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Viver e trabalhar no Litoral Norte são sinônimos de realização para guarda-vidas

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Ricardo Beskow da Costa mora em Imbé e dedica sua vida a salvamentos e aulas de surfe e de natação

Nascido em Porto Alegre, Ricardo Beskow da Costa trabalha há nove anos como guarda-vidas no Litoral NorteAndré Ávila / Agencia RBS

HULLY COSTA De Tramandaí GZH

A forte relação de Ricardo Beskow da Costa, 36 anos, com a água começou ainda na infância, já que foi criado na beira do Guaíba. Naquela época, era morador do bairro Belém Novo, na zona sul de Porto Alegre. Filho de pescador, aprendeu a nadar muito cedo e costumava acompanhar o pai nas pescarias. Também visitava com frequência os familiares que tinham casa no litoral gaúcho e, aos seis anos, já surfava em Tramandaí, no Litoral Norte.  

Esta reportagem faz parte da série A Praia de Cada Um, que conta como pessoas de diferentes perfis aproveitam o litoral gaúcho. Veranistas e moradores da região compartilham suas preferências e o que a praia representa em suas vidas.    

Logo após o Ensino Médio, Costa decidiu se mudar para Imbé para seguir sua vida perto da água. No município litorâneo, fez o curso de guarda-vidas civil e, desde 2014, trabalha com algo que lhe realiza profissionalmente em um ambiente que sempre amou: a praia. 

— A praia, para mim, é minha vida, é tudo de bom. Eu preciso estar em contato com a praia, com a natureza, então, procuro entrar no mar, surfar e treinar no inverno e no verão. É como se fosse minha casa — destacou o guarda-vidas, em meio a um turno de trabalho em Tramandaí.  

Em seu primeiro ano como guarda-vidas, ele atuou em Capão da Canoa. Depois, passou cinco anos trabalhando em Imbé e, em seguida, foi transferido para Tramandaí. Em 2022, também teve a experiência de atuar como “nadador-salvador” em Portugal.  

Formado em Educação Física, o gaúcho contou ainda que atua como professor de natação e de surfe durante o ano, mas garantiu que se encontrou na profissão de guarda-vidas: 

— Sempre admirei o trabalho dos guarda-vidas, então, quando soube que poderia fazer o curso, me interessei bastante. Para mim, ser guarda-vidas aqui é muito bom, pois é um trabalho gratificante e bem especial. É um prazer estar aqui na beira da praia, cuidando das pessoas e fazendo esse trabalho. Eu me sinto realizado.  

Segundo Costa, a ideia é seguir com a atividade enquanto tiver energia e disposição. O guarda-vidas explicou que trabalha meio turno e que a rotina costuma ser bem variada: tem dias que o mar está revolto e, em outros, mais calmo, assim como momentos em que o movimento é intenso beira da praia e, em outros, menor. Contudo, os salvamentos acontecem inclusive quando o mar está tranquilo, pois as pessoas costumam se aventurar mais. 

— Temos que estar sempre atentos para fazer as prevenções e evitar salvamentos ou resgates, porque até mesmo em um resgate simples a pessoa pode ficar traumatizada e não querer mais voltar para a praia. E não é isso que a gente quer, queremos que a população venha, tome seu banho tranquilamente e volte para casa com a melhor impressão possível do Litoral — enfatizou. 

O guarda-vidas relatou que já participou de vários salvamentos, mas um dos mais marcantes foi o que fez em seu primeiro dia de trabalho, em Capão da Canoa. Na ocasião, resgatou um pai e uma filha.

— Eles estavam em uma área distante da guarita, o pai estava segurando a filha. Eu fui o primeiro a chegar e foi bem marcante, porque o pai já estava sem forças. Ele saiu em grau quatro de afogamento, foi para o hospital e acabou sobrevivendo. Aquilo mexeu bastante comigo e, desde então, entrei de corpo e alma no salvamento aquático — finalizou.

