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Inaugurada na Penitenciária de Canoas a nova base da Tropa de Elite do serviço penal

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Considerado modelo no País, Grupo de Intervenção Rápida (GIR) atua com treinamento da polícia de choque para intervenções e controle de distúrbios, escolta e posicionamento em muralhas

Por LEANDRO DOMINGOS DIARIO DE CANOAS

Tropa de Elite do serviço penal gaúcho agora fica pronta para a ação em Canoas Foto: SUSEPE/DIVULGAÇÃO

A Polícia Penal acaba de inaugurar a nova base operacional do Grupo de Intervenção Rápida da 1º Região Penitenciária (GIR-1), conhecida como a Tropa de Elite do serviço penal gaúcho. O espaço, a partir de agora, está organizado na Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan 1).

Considerado modelo no País, Grupo de Intervenção Rápida (GIR) atua com treinamento da polícia de choque para intervenções e controle de distúrbios, escolta e posicionamento em muralhas.

Diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP), Anderson Prochnow acredita que a nova sede deve colaborar decisivamente para o desenvolvimento do trabalho e das operações.

“Tenho certeza que esta nova sede operacional contribuirá para qualificar ainda mais o trabalho desenvolvido pelo Grupo de Intervenção Rápida da 1ª Região”, ressalta.

“A sede foi projetada para que a coordenação tivesse um espaço mais adequado para planejamento, organização das operações e treinamentos”, completa a delegada da 1ª Delegacia Regional Penitenciária, Alexsandra Viecelli.

Conforme o Ministério da Justiça, o Rio Grande do Sul concentra um total de 42 mil apenados. São mais de 2 mil somente no Complexo Penitenciário de Canoas, segundo os números da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

Policiamento comunitário é retomado em Caxias do Sul a partir desta segunda-feira

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Policiais vão monitorar região de Ana Rech com uma viatura para reduzir índices criminais 

ALINE ECKER PIONEIRO

Viatura doada à Brigada Militar será destinada ao patrulhamento em bairros da região de Ana Rech Porthus Junior / Agencia RBS

Extinto no final de 2019, o policiamento comunitário será retomado gradualmente em Caxias do Sul. A  região de Ana Rech é a primeira a receber o modelo a partir da segunda-feira (13). Inicialmente dois policiais que moram naquela área da cidade vão atuar nessa retomada. Eles vão monitorar as ruas do bairro e do entorno com uma viatura blindada. O carro foi doado pelo Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (PSEG) da Secretaria da Segurança Pública. 

A Brigada Militar (BM) se reunirá com integrantes da Sociedade dos Amigos de Ana Rech (Samar) na segunda para entregar a viatura. Na ocasião, os policiais serão apresentados aos moradores. 

— Tivemos a sorte de recuperarmos um policial que era de Caxias do Sul e estava trabalhando em Porto Alegre e mora na região de Ana Rech. Este policial vai fazer dupla com outro policial de Caxias que também mora na região. Um conjunto de situações favoreceu a retomada, porque nós não precisamos de nenhum outro tipo de recurso para que seja efetivado o policiamento comunitário em Ana Rech ­— explica o comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), o tenente-coronel Ricardo Moreira de Vargas.

O modelo consiste na união entre a Brigada Militar e a comunidade para atuar no combate e  prevenção de crimes. O ideal é que, em alguns bairros e distritos mais afastados da área central, os policiais morem na região. Segundo o comandante da BM, quando o policial está inserido na comunidade há uma ligação direta com os moradores.

— Pelas características da região de Caxias do Sul, com áreas mais afastadas do Centro, precisa de uma dinâmica diferente de policiamento. Então, a estrutura e a filosofia do policiamento comunitário coloca uma presença maior do policial nesse tipo de comunidade que está mais regionalizada, e acaba também nos transmitindo, além de uma sensação maior de segurança, a questão de uma proximidade maior com a comunidade. 

Ampliação gradual 

A necessidade inicial é manter o policiamento na região de Ana Rech, para depois pensar em expandir:

— A gente não tem a necessidade, agora, de fazer com que o policiamento comunitário esteja aqui da noite para o dia. Nós precisamos, sim, ter uma estrutura de recursos, principalmente recursos humanos, para que a gente consiga manter o policiamento constantemente naquela região — destaca Vargas. 

A ideia é progressivamente ampliar o programa para outras regiões, que são consideradas estratégicas pela Brigada Militar (BM). Os bairros ainda estão em estudo, mas o comandante adianta que pensam na área do Desvio Rizzo e de Galópolis. No entanto, para que essa ampliação seja viável será necessário recursos financeiros e humanos. 

