Início Site Página 43

Militares vereadores assumem presidência das Câmaras Municipais de duas grandes cidades do RS

0

Neste dia 1° de janeiro, policiais militares assumiram o mandato legislativo até 2028. Inevitavelmente para os policiais vencerem um pleito eleitoral já é uma conquista de poucos. Sua condição no desempenho das funções públicas por vezes não são nada simpáticas para grande parte da população por ter missão precípua de muitas vezes exigirem o cumprimento da lei e da ordem dentro do poder coercitivo do estado.
No Rio Grande do Sul foram dezenas de policiais que assumiram o mandato. ( veja aqui matéria do Correio Brigadiano com os eleitos)
Em Destaque dois vereadores que obtiveram votação histórica que assumiram também a presidência de câmeras municipais. Em Porto Alegre após ter sido ameaçado seu mandato por uma ação movida por seu opositor Roberto Robiana do PSOL, a Vereadora Comandante Nádia, Oficial da RR. da Brigada Militar não só manteve seu mandato por decisão judicial mas assumiu a presidência da Câmara de Vereadores da Capital, sendo a primeira brigadiana a presidir o legislativo em Porto Alegre.
Em Passo Fundo o Soldado Gio Krug, após ter obtido votação histórica para o seu segundo mandato, foi escolhido para presidir a Câmara Municipal.
A gestão na presidência de câmaras municipais podem significar celeridade e dinamismo nas demandas das comunidades e consequentemente priorizando a segurança pública. Além de dar visibilidade a trajetória política dos eleitos, algo importante para a categoria dos militares estaduais, necessitados de representação política.

Faltam dois anos para a próxima eleição, mas que o exemplo de 2024 seja um farol de esperança para o pleito de 2026.

Parabéns aos novos promovidos da Brigada Militar e Corpo de Bombeiros

0

O Jornal Correio Brigadiano parabeniza todos os policiais e bombeiros militares promovidos! Esta conquista é o reflexo do trabalho árduo, dedicação e coragem de cada um de vocês. A promoção não apenas reconhece o esforço diário em prol da segurança e bem-estar da sociedade, mas também é um símbolo do comprometimento com a missão de servir e proteger. Que este novo ciclo traga ainda mais sucesso, crescimento pessoal e profissional, e que continuem a ser inspiração para todos ao seu redor. Parabéns pela merecida promoção!

Governador Eduardo Leite anuncia promoções de servidores da Segurança Pública e do Sistema Penal

Avanço na carreira para cerca de 3 mil servidores será publicado no Diário Oficial do Estado nos próximos dias

O governador Eduardo Leite anunciou neste sábado (28) que autorizou a publicação de promoções para servidores das instituições das secretarias da Segurança Pública (SSP) e de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS) do Rio Grande do Sul. Entre profissionais da Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias e Corpo de Bombeiros Militar, vinculadas da SSP, e da Polícia Penal, da SSPS, serão cerca de 3 mil promovidos.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Leite destacou o reconhecimento aos profissionais por todo o esforço na proteção e resgate de milhares de gaúchos durante as enchentes de maio. O governador ressaltou, ainda, o empenho das forças de segurança no trabalho integrado de combate à criminalidade, garantindo a redução contínua dos indicadores.

Conforme o governador, os trâmites para formalização das promoções estão encaminhados nas instâncias do Estado que efetivam o processo e seguirão, entre os últimos dias de dezembro e os primeiros dias de janeiro de 2025, para publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), que trará a lista definitiva com números e nomes dos promovidos.

sul21

Governo publica decreto com regras para disciplinar uso da força pelas polícias; veja principais pontos

0

Texto dá ao Ministério da Justiça poder para definir regras sobre uso de armas e revistas em ruas e casas. Decreto condiciona repasse de verbas federais ao cumprimento de normas.

Por Lígia VieiraReynaldo Turollo Jr, TV Globo e g1 

O governo federal publicou nesta terça-feira (24) o decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública para regular o uso da força por policiais de todo o país. O texto foi divulgado no Diário Oficial da União (DOU).

Entre os principais pontos, a publicação diz que a arma de fogo só poderá ser usada por profissionais da segurança pública como último recurso.