Morre cão policial que atuou por sete anos pela Brigada Militar em Caxias do Sul

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Morreu hoje aos 12 anos de vida, vítima de uma parada cardíaca, o Cão Policial Zuco que atuou por sete anos na Brigada Militar em Caxias do Sul.

O cão da raça pastor alemão doado aos três anos de idade para o 12º BPM, sabia ser dócil em apresentações sociais, e feroz em operações de choque. Ele participou de diversas ações, onde tinha com principal habilidade o faro, sendo o único cão da BM em Caxias do Sul, a conseguir a certificação de detecção de entorpecentes, pela Confederação Brasileira de Cinofilia.

Zucco atuou não só com a BM, mas prestou apoio a Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal, na localização de entorpecentes. Na sua última grande ação, em auxílio a uma operação da Receita Federal ele chegou a localizar mais de 41kg de pasta base de cocaína.

O cão havia se aposentado em 2020, e desde então morava com seu binômio, o sargento cinotécnico, Alexandre Albeche Gomes, que o treinou desde sua chegada na corporação.

O cão policial foi levado para Zôobraz Brazcão em São Leopoldo, onde será cremado.

Foto: Jackson Cardoso

Comunicação Social CRPO/Serra

Brigada Militar Crpo Serra

Alunos-soldados reforçaram segurança em São Leopoldo no fim de semana

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Na cidade, os soldados realizaram estágio operacional supervisionado para que possam se ambientar à atividade policial militar

Jornal VS

Durante este sábado (28) e domingo (29) o 25º Batalhão de Polícia Militar (25º BPM) recebeu reforço de 19 alunos-soldados, oriundos da Escola de Formação e Especialização de Soldados (EsFES) de Montenegro para ações nas ruas de São Leopoldo.

Na cidade, os soldados realizaram estágio operacional supervisionado para que possam se ambientar à atividade policial militar. Durante a tarde, eles reforçaram o policiamento nos locais de maior circulação de pessoas e áreas comerciais, a fim de inibir ações criminosas e trazer mais segurança à comunidade.

IPE-RS: cerca de 700 pensionistas e inativos do Estado podem ter o benefício suspenso

O período para realização da prova de vida é de três meses: mês de aniversário, um mês antes e um mês depois.
Foto: IPE/Divulgação

Por Redação O Sul

Cerca de 20% dos pensionistas e inativos civis e militares do Estado aniversariantes do mês de dezembro não fizeram seu recadastramento (prova de vida), com isso, em torno de 700 benefícios poderão ter o pagamento suspenso em 2023, caso não regularizarem até terça-feira (31). “A partir de 1º de fevereiro os benefícios serão interrompidos, o que repercute no não pagamento da folha de final de fevereiro, inclusive com suspensão dos atendimentos pelo IPE Saúde”, informou o órgão.

O período para realização da prova de vida é de três meses: mês de aniversário, um mês antes e um mês depois. Deve ser feita por reconhecimento facial pelo aplicativo Servidor RS, sem necessidade de deslocamento. Ele está disponível aos pensionistas e inativos como principal forma de realização do recadastramento anual por celular ou tablet, de forma fácil e ágil, sem exigência de documentação.

Um pré-requisito para o pensionista do IPE Prev estar apto a realizar o recadastramento pelo APP Servidor RS é que seu benefício esteja ativo. A prova de vida pelo aplicativo está liberada para todos os graus de dependência, exceto para pensionista estudante, que deve realizar a renovação semestral, e para pensionista filho menor e equiparados.

Para renovação da prova de vida por reconhecimento de biometria facial, é preciso ser inativo civil ou militar ou pensionista previdenciário, além de ter carteira de identidade emitida a partir de 2006 e que conste o CPF ou ter carteira de motorista atualizada, desde que sejam documentos emitidos no Rio Grande do Sul.