— Para ampliar precisamos fazer uma mobilização, e de um aporte de mais recursos, principalmente, na questão de efetivo. Assim que a gente receber um aporte de efetivo, nós pretendemos implementar o policiamento comunitário em duas regiões de Caxias. 

A partir do final do primeiro semestre de 2024, uma nova turma de soldados da Brigada Militar devem concluir a formação. Segundo o comandante Vargas parte desse efetivo deve ser designado para Caxias. 

— Com a chegada desses policiais, nós pretendemos reconfigurar a área de Caxias porque o policiamento comunitário é uma das estratégias que vamos usar na cidade. Também pretendemos recriar a 3ª companhia na região Oeste da cidade, o que vai nos ajudar bastante — explica Vargas.

Programa extinto em 2019

Até final de 2019, a BM mantinha uma parceria com a prefeitura, sendo que o município arcava com os custos de moradia do policial. Na gestão do ex-prefeito Daniel Guerra, a Procuradoria-Geral do Município suspendeu o convênio.  Antes deste rompimento, Caxias tinha uma relação positiva com o policiamento comunitário. 

Prova disso é que em 2015, o então capitão Flori Chesani Júnior, hoje major e subcomandante do 12º BPM, foi ao Japão para conhecer o funcionamento da polícia. Isso ocorreu porque o país asiático é referência mundial neste tema e, naquele ano, tinha um termo de cooperação com o Brasil oportunizando que policiais do Rio Grande do Sul, do Mato Grosso e de São Paulo conhecessem o trabalho deles.

Evento alusivo aos Dia dos Veteranos na ASSTBM foi de homenagem e cobrança de valorização e respeito aos direitos

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O Jornal Correio Brigadiano acompanhou o evento alusivo ao Dia dos Inativos da Brigada Militar, onde a ASSTBM, juntamente com a IBCM e AOFERGS receberam os veteranos e veteranas na seda da entidade em Porto Alegre .

Os participantes foram unânimes em afirmar que esse é um dos piores momento da história para reservistas, que ajudaram a construir a instituição que temos hoje. Segundo os participantes, não há gratidão, há o esquecimento para todo e qualquer iniciativa que venha em favor de melhorar a vida dos servidores. – Nossos veteranos são os primeiros a serem lembrados na hora de ceifar diretos e achacar seus vencimentos. Vivemos uma década de perdas, possuímos o maior desconto de previdência do país, um dos maiores descontos de plano de saúde, sem recomposição salarial e sem preceptiva de melhoras pelos próximos anos, destacou Santellano, mas destacando que sim, é momento de homenagear, se estes veteranos(as) são esquecidos pelo estado, não serão pelas nossas entidades, que sempre exaltarão seu valor e seu

O presidente da IBCM, Daniel Lopes destacou a importância dos nossos veteranos(as) manterem a saúde em dia, que a IBCM mantem constantes campanhas de prevenção e saúde na melhor idade. Também ressaltou seu orgulho de ter pertencido ao 1º BPM e que hoje ve com alegria que muitos que ombrearam consigo os tempos de BM estão com saúde e presentes nestes momentos.

O Tenente Paulo Ricardo, presidente da AOFERGS, entidade que também fez parte da organização do evento, ressaltou a importância da união de todos, pois só isso fortalecerá a luta por melhores condições tanto para os da ativa quando os valorosos veteranos que já deram sua parcela de contribuição.

O Presidente da Entidade Nacional ANERMB, Sgt Leonel Lucas destacou uma grande conquista nesta semana, a aprovacão da LOB, Lei Orgânica dos Policiais e Bombeiros, algo que, se de imediato não representa muitas mudanças para o pessoal da Reserva Remunerada, é um grande avanço no fortalecimento das instituições.

Presidente da ASSTBM, Aparício Santellano, destacou a amplitude da entidade, que tem todos os quadros da Brigada Militar como associados, e que sua diretoria possui de soldado a tenente, da ativa e da Reserva Remunerada, trabalhando em prol de todos. E assim tem feito a ASSTBM aos longo de seus 77 anos, defendendo a instituição, buscando uma vida melhor para os que ja deram seu trabalho e para os que hoje tem a missão de entregar algo melhor para os que lhes sucederão no futuro.

ENTREVISTAS RÁDIO STUDIO 190

A Rádio Studio 190 pegou depoimentos dos organizadores e personalidades presentes, que foram entrevistadas pelo comunicador Marco Rodrigues, em breve os depoimentos estarão disponíveis em nossas redes sociais.

IBCM presente no evento

GALERIA DE FOTOS

BM de “cara nova”, mas a missão de sempre: proteger a comunidade

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Por Redação/Portal OCorreio

A Brigada Militar, através do 35º Batalhão de Polícia Militar (35°BPM), a partir da noite desta sexta feira, passa a fazer uso do novo fardamento da Brigada Militar em toda a sua área de ação, Cachoeira do Sul, Cerro Branco, Novo Cabrais e Paraíso do Sul.