➡️Também determina que armas de fogo não poderão ser utilizadas contra:

  • pessoa desarmada que esteja em fuga;
  • e veículo que desrespeite o bloqueio policial.

Nos dois casos, o uso de arma será válido se houver risco ao profissional de segurança ou a terceiros.

Essas diretrizes específicas são semelhantes ao que já estava disposto em uma norma anterior do Ministério da Justiça, que estava em vigor desde 2010.

➡️Outro trecho do decreto diz que é necessário que haja planejamento nas operações e que as ações sejam realizadas adotando medidas para “prevenir ou minimizar o uso da força e para mitigar a gravidade de qualquer dano direto ou indireto que possa ser causado a quaisquer pessoas”.

No entanto, a publicação não traz as regras detalhadas. O texto apresenta princípios gerais e prevê que normas complementares serão publicadas posteriormente pelo Ministério da Justiça.

g1 apurou que esse detalhamento será feito por meio de uma portaria de Lewandowski que foi discutida ao longo de 2024 com especialistas em segurança pública e policiais.

Na prática, o decreto assinado agora pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garante poderes à pasta comandada por Ricardo Lewandowski para detalhar novas regras sobre os temas.

As diretrizes não serão impostas aos estados e ao Distrito Federal, que comandam as Polícias Militares, as Polícias Civis e as Polícias Penais (que atuam nos presídios).

Mas está previsto que “o repasse de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário Nacional para ações que envolvam o uso da força pelos órgãos de segurança pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios está condicionado à observância do disposto na Lei nº 13.060, de 22 de dezembro de 2014, e neste Decreto”.

As normas são obrigatórias para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal (que atua nos presídios federais), corporações subordinadas ao governo federal.

A nova norma sobre uso da força policial tem o objetivo de atualizar uma portaria do Ministério da Justiça que foi editada em 2010.

🔎Além de atualizar o texto, ela traz novidades como a regulamentação sobre o uso de algemas, a necessidade de planejamento e filmagem de grandes operações — pontos que deverão estar na portaria que será publicada pelo ministério — e a criação de um Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força que vai produzir informações sobre mortes causadas por policiais e mortes de policiais.

Veja os principais pontos:

Uso da força

➡️Segundo as novas regras, um policial ou agente de segurança poderá usar a força:

  • quando outros recursos não forem suficientes;
  • e o nível de força utilizado seja compatível com a ameaça apresentada pela pessoa envolvida.

O texto traz que o policial, ao empregar força, deve agir sempre “com bom senso, prudência e equilíbrio, de acordo com as circunstâncias do caso concreto”. E ele deve assumir a responsabilidade caso haja uso inadequado.

➡️Os profissionais de segurança pública também não podem discriminar qualquer pessoa com base em:

  • raça
  • etnia
  • cor
  • sexo
  • orientação sexual
  • língua
  • religião
  • opinião política ou de outra natureza
  • nacionalidade
  • origem social
  • deficiência
  • situação econômica”

Segundo o documento, caberá ao Ministério da Justiça “formular, implementar, monitorar e avaliar ações relacionadas ao uso da força que incluam diagnósticos, padronização de procedimentos, doutrina, capacitação e aquisições de equipamentos, entre outros aspectos para todas as forças de segurança do país”.

➡️O texto também prevê que o Ministério da Justiça crie um Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força. Será um grupo com participação da sociedade civil que vai monitorar e centralizar dados sobre os números de mortes causadas por policiais e sobre mortes de policiais.

Capacitação

A capacitação dos profissionais de segurança está prevista no decreto publicado hoje. Eles serão obrigados a fazer anualmente algum tipo de treinamento sobre o uso da força.

➡️Além disso, os procedimentos adequados de emprego de arma de fogo e outros instrumentos não letais deve ser apresentado no conteúdo abordado nos treinamentos.

TJMRS Lança Edição Especial da Revista Justiça Militar e Memória

0

O Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul (TJMRS) lançou nesta quinta-feira, 19 de dezembro, a edição digital de sua revista Justiça Militar e Memória. A nova publicação reúne uma seleção de jurisprudência dos magistrados da Corte em 2024, proporcionando um panorama atualizado das decisões que marcaram o ano.