Como usar o APP 

Baixar/acessar o APP Servidor RS;
Realizar login pelo gov.br;
Clicar no botão “Recadastramento”;
Concordar com o termo de uso;
Atualizar obrigatoriamente os dados de contato (e-mail e celular);
Permitir acesso a fotos e vídeos pelo celular;
Realizar a validação facial;
Conferir o comprovante do recadastramento;

Após finalizar a prova de vida pelo aplicativo e a qualquer momento, o pensionista e o inativo poderão conferir o comprovante do recadastramento no próprio aplicativo.

Pensionistas e inativos que não conseguirem utilizar o aplicativo Servidor RS podem ir a uma agência do Banrisul.

Os pensionistas que não conseguirem fazer a prova de vida pelo aplicativo Servidor RS e residirem em cidade sem agência do Banrisul ou no exterior deverão consultar o site do IPE Prev para obter mais informações.

Os inativos que não conseguirem fazer a prova de vida pelo aplicativo Servidor RS e residirem em cidade sem agência do Banrisul deverão preencher o Formulário de Atualização Cadastral. Esse documento precisa estar com a assinatura reconhecida por autenticidade em cartório e enviado à Secretaria da Fazenda, juntamente com cópia da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. O Aviso de Recebimento valerá como comprovante do envio da documentação.

O endereço para envio é: Divisão de Gestão da Folha (Rua Caldas Júnior, 120/13º andar – Secretaria da Fazenda – Porto Alegre – CEP 90018-900). Para acessar o formulário ou mais informações, clique aqui.

A recondução do comandante da Brigada Militar

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Acompanhamos atentamente, as alterações no comando e chefias de órgãos ligados à Segurança Pública neste primeiro mês de segundo mandato de Eduardo Leite.

Por evidente, como esperado, poucas alterações ocorreram na pasta da segurança pública o que coloca a prova a importância do processo de continuidade de uma área tão importante e cara para a sociedade.

Em via de regra, as vinculadas ligadas ao “guarda-chuva” da SSP tem a cada quatro anos alterações, ou não raras vezes durante o mandato várias alterações, sejam para oportunizar aos amigos mais fieis ou por falta de alinhamento do chefe ou comandante ao pensamento estratégico do governo eleito.

Na gestão 2019/2022 na secretaria de Segurança Pública e na BM, por exemplo foram duas trocas, sendo o delegado Ranolfo vieira Junior que transmitiu a SSP ao Cel. Vânius Santarosa que transmitiu o comando ao Coronel Claudio Feoli, que foi indicado a permanecer.

Costumamos dizer que a alternância é algo salutar na administração pública, no entanto a história nos demonstra que este “rodízio” de cargos de tão elevada importância, necessitam minimamente um período para o planejamento execução e por fim para avaliação, do governo, mas também por parte da sociedade que é o motivo único de todo um esforço governamental, que detém o poder de avaliação com igual importância.

Para deixar somente no âmbito da BM, ela já esteve sujeita á muitas estratégias, visando a diminuição dos índices de criminalidade, algumas visivelmente populistas como exemplo o programa Territórios da Paz que visava descentralizar o policiamento conjugando esforços com outras secretarias que viriam a criar uma estrutura de postos de saúde, assistência social, educação preventiva e outros e sobrou somente para a BM o cumprimento da missão, ficando ausente as demais demandas sociais.

Imaginamos que por estas e outras o Governo do Estado começa com o pé direito no gerenciamento de um programa de continuidade no que está dando certo.

O Coronel Claudio Feoli, por exemplo, tem sido notado pela sociedade gaúcha pelos resultados e principalmente pelas estratégias combativas á algumas localidades onde a criminalidade passou a dar sinais destoantes, ameaçando a curva decrescente de violência como no caso da região sul do estado.