O novo fardamento, agora mais moderno e confortável proporciona uma maior ergonomia e conforto térmico, otimizando a execução dos movimentos necessários no cumprimento do dever.

A iniciativa visa valorizar a tropa e aprimorar a prestação de serviços à comunidade, sendo um elemento crucial para o trabalho e a identidade da corporação.

Confira o vídeo de divulgação:

Crédito: BM

Líder do tráfico entra no radar da Segurança Pública após regressar ao RS

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André da Silva Dutra, o ‘Gordo Dé, retorna um ano depois de ter sido enviado ao Presídio Federal de Campo Grande

Marcel Horowitz Correio do Povo

Gordo Dé está na galeria B da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) | Foto: Susepe / Facebook / CP

O retorno de um traficante à galeria B da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) tem sido monitorado pelas forças policiais. Desde setembro do ano passado, o detento estava no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para onde fora transferido durante a Operação Império da Lei. 

Em outubro, porém, conforme apurou o Correio do Povo, ele voltou ao estado gaúcho para cumprir o restante dos seus mais de 40 anos de condenações.

André da Silva Dutra, o ‘Gordo Dé’, é apontado como líder de uma facção com base no Loteamento Timbaúva, no bairro Mario Quintana, mas que também criou ramificações em outras áreas da zona Norte, como na Cohab Rubem Berta. Ele responde por 15 homicídios, além de lavagem de dinheiro, ameaça, porte ilegal de armas e roubo.

Acumulando passagens em casas prisionais, o traficante foi capturado pela última vez em Bombinhas, no litoral de Santa Catarina, em novembro de 2020. Na ocasião, ele estava foragido há dois anos, quando rompeu uma tornozeleira eletrônica apenas 39 minutos após ter recebido o benefício. 

A permanência de Gordo Dé no sistema prisional, no entanto, não impediu que ele seguisse liderando o tráfico, motivo pelo qual foi enviado para outro estado.

O retorno do traficante é observado com atenção por agentes da Segurança Pública, que não descartam a participação dele em disputas do crime organizado. “Estamos atentos, acompanhando todos os movimentos”, afirmou o chefe de Polícia, delegado Fernando Sodré. 

Preso em galeria de facção do Vale do Sinos

Desde que voltou ao RS, Gordo Dé já participou de audiências online da Justiça e tem se comportado de maneira discreta dentro da Pasc. “Nem parece ele”, descreveu um servidor.

No entanto, apesar da aparente discrição, a Polícia Penal reforçou à reportagem que monitora o traficante. 

Na galeria B, o criminoso está preso junto a outras lideranças, essas ligadas a uma facção que atua no Vale do Sinos. A interação dele com esses líderes também é alvo de monitoramento. 


André da Silva Dutra, o ‘Gordo Dé’ | Foto: Record TV

Cisão entre traficantes do Loteamento Timbaúva

A volta de Gordo André ocorre em meio a divergências na facção do Timbaúva. O rompimento teria sido causado por dois dos homens de confiança dele, sendo esses Daniel Araújo Antunes, o ‘Patinho’, e Luís Guilherme Dias da Silva, o ‘LG’.

A reportagem apurou que a rixa teve início quando Patinho foi transferido para o Sistema Penitenciário Federal, com LG assumindo o domínio dos pontos de tráfico. Inconformado com a perda das ‘biqueiras’, Patinho teria ordenado o assassinato de um irmão do antigo comparsa, que acabou acontecendo, solidificando assim a cisão do grupo. 

Mesmo após a briga, LG, que está foragido, permanece ocupando posição de destaque na organização criminosa. Para tanto, ele teria o apoio de Gordo Dé.

Governo e policiais civis dialogam sobre reajuste salarial, mas continua o silêncio sobre investigações

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Delegados evitam divulgar operações, como pressão para melhorar ganhos e ter promoções; reunião aconteceu nesta semana e outras estão previstas

HUMBERTO TREZZI GZH

Nesta semana o governo estadual recebeu pela primeira vez todas as entidades representativas da Polícia Civil para discussão da pauta de reivindicações trabalhistas. Delegados e agentes, via sindicatos e associações, querem reajuste salarial, promoções na carreira e simetria com alguns cargos da Brigada Militar (de comissários com capitães, por exemplo).

A reunião foi conduzida pelo secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, e pelo secretário da Segurança Pública, Sandro Caron, com participação de deputados ligados à categoria e representantes de classe. E houve avanços. O governo informou que as promoções devem ocorrer já em dezembro, embora não haja previsão se todas as vagas abertas serão preenchidas ou apenas parte – isso é condicionado à disponibilidade financeira do caixa. As entidades querem todas as promoções represadas. 