Além dos acórdãos, a edição conta com uma seção especial que rememora a enchente do mês de maio de 2024, que afetou Porto Alegre e diversas regiões do Rio Grande do Sul.  A curadoria da revista foi realizada pela Comissão de Jurisprudência do TJMRS, com produção da Assessoria de Comunicação do Tribunal. 

 “Lançamos essa edição em um ano histórico e desafiador. Sofremos com a catástrofe climática que devastou comunidades no Rio Grande do Sul, um evento que testou nossa resiliência como sociedade e destacou a importância da solidariedade e da atuação coordenada entre as instituições públicas. Esse contexto reforça ainda mais o valor de refletirmos sobre a Justiça como uma ferramenta de reconstrução e esperança”, disse a presidente do TJMRS, desembargadora militar Maria Moura.

Contribuíram com acórdãos nessa edição os desembargadores militares Maria Moura, Sergio Berni de Brum,  Rodrigo Mohr, Paulo Roberto Mendes, Fábio Duarte Fernandes e Amilcar Macedo.

A revista está disponível nos links abaixo

https://www.tjmrs.jus.br/public/files/portalMemoria/revistas_20241218150125_296_arquivo_REVISTAEDICAO-11.pdf   (PDF)

https://www.tjmrs.jus.br/portal-memoria/revistas  (opção para folhear digitalmente a revista)

Fonte: Comunicação Social TJMRS

IBCM inova lançará novos planos de saúde exclusivos para servidores públicos do Rio Grande do Sul em 2025

0

IBCM inova e, em 2025, lançará novos planos de saúde exclusivos para servidores públicos do Rio Grande do Sul com preços acessíveis

Com mensalidades a partir de R$ 57,38 para as faixas etárias iniciais, a iniciativa promete não apenas ampliar o acesso à saúde de qualidade, mas também atrair novos associados, oferecendo soluções personalizadas e acessíveis.

Ao todo, são quatro novas opções de planos: IBCM Saúde Mais, IBCM Saúde Vital, IBCM Saúde Essencial e IBCM Vida Segura. Entre as novidades estão produtos destinados aos servidores públicos sem vínculo com o IPE Saúde. Esses novos planos permitem que servidores estaduais, municipais, viúvas e pensionistas escolham a alternativa que melhor se adapta às suas necessidades e ao seu orçamento.

Uma das grandes inovações da IBCM é a inclusão de todos os servidores públicos, com ou sem vínculo ao IPE Saúde, que agora podem acessar os mesmos benefícios e condições.

Os novos planos da IBCM, desenvolvidos com base em estudos aprofundados, oferecem cobertura ambulatorial e odontológica com um amplo portfólio de serviços. Com foco em flexibilidade, inovação e acessibilidade, as opções garantem soluções que atendem às necessidades das famílias.

A IBCM continua aprimorando seus processos e serviços para oferecer um atendimento mais acolhedor e eficiente. Com os novos planos, os servidores públicos gaúchos terão acesso a um serviço de saúde de alta qualidade que combina acessibilidade e excelência, reafirmando o compromisso da IBCM com a confiança e a tradição.

Com 96 anos de história, a IBCM é referência em serviços de saúde de qualidade para servidores públicos do Rio Grande do Sul, oferecendo atendimento que une tradição e inovação. A cobertura inclui telemedicina, consultas, exames,

odontologia, psicologia, fisioterapia e outras terapias, além de uma ampla rede de prestadores.

O servidor público que busca um plano de saúde com valores acessíveis e ampla cobertura ambulatorial encontrará nos planos IBCM a escolha ideal. Para mais informações, acesse: www.ibcmsaude.com.br.

Texto: Charles Soveral -Jornalista – MTB 5.736

Foto: Carlos Araujo

Projeto que define idade mínima para militares irem para a reserva é enviado ao Congresso Nacional

0

Proposta fixa também a contribuição ao fundo de saúde em 3,5% sobre a remuneração e o fim do instituto de reversão de pensão entre os dependentes do militar

Zero Hora

O projeto de lei (PL) que trata da previdência dos militares foi enviado nesta terça-feira (17) pelo governo federal ao Congresso Nacional, conforme publicado no Diário Oficial da União (DOU). O texto faz parte do acordo de corte de gastos e vai tramitar às vésperas do recesso legislativo.