Se pelo lado da operacionalidade do policiamento ostensivo se justifica sua permanência, internamente, neste curto período de 09 meses de comando, depõem favoravelmente à ele, as entidades representativas e a própria tropa majoritariamente pela sua firmeza de comando, mas tentando inovar com diálogo, mexendo por exemplo em entraves históricos no déficit de efetivo e falta de fluxo na ascenção funcional dos ME, com a legislação disponível, tanto do nível superior como de nível médio. Talvez seja um dos poucos comandantes a formar um numero expressivo de militares em tão curto espaço de tempo (09 meses).

Em sua resposta aos poderes constituídos, tem demonstrado seu compromisso institucional acima de tudo, e estas práticas tem sido demonstradas quando se faz necessário exaltar a Brigada Militar como instituição de Estado.

Por tudo isso arriscamos dizer que o governo em seu primeiro mês demonstra a sobriedade e confiança na gestão da BM.

Importante lembrar que para qualquer obra é necessário bons operários, mas também um engenheiro preventivo e inteligente e vemos no novo secretário de segurança publica Del. Sandro Caron um policial interessado em acertar e contribuir com o RS, demonstrando fácil interação com o governo Federal no sentido de apresentar propostas que a muito vem sendo ignorada pelos governos que é estabelecer complemento na legislação penal a fim de que determinados crimes tenham penas mais duras e principalmente que garanta a permanência dos presos longe do convívio de pessoas de bem. São novos tempos na segurança pública, em que os operadores e sociedade em geral, na sua totalidade desejam pleno sucesso.

STJ – Decisão sobre porte de armas aos Policiais

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Entenda o que é fato sobre o porte de armas aos policiais inativos

Por: Paulo Roberto Mendes Rodrigues – Juiz Militar do TJM

Ementa:

“HABEAS CORPUS. […] POLICIAL CIVIL APOSENTADO. INEXISTÊNCIA DE DIREITO AO PORTE DE ARMA. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 36 DO DECRETO FEDERAL 5.123/2004. […] 1. De acordo com o artigo 33 do Decreto Federal 5.123/2004, que regulamentou o artigo 6º da Lei 10.826/2003, O PORTE DE ARMA DE FOGO ESTÁ CONDICIONADO AO EFETIVO EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES INSTITUCIONAIS POR PARTE DOS POLICIAIS, MOTIVO PELO QUAL NÃO SE ESTENDE AOS APOSENTADOS. 2. Habeas corpus não conhecido. (HC 267.058/SP, Rel. Ministro JORGE MUSSI, QUINTA TURMA, julgado em 04/12/2014, DJe 15/12/2014)”

Entenda o caso:

A primeira turma do STJ, ao julgar o aresto supracitado, decidiu que o porte de arma de fogo está condicionado ao efetivo exercício das funções institucionais por parte dos policiais, isto é, apenas aos policiais da ativa, não se estendendo aos aposentados. A decisão do STJ foi publicada em 15/12/2014, mas apenas recentemente houve seu trânsito em julgado.

Reflexão:

O porte de arma de fogo, como regra, é proibido em todo território nacional, salvo nos casos previstos em lei. No artigo 6º, II e §1º, da Lei 10.829/2003 (Estatuto do Desarmamento), está previsto as autoridades e agentes que possuem o direito ao porte de arma funcional, dentre elas estão os policiais, bem como, por ser uma norma em branco, está previsto que o direito do porte será complementado por regulamentação própria:

“[…] Art. 6º É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para: […] II — os integrantes de órgãos referidos nos incisos do caput do art. 144 da Constituição Federal […] § 1º As pessoas previstas nos incisos I, II, III, V e VI do caput deste artigo terão DIREITO DE PORTAR ARMA DE FOGO de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou instituição, mesmo fora de serviço, NOS TERMOS DO REGULAMENTO DESTA LEI, com validade em âmbito nacional para aquelas constantes dos incisos I, II, V e VI. […]”

Na decisão do e. Superior Tribunal de Justiça em análise, calcada no art. 33 do Decreto 5.123/2004, está disposto que o porte dos policiais é deferido em razão do desempenho de suas funções institucionais:

“[…] Art. 33. O Porte de Arma de Fogo é deferido aos militares das Forças Armadas, AOS POLICIAIS federais e estaduais e do Distrito Federal, civis e MILITARES, aos Corpos de Bombeiros Militares, bem como aos policiais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal EM RAZÃO DO DESEMPENHO DE SUAS FUNÇÕES INSTITUCIONAIS. § 1º O Porte de Arma de Fogo das praças das Forças Armadas e dos Policiais e Corpos de Bombeiros Militares é regulado em norma específica, por atos dos Comandantes das Forças Singulares e dos Comandantes-Gerais das Corporações. § 2º Os integrantes das polícias civis estaduais e das Forças Auxiliares, QUANDO NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES INSTITUCIONAIS OU EM TRÂNSITO, poderão portar arma de fogo fora da respectiva unidade federativa, desde que expressamente autorizados pela instituição a que pertençam, por prazo determinado, conforme estabelecido em normas próprias. […]”

De fato, a previsão da regulamentação, ao dispor que o porte de arma de fogo dos policiais está vinculado ao exercício das funções institucionais, torna cognoscível interpretar-se que a aposentadoria exclui o porte funcional e automático dos policiais.

Com efeito, o porte funcional permite aos policias portarem arma de fogo, da corporação ou particular registrada em seu nome, despicienda autorização ou documento autorizando o porte.

Com a decisão, o STJ esclarece que, com a aposentadoria, o policial deixa de exercer funções institucionais e, por óbvio, perde o direito de porte de arma de fogo funcional, mas não fica sem o direito ao porte de arma, apenas passa a necessitar de autorização para o porte.

Nesse mesmo sentido, cumpre reforçar que a referida norma jurídica regulamentadora que conferia supedâneo à decisão/interpretação do STJ foi revogada e atualizada pelo Decreto n.º 9.785/2019 e, posteriormente, substituída pelo, em vigor, Decreto n.º 9.847/2019, que traz a seguinte previsão:

“[…] Art. 30. Os INTEGRANTES das Forças Armadas e os servidores dos órgãos, instituições e CORPORAÇÕES mencionados nos incisos II, V, VI e VII do caput do art. 6º da Lei nº 10.826, de 2003, TRANSFERIDOS PARA A RESERVA REMUNERADA OU APOSENTADOS, para CONSERVAREM A AUTORIZAÇÃO DE PORTE DE ARMA DE FOGO de sua propriedade deverão submeter-se, a cada dez anos, aos testes de avaliação psicológica a que faz menção o inciso III do caput do art. 4º da Lei nº 10.826, de 2003. […] § 1º O cumprimento dos requisitos a que se refere o caput será atestado pelos órgãos, instituições e corporações de vinculação.[…]”

Portanto, com respeito a entendimentos diversos divulgados, atualmente, pela mídia, no sentido de que o STJ tolheu o direito ao porte de arma de fogo dos policiais aposentados, compreende-se que o STJ não suprimiu o direito dos policiais aposentados ao porte, apenas restou esclarecido que não possuem o porte automático funcional, mas podem ter porte de arma emitido pela corporação de vinculação, condicionada a autorização ao preenchimento dos requisitos legais, dentre eles que se submetam a testes de avaliação psicológica a cada dez anos, atestados pelas instituições, órgãos e corporações a que estão vinculados.

SP: Policial militar morre após ser baleado durante treinamento em SP

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A corporação publicou uma nota de pesar e alegou que os motivos ainda serão esclarecidos

Policial Militar Mateus Godoi foi atingido por um tiro no pescoço
Foto: Divulgação/PM e Arquivo pessoal/Reprodução/Facebook

Redação Terra

O policial militar Mateus Fernandes Godoi, de 25 anos, teve morte cerebral decretada nesta sexta-feira, 27, em Bauru (SP). Ele foi atingido por um tiro no pescoço disparado por um colega de farda enquanto eles realizavam um treinamento na última quarta-feira, 25. Mateus era soldado da PM e atuava no 13º Batalhão de Ações Especiais (BAEP).