Quanto a reajustes, o governo diz que não ocorrerão neste ano, devido ao limite prudencial exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A previsão é que esse teto seja superado em 31 de janeiro de 2024 e aí pode ser discutida uma política de reposição salarial. Os policiais rebatem que é preciso negociação ainda neste ano, nem que o reajuste em si fique para o ano que vem.  

Em relação à simetria de comissários com capitães, o governo admite debate, mas diz temer efeito-cascata em relação a outros postos funcionais.

As entidades sindicais alertam que a falta de reajuste tem provocado evasão de quadros na Polícia Civil. Afirmam que o número de exonerações nos últimos dois anos (91) já ultrapassa a soma dos cinco anos anteriores. São policiais que pedem demissão do cargo e buscam outra carreira, antes de estarem aposentados. Parte da desistência se daria por excesso de trabalho, sobretudo em dias de operações contra o crime. O governo não se pronunciou a respeito desse número. 

Como forma de pressão, os policiais têm evitado divulgar à mídia detalhes de investigações. Mesmo as operações não são informadas com antecedência, como era costume. Acreditam que o governo deve assim valorizar os servidores da segurança pública, área em que o governador Eduardo Leite alcança sucesso inequívoco (na redução de crimes). Possivelmente, o setor de maior visibilidade. A própria Chefia de Polícia tem tentado divulgar as operações mais importantes, já que os delegados da Polícia Civil têm respeitado a decisão de silenciar sobre as ações.

As entidades conseguiram convencer o governo a realizar novas reuniões: a primeira é quinta-feira (16), com a Associação de Delegados de Polícia (Asdep). Encontros com representantes das categorias de base da Polícia Civil acontecerão depois. Os policiais adiantam, sem dar detalhes, que tentarão outras formas de pressão, caso as negociações não progridam.

Exposição fotográfica alusiva aos 186 anos da BM

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Reportando a memória da Brigada Militar, ocorreu neste dia 09/11/23, quarta-feira, a amostra de fotografias dos vários momentos da Brigada Militar que completa 186 anos no dia 18 de novembro.

A exposição aconteceu na Sociedade Acadêmica do Curso de Formação de Oficiais (Sacfo), localizado junto a Academia de Polícia Militar, no Bairro Partenon, em Porto Alegre. Com o tema “Nossa história nos Identifica como Força da Comunidade: somos hoje o que sempre fizemos”, nesta linha a exposição tende a motivar o orgulho dos feitos históricos ao valor da BM e o sentimento de pertencimento à uma instituição que mostra-se muito forte por ter percorrido vários momentos da história do RS.

   O evento, foi promovido pelo Departamento de Ensino da BM, Dirigido pelo Tenente Coronel Jorge Dirceu Abreu Silva Filho, através do Museu da Brigada Militar, tendo como chefe a Cap. Clarisse Heck .

O lançamento oficial da exposição contou com o descerramento da fita inaugural por parte do Sr. Chefe do EMBM Cel Luigi Gustavo Pereira Soares, Ten. Cel. Dirceu Abreu da Silva Filho, Cap. Clarisse Heck e o Cel. RR. Jerônimo Carlos Santos Braga, presidente da Associação Amigos do Museu da BM.

Em seu pronunciamento o Sr. Chefe do Estado Maior da Bm, Cel Luigi relatou de sua passagem como Diretor do DE, onde conheceu melhor a história e também das problemáticas enfrentadas para manter vivo os acervos, levando à época ao Sr. Cmt-Geral a necessidade de melhor cuidar da História da BM, quando foi prontamente atendido, mas que os desafios são grandes e permanentes, diminuídos em grande parte pelos gestores Cel Dirceu e Cap. Clarice Heck, dando demonstrações que exemplificam suas ações por meio da Exposição ora realizada.

         – A história da BM é rica e precisa ser fonte de inspiração aos novos policiais que tem que conhecer melhor a instituição que fazem parte, assim como a própria sociedade civil terá no passado e no presente da corporação um exemplo de organização indispensável ao RS, finalizou

De igual forma o Diretor do DE, Ten. Cel Dirceu exaltou a figura da Chefe do Museu afirmando ser ela a pessoa certa no lugar certo.

– O cuidado com a história da BM é dever de todos nós, mas é preciso pessoas como a Cap. Clarisse e seus comandados, militares e civis, para estabelecer rotinas de conhecimentos, sejam para o público interno como também a sociedade civil, para que saibam os motivos da longevidade de uma instituição como a Brigada Militar.

– Finalizando, a Chefe do Museu da BM, Cap. Clarice Hech, fez questão de destacar a importância dos militares que trabalham no Museu da BM, bem como servidores civis da BM, pois não basta estar lotado no departamento, é necessário saber de sua importância como “depositário” do passado, para o presente e para o futuro.