O texto estabelece a idade mínima de de 55 anos para que o militar seja transferido para a reserva com soldo (salário) integral. Atualmente, esta definição não existe. Caso aprovada, a regra de transição vai até 2031. Até lá, basta cumprir o tempo de contribuição exigido hoje, 35 anos, mais 9% de pedágio. A partir de 2032, vale a idade mínima, além do tempo de serviço.

O projeto fixa também a contribuição ao fundo de saúde em 3,5% sobre a remuneração. Hoje, nem todos os militares pagam essa taxa.

O projeto de lei também muda a regra para o pagamento de pensão em caso de morte, limitando o direito ao benefício aos familiares da primeira ordem de prioridade, como cônjuge e filhos menores. Assim, não será mais permitida a transferência de pensão a irmãos ou parentes mais afastados, caso o texto seja aprovado. O PL ainda estabelece o fim da “morte ficta”, que é a pensão paga aos familiares do militar que foi expulso da força por mau comportamento. 

Já o auxílio-reclusão deixará de ser pago “a partir do dia seguinte àquele em que o ex-militar for posto em liberdade, ainda que condicional”. O benefício é concedido a familiares de militares que cumprem pena de prisão após condenação transitada em julgado e corresponde à metade da última remuneração do ex-membro das forças armadas.

Segundo estimativa do Ministério da Fazenda, o impacto dessas medidas deve ser de ganho de R$ 2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão de corte de gastos e o outro R$ 1 bilhão de aumento de receitas.

Evento alusivo aos 23 anos do Comando de Policiamento Metropolitano inaugura memorial “Recanto dos Heróis”

0

O Comando de Policiamento Metropolitano (CPM) comemorou, na tarde de segunda-feira, (16/12), seus 23 anos de atuação com um evento realizado na Associação Fenix, e posterior na sede do CPM, à inauguração do espaço “Recanto dos Heróis”. O evento foi marcado pela entrega de comendas, medalhas, e “challenge coins”, honrarias destinadas a reconhecer e homenagear os oficiais e praças da Brigada Militar, que se destacaram em suas funções, ainda foram homenageados os apoiadores do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (Piseg), e colaboradores do Projeto SOS CPM, que contribuíram para o aprimoramento da imagem e eficácia da Instituição. Além disso, personalidades que demonstraram comprometimento com a segurança pública também foram agraciadas, em reconhecimento ao esforço e à dedicação à sociedade.

O evento, que deveria ter ocorrido em maio 2024, teve sua data alterada devido aos fatores climáticos que castigaram o estado RS, e principalmente a região metropolitana, área de atuação do CPM, a oportunidade foi para homenagens, reconhecimentos e agradecimentos aos familiares, bem como a comunidade de Canoas, Nova Santa Rita, Sapucaia do Sul e Esteio. A cerimônia contou com a presença do comandante-geral da Brigada Militar, coronel PM Cláudio dos Santos Feoli, do subcomandante-geral Cel PM Douglas da Rosa Soares, do comandante do CPM, coronel PM Márcio de Azevedo Gonçalves, e outras autoridades militares e civis.

Em ato continuo foi realizada na sede do CPM, à inauguração do espaço “Recanto dos Heróis” em homenagens aos policiais militares do CPM que faleceram no cumprimento do dever. Na oportunidade, foi ressaltado o apoio prestado pelo Sr. Everton Alfonsin (CIA DO CACO) que apoiou com meios materiais na concretização desse projeto.

O Jornal correio Brigadiano prestigiou o evento, pois vem acompanhando as ações desenvolvidas pelo CPM em prol da segurança metropolitana, bem como da valorização dos servidores. No ato o Jornal também foi homenageado no evento.