Em nota de condolências divulgada pela Polícia Militar, o órgão afirma que a ocorrência se deu por volta das 17h30, e que “por motivos ainda a serem esclarecidos, ocorreu um disparo acidental de arma de fogo e atingindo a região do pescoço.”

A PM informou ainda que o policial foi imediatamente atendido por policiais especializados em atendimento pré-hospitalar e socorrido ao Hospital de Base de Bauru, onde passou por procedimento cirúrgico e permaneceu em observação, quando na sexta-feira, por volta das 16h20, não resistiu ao ferimento e sua morte encefálica foi atestada.

Segundo a nota, assinada pelo tenente-coronel Fábio Domingues Pereira, comandante do 13º BAEP, Mateus estava há quatro anos na corporação. Ele é filho de um tenente da reserva da PM, e deixa a esposa, Fernanda.

Secretário da Segurança do RS pede mudança na lei para acabar com liberdade provisória em caso de crimes graves 

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Sugestão foi apresentada ao ministro da Justiça, Flávio Dino, como forma de reduzir índices de criminalidade

Caron (D) com o comandante da BM, Cláudio Feoli (E), e o primeiro colocado no curso de formação de tenentes, Jurandir Fortes de OliveiraJúlio Amaral / Divulgação

GZH

Na formatura do curso básico de Administração Policial Militar, que habilitou 73 sargentos à promoção ao posto de 1º tenente, no sábado (28), o secretário da Segurança Pública, Sandro Caron, detalhou a sugestão feita ao ministro da Justiça, Flávio Dino, para reduzir a criminalidade. Em reunião do Colégio de Secretários com o ministro, Caron propôs a revisão da legislação processual penal, para acabar com a liberdade provisória em casos de prisão em flagrante por crimes violentos, como homicídio, roubo e latrocínio.

Essa demanda já havia sido feita no governo passado, quando Caron era secretário da Segurança no Ceará, mas não foi acatada. Dino, que à época era governador do Maranhão, mostrou simpatia pela ideia e se propôs a criar um grupo de trabalho para discutir o projeto.

— A Brigada Militar faz 120 prisões em flagrante por dia, mas muitos desses presos são liberados em poucos dias, mesmo quando cometem crimes graves, porque existe a possibilidade legal. Se fecharmos essa porta, teremos uma redução ainda maior nos índices de criminalidade — justifica o secretário.

Caron deixa claro que não é favorável ao encarceramento generalizado, mas considera importante limitar a liberdade provisória aos crimes de menor potencial ofensivo:

— Quando um criminoso pratica um homicídio e em poucos dias é colocado na rua, as chances de ele reincidir são muito grandes. A liberdade provisória é muito diferente da progressão de regime, em que pessoas já condenadas, que cumpriram parte da pena e estão sendo preparadas para voltar à sociedade, ganham o direito de progredir para o semiaberto e trabalhar durante o dia.

A tese de Caron foi encampada pelos demais secretários, que sentem na pele a mesma dificuldade. Não se trata, diz o Caron, da simplificação feita muitas vezes pelos leigos, de que “a polícia prende e o juiz solta”:

— O problema está na lei. Precisamos de uma mudança para que polícia, Ministério Público e Judiciário se guiem pelo mesmo texto. Isso ocorreu na Colômbia e ajudou a derrubar os índices de criminalidade.

Salário em dia, sem reajuste para professores

O pagamento do salário de janeiro dos servidores estaduais está confirmado para terça-feira, dia 31, sem o reajuste do piso dos professores, que impacta em todos os níveis da carreira.

O chefe da Casa Civil, Artur Lemos, diz que as esquipes técnicas das secretarias de Educação, Fazenda, Planejamento, Governança e Gestão e da Casa Civil “trabalham em conjunto para a definição de um projeto de lei de correção do piso”.

