem a 65ª edição como uma das maiores realizações do calendário de eventos do RS.

O Festival é aberto ao público que pode prestigiar em um ambiente seguro e com toda infraestrutura aos que admiram as atividades hípicas.

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Brigada Militar ganha monumento no bairro Camobi, em Santa Maria

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Obra retrata as diferentes frentes de trabalho da força policial e foi viabilizada com a ajuda de empresários e apoio da comunidade

Amanda Boeira GZH

Obra foi instalada na rótula da RS-509 com a Avenida Roraima. Brigada Militar / Divulgação

Um monumento em homenagem à Brigada Militar será inaugurado na tarde desta sexta-feira (22) em Santa Maria. A obra, feita pelo artista Paulo Christo, é uma iniciativa da própria corporação e foi abraçada por empresários e pela comunidade.  

A peça de aço é formada por imagens de policiais nas diferentes frentes de atuação, com uma arma longa, com um escudo, com crianças e o principal deles, em uma posição de destaque, está de braços abertos para a comunidade. A obra está no canteiro central da rotatória da RS-509 com a Avenida Roraima, no bairro Camobi.  

A obra é chamada “Brigada Militar: Patrimônio do povo gaúcho”. Conforme o comandante da Brigada Militar na Região Central, coronel Cleberson Bastianello, ela representa a importância da instituição, já quase bicentenária no centro do Estado: 

— Uma homenagem feita em aço que vai se perdurar por séculos. É um reconhecimento, assim como a força da Brigada Militar, que é reconhecida no Rio Grande do Sul. É um monumento, uma obra de arte que representa toda a força e o empenho dos brigadianos e brigadianas na defesa do povo do Rio Grande do Sul a todo momento — ressalta o oficial.

A inauguração está marcada para 16h30min. A previsão é de que o tráfego no trecho sofra restrições entre as 15h e as 17h30min. A alternativa para quem estiver na região leste da cidade é trafegar pela RS-287.