Assim, a oficial destacou a dedicação de todos na organização da exposição.

Na oportunidade o presidente da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do RS, Soldado Rodrigo Ziebell autografou fotos de sua produção, que compõem o acervo fotográfico da exposição.

A exposição será deslocada para o Museu da Brigada Militar e levada à outros espaços públicos durante as comemorações do aniversário da BM que transcorre no mês de novembro.

Após a visitação à exposição, todos foram recepcionados com um coquetel oferecido pelo Departamento de Ensino da BM.

Autoridades presentes a solenidade:

– Dr. Amilcar Fagundes de Freitas Macedo, Des. Presidente do Tribunal de Justiça Militar do RS

– Cel. Luigi Gustavo Soares Pereira, Chefe do Estado Maior da Brigada Militar

– Cel. RR. Jerônimo Carlos Santos Braga, ex. Cmt-Geral da BM e presidente da Associação dos Amigos do Museu da BM

– Cel Paulo Roberto Mendes, ex. Comandante Geral da BM e Desembargador no TJM/RS

– Ten. Cel. Jorge Dirceu Abreu Silva Filho, diretor do Departamento de Ensino da BM;

– Ten. Cel. Luiz Felipe Neves Moreira, Diretor Administrativo da BM;

– Sra. Beth Corbetta, Diretora do Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo;

– Sra. Henry Ventura, Secretária Municipal da Cultura de Porto Alegre

– Ten. Cel. RR. Luiz Antonio Folchi De Leon, presidente do SICREDIMIL;

– Sra Gabriela Moreira, curadora e historiadora do Museu da Santa casa

– Rodrigo Ziebell, Presidente da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do RS

– Gilson Noroefé, Diretor Presidente do Correio Brigadiano.

Conheça a Associação Amigos do Museu da Brigada Militar

https://aambm.org.br/

Ouvidorias militares, manifestações políticas, atuação ambiental: entenda as polêmicas da nova lei dos PMs

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Texto aprovado pelo Congresso dá respaldo à criação de ouvidorias subordinadas aos comandantes das polícias, e não a civis; à participação de agentes em manifestações, ainda que sem farda; e à ampliação da atuação na área ambiental. Relator avalia que Lula deve vetar pontos.

Por Isabel SetaArthur Stabile, g1 

O Congresso Nacional aprovou na última terça-feira (7) a lei orgânica nacional das PMs e dos Corpos de Bombeiros. O texto atualiza a legislação nacional sobre o tema – a atual é de 1969, editada durante a ditadura militar. Agora, o presidente Lula (PT) analisará se sanciona ou veta (total ou parcialmente) o texto.

A nova lei possui pelo menos três pontos polêmicos que podem ser alvo de veto, segundo o próprio relator, o líder do PT no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES). São eles:

  • Ouvidorias militares: a lei possibilita que as PMs de cada estado criem ouvidorias próprias subordinadas aos comandantes das tropas – hoje, as ouvidorias são civis, em geral.
  • Manifestações políticas: a lei proíbe que policiais e bombeiros em atividade se manifestem politicamente usando farda ou símbolos da instituição. Para Contarato, isso pode ser contrário à Constituição.
  • Atuação na área ambiental: permite que a PM atue de forma ostensiva na “proteção ambiental”, lavre autos de infração, aplique sanções e penalidades administrativas. Também possibilita que os policiais militares exerçam “por meio de delegação ou de convênio outras atribuições” na área de prevenção e repressão a atividades contra o meio ambiente.

Leia, abaixo, como foi a tramitação e, também, sobre os seguintes pontos da lei:

Como foi a tramitação

O texto foi apresentado pela primeira em 2001, pelo governo Fernando Henrique Cardoso, mas por anos não avançou no Congresso.

No final de 2022, foi aprovado na Câmara dos Deputados, tendo como relator Capitão Augusto (PL-SP), integrante da Bancada da Bala. Na ocasião, deputados retiraram o ponto mais polêmico do texto, que previa que as PMs poderiam tomar decisões sem aval dos governadores.

Na terça (7), foi aprovado pelo Senado em votação simbólica, sem registro nominal dos votos dos senadores, com votos da base do governo e da oposição.

Especialistas consultados pelo g1 dizem que o texto deveria ter tido um debate amplo com a sociedade sobre o projeto, dada a importância do tema.

“Mal houve audiência pública [apesar de não serem obrigatórias, são uma oportunidade para que as vozes da sociedade sejam ouvidas]. A quem serve essa lei? Essa lei, do ponto de vista corporativo, da instituição, é ótima. Ela atende os interesses da categoria”, diz Adilson Paes de Souza, tenente-coronel da reserva da PM de São Paulo.