— O Cpers pediu agenda e eu pessoalmente já conversei com a presidente, Helenir Schürer. Tão logo tenhamos esse esboço, vamos discutir com a categoria e com a base aliada na Assembleia — adianta Lemos.

O piso nacional do magistério foi reajustado em 14,94%, conforme portaria do ministro da Educação, Camilo Santana, e passou de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55. Esse valor se aplica a uma jornada de 40 horas semanais.

Veículo de Policial Militar incendeia na ERS-130

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O Corpo de Bombeiros de Encantado atendeu um chamado em Encantado. Um Gol de um Policial Militar, incendiou na ERS 130, em Linha Palmas, em Encantado.

Ao atender a ocorrência, os bombeiros já haviam localizado o carro incendiado, totalmente consumido pelas chamas. O veículo capotou e pegou fogo.

O motorista foi levado pela ambulância para o Hospital de Encantado. Os bombeiros gastaram mil litros de água para fazer a lavagem da pista.

Foto: Corpo de Bombeiros

Fonte: Corpo de Bombeiros

Por Redação/Agora no Vale 

Segurança pública conta com 73 novos Tenentes da Brigada Militar

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A Brigada Militar realizou, neste sábado (28/01), na Academia de Polícia, a formatura do Curso Básico de Administração Policial Militar (CBAPM). A solenidade, que formou 73 novos tenentes, aconteceu no Estádio General Cypriano, no complexo do Departamento de Ensino da BM.

O CBAPM é a capacitação que habilita os primeiros-sargentos à promoção ao posto de 1º tenente. O curso, que iniciou em 16 de novembro de 2022, contou com uma carga-horária de mais de 540 horas de instruções teóricas e práticas, além de estágio que possibilitou a experimentação e testagem do aprendizado. O curso foi supervisionado pelo Departamento de Ensino, coordenado e executado pela Academia de Polícia Militar. Completaram a formação, 60 homens e 13 mulheres.

O evento contou com a presença do secretário da segurança pública do RS Sandro Caron, o comandante-geral da BM coronel Cláudio dos Santos Feoli, o subcomandante-geral da BM, coronel Douglas da Rosa Soares, o chefe do estado-maior da BM, coronel Rogério Stumpf Pereira Junior, dentre outras autoridades civis e militares.

O Comandante-Geral da BM que também foi escolhido o Paraninfo da turma, em sua manifestação aos formandos pontuou da grande missão dos novos tenentes.

      • Os senhores a partir de agora são responsáveis em comandar homens livres.
        Os senhores passarão a ser reconhecidos como lideranças representando a imagem institucional em cada município do RS.

      • Os senhores a partir deste momento serão tão comandantes quanto eu.

      • Confirmem seu mais alto conhecimento, e assim agradeceu duplamente na condição de comandante e paraninfo.

    O Secretario de Segurança Publica ao se manifestar iniciou falando que atualmente esta na Condição de Secretário mas na condição de também policial e alertou que um dos melhores ingredientes para comandar a partir de agora será o seu exercicio pelo exemplo.

        • Os fortes investimentos que o governo do estado tem operacionalizado tem sido uma parte da estrutura para a melhoria da Segurança Publica, mas investir na formação é algo indispensavel para os policiais e para a sociedade.

      Representando as entidades da BM, estavam presentes o 2º Vice-presidente da ASSTBM Daltro Quadros, Vice-presidente da ABAMF, Jairo Conceição, Presidente da AOFERGS, Roberto Larossa, Pela ASOFBM o TCel Alberto Alvorcem Pinto, Diretor Administrativo da ASOFBM e o TCel Luiz Antonio Fouchi de Leon presidente do Sicredimil, que esteve presente com sua unidade móvel da cooperativa.

      O 1º Colocado

      O Primeiro colocado do curso foi o Tenente Jurandir Fortes de Oliveira, repetindo o feito quando da sua inclusão em sua turma de soldado.

      1º Colocado fala com o Correio Brigadiano

      Sicredi MIl presente no evento:

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