ENTREVISTAS

Coronel Gonçalves – Cmt do CPM

Everton Alfonsin – Cia do Caco

GALERIA DE FOTOS

PL 366/2024 que altera a lei do programa mais efetivo está na pauta de votação da ALRS

0

Na última semana antes do recesso parlamentar, o plenário da Assembleia Legislativa deve concluir a apreciação do pacote de projetos do Poder Executivo. Estão previstas duas sessões deliberativas na terça-feira (17): uma extraordinária, a partir das 10h, e a ordinária, a partir das 14h.

Ainda restam dez proposições do governo para serem deliberadas e todas elas trancam a pauta de votações por terem sido encaminhadas em regime de urgência. Na última terça-feira (10), também em duas sessões deliberativas, os parlamentares aprovaram 24 projetos do pacote: na sessão extraordinária da manhã, foram 13 matérias aprovadas e, na sessão ordinária da tarde, outras 11. O projeto que trata do reajuste do piso regional, que também fazia parte do pacote, já havia sido aprovado na sessão de 3 de dezembro.

Um dos projeto é o PL 366/2024 Altera a Lei nº 15.108, de 11 de janeiro de 2018, que dispõe sobre o Programa “Mais Efetivo” e dá outras providências.

CONFIRA AQUI AS ALTERAÇÕES PROPOSTAS

Saiba quando governo do RS vai quitar 13º salário do funcionalismo

0

Primeira metade do benefício foi antecipada em junho por causa da enchente

Rosane de Oliveira GZH

Os servidores públicos que por muitos anos sofreram com o atraso no pagamento dos salários e com o pagamento do 13º salário por meio de empréstimo do Banrisul ainda conservam o cacoete de perguntar aos veículos de comunicação quando será quitado o benefício deste ano. A resposta da Secretaria da Fazenda é “na próxima sexta-feira, dia 20”. Foi essa a data anunciada em junho, quando os funcionários públicos receberam metade do 13º como uma espécie de socorro diante da enchente que afetou o Rio Grande do Sul.

Este será o terceiro ano em que a folha da chamada gratificação natalina será paga com algum tipo de antecipação. Em 28 de outubro de 2021 o governo quitou três parcelas do décimo-terceiro do ano anterior, que estavam pendentes no parcelamento. Já o décimo-terceiro de 2021 foi pago em duas parcelas (29 de novembro e 20 de dezembro). Foi a primeira vez que os valores foram pagos em dia desde 2015.

Em 2022, o 13º foi pago em duas parcelas e antecipado, sendo 50% em 30 de outubro e 50% em 30 de novembro. No ano passado, o governo pagou 90% do valor em 1º de novembro e 50% no dia 30 do mesmo mês. 

R$ 2 bilhões na economia gaúcha

Segundo o Tesouro do Estado, considerando os R$ 930 milhões pagos em junho e os cerca de R$ 1,1 bilhão desta segunda parcela, o 13º de 2024 representará uma injeção de R$ 2 bilhões na economia do Estado. A antecipação de junho, somada a outras medidas, foi um dos motivos que auxiliaram o Estado a alavancar a economia e a recuperar a arrecadação gaúcha. 

Para Eduardo Lacher, subsecretário do Tesouro do Estado, apesar de haver recursos para antecipar metade da folha este ano, surgiu uma nova dificuldade, que foi a indisponibilidade dos sistemas em função das chuvas:

— Para começar a pagar o décimo terceiro em junho, foi preciso um grande esforço de diversos servidores que conseguiram gerar a folha, assim como foi possível pagar os salários de maio e os novos valores de auxílio-refeição.

A secretária da Fazenda, Pricilla Santana, diz que o pagamento em dia das obrigações do Estado deveria ter sido sempre parte da normalidade da gestão, mas, por todos os históricos desafios financeiros, essa regularização, em 2020, demandou muita determinação do governo e dos gaúchos:

— Regularizar os pagamentos foi um avanço enorme, com reformas, privatizações, contenção de gastos a adesão ao regime de recuperação fiscal. Essa é uma conquista muito cara e que precisa ser preservada, com responsabilidade fiscal, controle de gastos e recuperação econômica. 

Mesmo com a normalização dos pagamentos de curto prazo, o Rio Grande do Sul segue com enormes passivos, com precatórios e dívida com a União, que passa de R$ 100 bilhões.