No Senado, o texto passou por quatro audiências públicas. Durante a tramitação na Câmara, foi realizado um fórum com representantes das entidades policiais.

“O que nós temos no país é PMs e Corpos de Bombeiros vinculados ao AI-5”, afirmou ao g1 o senador Fabiano Contarato (PT-ES), em referência ao Ato Institucional Nº 5, o mais autoritário da Ditadura Militar, que está expresso no Decreto-Lei 667, de 1969, que reorganizou as polícias militares e os corpos de bombeiros e era, até agora, a principal legislação federal sobre o assunto.

Contarato disse, ainda, que o projeto foi “amplamente debatido” pela sociedade e aprovado na Câmara dos Deputados “por unanimidade”, incluindo apoio dos partidos progressistas. “[O projeto] Veio para o Senado com uma limitação de que não haveria alteração de mérito, porque se não voltaria para a Câmara dos Deputados”, disse Contarato.

PMs durante a Operação Escudo, em Guarujá (SP), SP, que resultou em 28 mortes — Foto: Divulgação/PM

Polêmica 1: Ouvidoria militar

A lei aprovada que as corporações podem criar “ouvidoria subordinada diretamente ao comandante-geral”. Hoje, no geral, as ouvidorias são vinculadas às Secretarias de Segurança Pública ou funcionam de maneira independente. Com a mudança, novas ouvidorias criadas pelas PMs passam a respondem ao chefe da corporação que elas fiscalizam.

Para especialistas, uma ouvidoria militar pode ser um problema não só para a transparência e para a prestação de contas, mas também para os próprios policiais que queiram denunciar abusos sofridos internamente na corporação.

“A partir do momento que eu tenho uma ouvidoria subordinada ao comandante-geral, me parece que não é possível fazer cobrança, monitoramento, acompanhamento, avaliação de uma forma mais crítica em nome da sociedade. Como a população vai ter acesso a essa ouvidoria para relatar abusos cometidos pela polícia se esse órgão estará vinculado a própria polícia? Foi uma porta fechada de participação da sociedade. É um retrocesso, não combina com democracia”, diz o tenente-coronel da reserva da PM de São Paulo Adilson Paes de Souza.

A visão é compartilhada por Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

“Quando a gente estabelece um texto que subordina ao comandante geral, a gente tira a natureza de controle externo da ouvidoria. É muito grave essa mudança. E ela é confusa: ela não diz que vai substituir as ouvidorias que existem. De repente, pode até conviver com a ouvidoria atual. Ainda que não diga que ela acaba com o modelo de controle externo, esse modelo proposto de ouvidorias subordinadas aos comandantes no mínimo enfraquece [o controle externo].”

Segundo o relator do texto no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES), a lei não impede que as secretarias de segurança pública ou que os governos estaduais continuem tendo suas próprias ouvidorias, ainda que veja o trecho como um ponto sensível que pode ser vetado pelo presidente Lula.

Polêmica 2: manifestações políticas

O artigo 19 da lei proíbe que militares em atividade manifestem, publicamente ou pelas redes sociais, opiniões “político-partidárias” usando “farda, patente, graduação ou símbolo da instituição militar”. Veda, também, uso de imagens que mostrem “fardamentos, armamentos, viaturas, insígnias ou qualquer outro recurso que identifique o vínculo profissional com a instituição militar”.

Para Contarato, esses pontos são contrários à Constituição, que garante a livre manifestação de pensamento, e também podem ser vetados.

Já o artigo 20 afirma que militares (bombeiros ou policiais) não podem comparecer “fardados” a eventos “político-partidários”, dando a entender que PMs em atividade poderão frequentar esse tipo de manifestação ou se manifestarem em redes sociais, desde que não estejam fardados ou usem símbolos das corporações.

“É fora de propósito e legaliza a politização da PM. Isso não é aceito em instituições militares”, analisa Rafael Alcadipani, integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor da Fundação Getúlio Vargas especializado em organizações policiais.

Polêmica 3: atuação ambiental

A lei regulamenta o envolvimento das PMs em ações ostensivas “com vistas à proteção ambiental”, possibilitando, por exemplo, que os policiais lavrem “autos de infração ambiental” (algo já permitido para as polícias militares ambientais).

O texto, entretanto, autoriza também que as PMs exerçam “por meio de delegação ou de convênio, outras atribuições na prevenção e na repressão a atividades lesivas ao meio ambiente”.

Essa redação ampla abre margem para que os policiais atuem em outras frentes na área ambiental.

“O que isso significa exatamente? A PM poderá fazer licenciamento? Emissão de guia de importação e exportação?”, questiona o tenente-coronel Adilson Paes de Souza.

Contarato, relator do texto, lembra que hoje órgãos de fiscalização ambiental sofrem com falta de pessoal e que há cerca de 300 servidores para fiscalizar todo o país. “Só a polícia militar ambiental tem mais de 8 mil servidores”, diz ele. “Mas isso também pode ser objeto de veto, é um ponto sensível”, afirma o senador.

Confira outros pontos da nova lei das PMs e o que dizem os especialistas:

Participação em eleições

A nova lei, caso sancionada, autoriza que PMs que estejam há mais de 10 anos em serviço façam campanha eleitoral para cargos políticos de farda. Pela regra, o policial só passará à reserva remunerada se for eleito. Se o militar tiver menos de 10 anos de serviço, será afastado da ativa no dia seguinte ao registro da candidatura.

Gabriel Sampaio, diretor da ONG Conectas, considera que o projeto perdeu a oportunidade de acabar com o que chama de “porta giratória” entre a corporação e a política partidária.

“Foi a perda de duas oportunidades importantes: a primeira, incidir em uma regra mais rígida no que tange à participação em eleições e um afastamento em um período maior e não apenas aquele que vale para todos os servidores públicos; também foi a perda de oportunidade para uma regra mais rígida em relação ao eventual retorno daqueles que gozam de mais de 10 anos de serviço militar”, afirma Sampaio.

Cota feminina

A lei estabelece que “fica assegurado, no mínimo, o preenchimento do percentual de 20% das vagas nos concursos públicos por candidatas do sexo feminino, na forma da lei do ente federado, observado que, na área de saúde, as candidatas, além do percentual mínimo, concorrem à totalidade das vagas”.

Para Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, a redação do texto dá margem para que concursos sejam abertos com apenas 20% das vagas para mulheres, transformando o que seria um piso em um teto.

O senador Fabiano Contarato afirma que o que se buscou com a lei não foi o estabelecimento de teto, mas sim de um mínimo de participação feminina, e que foi uma reivindicação da bancada feminina.

Comando da PM

A nova lei aprovada no Congresso determina que os comandantes das Polícias Militares responderão diretamente aos governadores dos estados, o que desobrigaria, na visão de especialistas, os estados a terem Secretarias de Segurança Pública que englobem a PM e a Polícia Civil.

Para Rafael Alcadipani, professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, a mudança vai além do que existe na prática. Já há estados que não possuem secretarias, como o Rio de Janeiro, mas a nova lei amplia essa possibilidade.

“A coisa do comandante-geral responder ao governador é um passo muito além [do que já existe]. Porque dá guarida legal para os estados acabarem com as secretarias de segurança pública e tira a possibilidade de o poder militar estadual estar submetido ao poder civil, algo que muita gente das PMs nunca aceitou”, diz Alcadipani.

Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, avalia como um retrocesso.

“É repetir o modelo do Rio de Janeiro, de descoordenação. Por mais que você diga que irá reforçar, valorizar as polícias, você não tem um comando único para pensar, por exemplo, os princípios do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública). O governador não tem tempo de fazer o gerenciamento cotidiano”.

Contarato afirma que é uma prerrogativa dos governadores estabelecer, ou não, uma secretária de segurança pública, e que o texto não muda o regime que já existe hoje.

Ações de inteligência e contrainteligência

O artigo 10 da lei orgânica prevê que as polícias militares possam “produzir, difundir, planejar, orientar, coordenar, supervisionar e executar ações de inteligência e contrainteligência”. O texto não detalha quais critérios para tais ações ou se haveria necessidade de autorização judicial para execução de tais planejamentos e execuções para “neutralizar ilícitos e ameaças de qualquer natureza que possam afetar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio”, como diz a lei.

Para Gabriel Sampaio, da Conectas, essa redação pode causas problemas na prática.

“Esse dispositivo, de fato, preocupa e externamos ao longo da tramitação do projeto. Era muito importante que a lei oferecesse parâmetros de controle de atividades como as que estão destacadas aqui que, por sua definição, têm um conteúdo muito amplo. Simplesmente citar que direitos e garantias serão observados sem oferecer parâmetros, deixam a atividade de inteligência sem efetivo controle, seja administrativo, social ou externo, e sem a devida prestação de contas.”

No entanto, delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal ouvidos pelo g1 avaliam o trecho como um avanço, capaz de colocar “cada um no seu quadrado” ao delimitar o que a Polícia Militar pode fazer.

“As ações de inteligência serão delimitadas finalmente para atividades de policia ostensiva e preservação da ordem pública e apuração de crimes militares (não mais de crimes comuns), observando os limites e restrito às competências constitucionais e legais das Polícias Militares – justamente para evitar o choque de atribuições. Portanto ,as duas leis vão justamente pacificar conflitos e problemas relacionados às lacunas legislativas hoje existentes”, afirma Rodolfo Queiroz Laterza Presidente da Adepol (Associação dos Delegados de Polícia do Brasil).

O entendimento é o mesmo da presidente da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol), Tânia Prado. “A contrinteligência em geral tem a ver com as condutas dos próprios servidores (monitorar se há infiltrados do crime nas corporações, por exemplo). Essa norma nova não alarga as atribuições da PM nem ameaça as da Polícia Civil“, analisa.

Formação em direito

A nova lei cria a exigência de que os PMs que assumirem funções de comando (como chefia, direção, administração superior, entre outros) tenham bacharelado em Direito. Neste trecho há duas análises: de que é uma vantagem de ter profissionais com o conhecimento da lei em posições de destaque, e de que é um problema, pois os policiais poderiam buscar atribuições que seriam da polícia civil.

O tenente-coronel Adilson Paes de Souza avalia a previsão de forma positiva:

“Eu acho isso uma vantagem, porque a carga horária do curso de formações de oficiais é muito baseada em matéria de direito e boa parte da atividade policial é feita em cima de interpretação da lei. Eu não vejo como uma desvantagem, talvez poderia se pensar como agregar outras matérias, para além da formação em Direito”, diz.

Já Rafael Alcadipani, professor da FGV, vê como um possível problema.

“Existe uma disputa para eles [PMs] poderem ter aquilo que se chama de ciclo completo e os PMs terem acesso, digamos, à essa parte jurídica da persecução criminal, que não faz parte da Polícia Militar. É uma polícia que cada vez menos a gente controla querendo ter cada vez mais atribuições. Acho que esse é o pano de fundo da questão do Direito [dentro da Lei Orgânica das PMs]”, afirma.

Relatório de transparência

Um ponto positivo avaliado pelo tenente-coronel da reserva Adilson Paes de Souza e por Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz, é a previsão de que o comandante-geral assegure a divulgação pública de um relatório anual sobre:

  1. representações recebidas e apuradas contra membros da instituição, o tipo de procedimento apuratório e as sanções aplicadas
  2. número de ocorrências policiais atendidas, por tipo
  3. letalidade e vitimização de policiais
  4. letalidade e vitimização de civis
  5. orçamento previsto e executado

“Não são todos os dados que nós gostaríamos [que fossem disponibilizados], mas ter essa obrigatoriedade para todas as PMs de apresentar um relatório dessa natureza é positivo”, afirma Ricardo.

BM de Sapucaia do Sul salva bebê durante operação

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Recém-nascido não estava conseguindo respirar

Correio do Povo

Bebê é salvo por policial militar | Foto: Brigada Militar / Divulgação / CP

Policiais militares do 33° BPM, de Sapucaia do Sul, realizaram o salvamento de um bebê que estava com as vias aéreas obstruídas, na manhã desta quinta-feira. A ação ocorreu durante o deslocamento para uma operação.

Os policiais observaram um veículo vindo de encontro a viatura dando sinal de alerta, quando desceu a mãe do recém-nascido pedindo socorro, pois o menino não respirava.

O Soldado Borges prontamente realizou a manobra de Heimlich na criança, que após os procedimentos tornou a respirar, sendo encaminhado posteriormente ao Hospital Municipal Getúlio Vargas.

Deputado protocolam PEC tornando as GMs uma POLÍCIA MUNICIPAL

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Deputados protocolaram uma PEC visando alterar o artigo 144 da Constituição Federal, passando para as Guardas Municipais atribuições que que antes eram exclusivas das Polícias Militares.

A alteração é no artigo 144 da CF

VII – Policiais Municipais.

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§ 8º Os Municípios poderão constituir polícias municipais para o policiamento preventivo e comunitário, preservação da ordem pública, proteção de seus bens, serviços, instalações, logradouros públicos e das suas populações, conforme dispuser a lei, observadas as seguintes disposições:

I – as guardas municipais legalmente instituídas passam a utilizar o nome de polícias municipais;

II – aos guardas municipais que ingressaram no cargo, independentemente do regime de previdência, até a data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional e enquanto não promovidas as alterações nas legislações relacionadas ao respectivo regime de previdência social, aplica-se, reconhecido o direito à paridade, o disposto no art. 5º da Emenda Constitucional nº 103 de 2019.” (NR)


Ja assinaram a propostas dezenas de deputados

CONFIRA AQUI A LISTA

Entre eles os Deputados Gaúchos: Cel Zucco, Luciano Azevedo, Sanderson, Daniel Trzeciak, Covatti Filho, Marcelo Moraes, Pompeo de Mattos, Afonso Hamm, Lucas Redecker e Alexandre Lindermeyer